Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo

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Não espere um bom motivo para ser feliz. Não espere um dia perfeito, muitos amigos e muito dinheiro pra ser feliz. Seja feliz pelo simples motivo de poder esperar um dia perfeito, de ter voz para dizer coisas boas ao amigos quando eles existirem e saúde para trabalhar e conquistar seu próprio dinheiro. Não espere o sol se você tem a chuva, não espere o dia se você tem a noite. Não espere o amanhã pra ser feliz… Seja feliz hoje, agora... sempre!

Os dias perfeitos são aqueles em que você se dá conta que não há tempo suficiente, porque você quer viver para sempre.

Dessa vida não se leva absolutamente nada, mas eu tenho um medo desgraçado daquilo que um dia ela levará de mim.

Vivendo e sentindo coisas que a maioria das pessoas só imagina e não tem coragem de viver.

Beleza não é nada se você tiver uma atitude podre. É como um livro com uma boa capa, mas com a história sem sentido.

“Eu não te pergunto nada, apenas desejo tanto você que sorrio como se não me importasse com sua existência.”

Não tem jeito de ser verdadeiramente notável neste mundo. Estamos todos impalados nas curvas da condição.

Eu ainda não tenho condições de dizer o que aconteceu comigo, porque eu tenho medo de empobrecer o que eu vivi ali.

‎"E ser livre não é beijar na boca e não ser de ninguém. É ter coragem, ser autêntico e se permitir viver um sentimento..."

“Você está bem onde está, eu estou bem onde estou. Mas não tem como a gente não olhar pra trás.”

A gente encontra o próprio estilo, quando não consegue fazer as coisas de outra maneira.

A fé é uma resposta instintiva a certos aspectos da existência que não podemos explicar de outra forma, seja isso o vazio moral que percebemos no universo, a certeza da morte, o mistério da origem das coisas ou o sentido de nossa própria vida, ou ainda a completa ausência dele. São aspectos elementares e de extraordinária simplicidade, mas nossas próprias limitações nos impedem de responder de modo compreensível a tais perguntas e por isso criamos, como defesa, uma resposta emocional.

Se eu pudesse mudar o tempo, eu não voltaria no passado para te conhecer antes, ao contrário… Eu faria o tempo correr mais rápido o possível e assim provar para você que o infinito e além ainda pode ser pouco para nós.

Não sei se me explico bem, nem é preciso dizer melhor para o fogo a que lançarei um dia estas folhas de solitário.

Machado de Assis
Memorial de Aires (1908).

"Às vezes, o mundo pede-nos para lutar por coisas que não conhecemos, por razões que nunca iremos descobrir."

Motivos profundos, nobres e óbvios para deixar de te amar também não me faltaram, mas nenhum deles foi suficiente ou funcionou.

Eu antes tinha querido ser os outros para conhecer o que não era eu. Entendi então que eu já tinha sido os outros e isso era fácil. Minha experiência maior seria ser o âmago dos outros: e o âmago dos outros era eu.

Clarice Lispector
Aprendendo a viver. Rio de Janeiro: Rocco, 2004.

Nota: Crônica A experiência maior.

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Não sei fingir. Abraço minhas vontades, mesmo que a minha cara fique roxa de tanto apanhar. Cumpro minhas promessas, mesmo que me doa. Não brinco com os outros para me distrair, tampouco dou uma de boa samaritana para depois me esconder atrás da moita. Isso não. Por isso, digo e repito: gosto de gente de verdade. Se você é assim, por favor, senta aqui e vamos conversar.

Então vai fazer o que te faz feliz. Não troque a liberdade por pura ilusão, use sua cabeça e também seu coração.

Não consigo deixar de pensar nos tempos em quartos solitários, quando as únicas pessoas que batiam à minha porta eram as senhorias cobrando o aluguel atrasado ou o FBI. Vivia com ratos e camundongos e vinho, meu sangue escorria pelas paredes em um mundo que não conseguia compreender e ainda não compreendo. Em vez de levar a vida que eles levavam, eu passava fome. Fugia para dentro de minha própria mente e me escondia. Fechava todas as cortinas e ficava olhando para o teto. Quando saía, era para ir a um bar onde eu mendigava por bebida, andava a esmo, apanhava nos becos de homens bem alimentados e confiantes, de homens idiotas e com vidas confortáveis. Bem, ganhei algumas lutas, mas só porque era louco. Fiquei anos sem mulher, vivia de manteiga de amendoim e pão amanhecido e batatas cozidas. Eu era o idiota, o estúpido, o louco. Queria escrever, mas a máquina de escrever estava sempre penhorada. Então eu desistia e bebia...