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Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo

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O universo desaparece aos olhos da mulher enamorada. Não há no mundo senão um homem para ela; todos os outros limitam-se a acompanhá-lo.

A velhice poderia ser a suprema solidão, não fosse a morte uma solidão ainda maior.

A mulher é astuta e mentirosa, por ser fraca e oprimida; e a astúcia é a força de quem não é forte.

Não há no mundo livros que se devam ler, mas somente livros que uma pessoa deve ler em certo momento, em certo lugar, dentro de certas circunstâncias e num certo período da sua vida.

As nossas virtudes, a maior parte das vezes, não passam de vícios disfarçados.

Nossas penas são coisas reais, enquanto nossos prazeres não passam de fantasias.

A estima assenta sempre em qualquer fundo, e não se estima ninguém quando se estima todo o mundo.

Molière
O Misantropo

A lisonja corrompe quem a recebe e quem a dá; e a adulação não é mais útil ao povo do que aos reis.

Há dois momentos na vida de um homem em que não se deve especular: quando não tem os meios e quando os tem.

Não existe nobreza sem generosidade, assim como não existe sede de vingança sem vulgaridade.

Pensa-se hoje na revolução, não como maneira de se solucionarem problemas postos pela atualidade, mas como um milagre que nos dispensa de resolver problemas.

Prosperidade é um modo de viver e pensar, e não apenas dinheiro ou coisas. Pobreza é um modo de viver e pensar, e não somente a falta de dinheiro ou coisas.

Jamais me submeterei às horas: as horas foram feitas para o homem, e não o homem para as horas.

Não são os cabelos brancos que fazem o ancião; de qualquer velho que só tenha idade, pode-se dizer que envelheceu em vão.

A oposição será sempre popular; é o prato servido à multidão que não logra participar no banquete.

Faz-se crítica quando não se pode fazer arte, como quem se torna delator quando não se pode ser soldado.

Geralmente, quando detestamos alguma coisa nos outros é porque a sentimos em nós mesmos. Não nos aborrecem os defeitos que não temos.

Os jovens adoram desobedecer. Mas, actualmente, não há mais ninguém para lhes dar ordens.

Não há animal mais degradante, estúpido, covarde, lamentável, egoísta, rancoroso, invejoso, ingrato que o público. É o maior dos covardes, porque de si mesmo tem medo.

Se tivéssemos uma verdadeira vida não teríamos necessidade de arte. A arte começa precisamente onde cessa a vida real, onde não há mais nada à nossa frente. Será que a arte não é mais do que uma confissão da nossa impotência?