Poema que Fale da Vida
ENCONTRO
O brilho da minha procura
Encontra em teu olhar
Nuances da alma
Em complexidade
Com o tempero inerente.
Adere a cor vital
Em sublime simplicidade
No brilho natural da gotícula
D'água cintilante
Que transpassa o raio de sol
Na folha denominada vida.
A vida é um momento, é um sopro, e a gente só leva daqui,
o amor que deu e recebeu, a alegria, o carinho e mais nada...
Boa noite! Beijos com carinho
Da Vida:
Quando se acha que as coisas acontecem por acaso, então, não por acaso, acontece a mediocridade.
Entre os ofícios
O mais difícil
É viver a vida sabiamente
Porem, o mais fácil entre eles
É viver sendo um tolo.
Quando Tudo Passa!
Passa o tempo.
Passam os sonhos.
Os amores.
Mas não passa
o meu desejo de viver!
Viver ardentemente.
Por que a vida...
É o bem mais
precioso que eu tenho.
Eu tendo vida...
Tudo posso alcançar.
Só vai depender
da minha vontade.
Da minha força.
Da minha coragem.
E acima de tudo...
Da minha fé!
Antes,
apenas semente...
Depois,
a vida que brota!
Os dois
momentos da vida.
A flor e o fruto.
A vida é uma flor...
que mata
a nossa fome!
eu bebi da esperança
de eternidade
e me soube amarga.
eu quero mesmo é a
realidade:
comer a vida
beber o minuto feliz.
o minuto feliz e o outro.
e mais uma vez
comer a vida
beber o minuto feliz.
o minuto feliz e o outro.
e mais uma vez...
isso é maior
que a promessa
do para sempre.
“o fantástico da felicidade é ela não ser futura”
quão importante é a vida?
digo,
fazemos tanto que não queremos
só por fazer.
desperdiçamos mais que podemos
só por poder.
mas podemos?
digo,
somos instantes
aflitos
inconstantes
conflitos
visitantes
finitos
e acabamos.
só por acabar.
GRAÇAS À VIDA.
Não espero nenhum milagre da vida.
Espero, apenas, continuar recebendo as benesses que ela ,bondosamente, tem me concedido.
Isso me é suficiente e me basta!
A cada dia de vida é uma dádiva de Deus!
Sou FELIZ... e agradeço a Deus e à Vida, pela simples condições de VIVER!
Eu sei que não estou sozinho...
Apesar das dificuldades,
Eu sei que não estou sozinho,
Pois Deus guia os meus passos e
Ilumina os meus caminhos.
É na hora do aperto que você sabe
Quem sempre vai está ao seu lado
A vida ensina só não aprende quem é alienado.
A sabedoria não tem idade...
Sabedoria não tem idade,
Sábio é aquele que pensa antes de julgar
E esquece as diferenças e aprende a perdoar.
Fica quieto para não discutir,
Sempre fala a verdade, não sabe mentir.
Nem todo louco é sábio e nem todo sábio é louco
Presta atenção e aprende, mais um pouco.
De nada adianta...
Se nós não procurarmos
Um motivo para sorrir
A vida nos dá
Um motivo para chorar,
Ficar reclamando
De nada adianta
O ser humano só colhe
Aquilo que ele planta.
Pensamentos de um poeta...
Eu quero pensar,
Não quero falar.
Eu quero ouvir,
Não quero fugir.
Não quero entender,
Não quero ler,
Eu quero escrever.
Não quero ser refém da dor,
Eu quero apenas um amor.
Não quero uma menina,
Eu quero uma mulher.
Que além de ser carinhosa
Sabe bem o que quer...
Não estou a migué,
Estou a procura de um grande amor,
De uma garota que me faça sentir calor.
Um sentimento que não pode ser explicado
Coisas que nós só sentimos
Quando o nosso coração está apaixonado.
Sei que você está em algum lugar,
Não demore, venha de pressa,
Venha me encontrar, pois
O meu coração já cansou de apanhar
E assim vou vivendo sem ela
Seguindo em frente
Com os meus pensamentos de poeta.
Muito prazer em te conhecer
Desaprendi o amor com você
no dia em que te conheci, experimentei
feito experimenta-se uma dose de cicuta
esse seu desamor sempre tão latente.
Hoje não amo mais ninguém
nem eu mesmo.
E agora que estamos em sintonia
e nos tornamos igualmente cruéis
frios e insensíveis
que tal recomeçarmos do início?
Oi... Muito prazer em (re)conhecê-la.
BIOGRAFIA
Antonio Ramos da Silva
Antônio Ramos da Silva
Nasceu em 19 de setembro de 1960 na cidade de Brusque (SC). Vive e trabalha em São Bento do Sul (SC). É Professor, Radialista, Escritor, Ativista Cultural, Historiador e Poeta. Graduou-se em Ciências Econômicas, pela Faculdade De Plácido e Silva – FADEPS – Curitiba (PR) (1984). Pós graduou-se em Gestão Financeira, pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná – PUCPR - Curitiba (PR) (1987).
Em suas atividades em exercício é Presidente da Academia de Letras Infanto-Juvenil para Santa Catarina Municipal de São Bento do Sul (SC) e membro da Associação Internacional de Poetas para São Bento do Sul.
Idealizou, planejou e executa o projeto “Diferente Sim, Indiferente Não”, e “Oficina de Poetas” em São Bento do Sul (SC).
Recebeu a Medalha do Mérito Cultural Dr. Arthur João de Maria Ribeiro - 2013, concedido pelo Instituto Montes Ribeiro e o Troféu Escritor Osvaldo Deschamps de Literatura e Artes - 2013.
Publicou: 30 títulos, entre poesias, textos, diálogo e história.
Sua voz
Ouvir-te Oh! Meu amor.
É como o meu ser,
se conectasse a velocidade da luz
em melodias e sons
e sentir meu interior emergir.
Voz que encanta e me seduz
num bailar de silabas soltas;
num entrelaçar
de uma paixão envolta.
Seus sons. Oh! Meu amor.
Aquele que sorrateiro
foge de teus lábios
como brisa leve,
e repousa em meus ouvidos
como labaredas de fogo.
Deixa meu corpo fervido
e me chicoteia suavemente.
Abriga-me em tua doce euforia.
Quero ser melodia;
num arranjo só me inebria.
Faça-me frequência
e única sintonia.
Seu som me capta
e de amor castiga.
Varre as malditas palavras
que não ouso escutar:
Infelicidade, dissabores, desarmonia.
Eu não canto decepção estagnada;
aquela que fazeis dele pranto
e no canto da alma se fez pó.
Não quero mais desamor
disso eu tenho dó.
Vida se canta numa nota só.
Amor!
Banheira sem sais
Chovem lágrimas.
(finas gotas cristalizadas).
O tempo chora lento.
Arrebento; ouço
sentimentos invernais.
Um deserto nas mãos.
Aflição guardada no peito.
Água doce banheira sem sais.
Poesia banha no leito.
Em brasa a saudade arde.
Não há caminho e nem eito
numa busca covarde.
Avessos de mim revirados.
Passado de ti esquecido.
Trago-te no coração tragado.
Desilusão que me invade
sorvem água, impurezas...
dos meus olhos resguardados.
Solitários, derrama na face esquecida.
Frases de poemas amarrotados;
bebida amarga; engolida solidão.
Não há remédio que cure feridas
de uma perdida e picante ilusão.
Ser real
Se pudesse
esfoliar a alma;
rasgar a roupa,
tirar a fantasia.
Desnudar o corpo.
O que será que sobraria?
Voltar ao ventre...
e em nascente silêncio ficasse
sugando o liquido que somos.
Energia realmente.
A essência!
A fragrância.
Sem casca.
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