Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo
A vida
A vida não tem sentido
Nem tão pouco razão
É segredo
Sem explicação.
A vida é altos e baixos
É paz, é conflito
É o fim
Na esperança do infinito.
A vida é bela
No contraste da incerteza
É tempestade
Que nos toca com delicadeza.
A vida é chance
Errar ou acertar
É escolha
Desistir ou recomeçar.
A vida é a vida
Sem cartilha
É dádiva
Pra ser vivida.
Mais Amor
Hoje não se pode mais errar
Não importa o que faça
Se pede perdão
Simplesmente
Vão te crucificar.
Não importa sua intenção
Se foi de ajudar
Simplesmente
Vão te julgar.
Falar o que pensa
Tentar se explicar
Perca de tempo
Simplesmente
Vão te cancelar.
Não importa se errou
O mundo só tem um jeito
Menos julgamento
E mais amor.
Ontem, amanhã, hoje e sempre
Eu não consigo fazer alguém feliz
Quando eu tento
Ela só fica com mais raiva ainda
Após isso...
Eu tento acalmar essa pessoa
Mas mesmo assim, fica ainda pior...
Apenas pare
Pare de fingir
Eu sei que você não me ama
Eu sei que você finge
Você não gosta de mim
Eu gostava de você
Mas eu não gosto mais
Assim como você não gosta mais de mim
Mas pelo menos
Eu falei
Você ficou escondendo
Todo mundo quer
um amor que nos
ame todos os dias;
não somente nos fins
de semanas, nas suas
carências, querências e
solidões.
É muito fácil
amar alguém quando
ele atende às nossas
necessidades...
Não seja esse tipo de pessoa.
Amar nunca foi, nunca
será algo fácil.
Mas é frágil.
VOU FAZER TUDO ISSO MAIS TARDE
Vou continuar a luta, tenho tanto futuro...
Não quero parar agora! Parem de me regredir!
Não quero desistir, vou-me persistir...
Vou pegar minha caneta e cura-me
Irei relembrar das minhas obras
Recordar das minhas artes...
Levantar o meu estandarte!
Vou fazer tudo isso mais tarde
Estou presa na minha vaidade,
Quero acabar logo com esses covardes
Vou fazer tudo isso amanhã à tarde
De verdade, estou presa nas minhas verdades.
Essa terra em que ando...
Não a considero meu ninho...
Dorme quem muito me amou...
Enquanto cá sofro em desatino...
Ah como o tempo foge...
E escorre a doce vida...
E a morte que a tudo espreita...
Percorrer celeste estrada nos convida...
Vês o meu amor que lhe dei ?
Que ao mundo é só o que me prende...
Tão loucamente não quiseste...
Em pouco caso o abandonaste...
Pouco ama aquele que tanto pode dizer o quanto ama...
Por tal ardor minha alma inflama...
O meu coração silencioso esconde...
No silêncio que nada me responde...
Perante o céu então me perco...
Nas vontades em mim despertas...
Será juízo ou será pecado?
Por querer tanto e tanto...
Estar ao seu lado...
Sandro Paschoal Nogueira
Caminhos de um poeta
Você é forte e corajoso, ainda não é o fim
Tantas vezes demonstrei que estou sempre aqui
Você consegue sim
Não tente explicar, ninguém vai entender
O que seu coração escreve, eu consigo ler
Fica calmo e tranquilo, vou ouvir você
Liberdade não é somente
fazer o que eu quiser.
Mas também deixar
de fazer coisas que não
me fazem bem.
Tenho me questionado sobre tudo que existe ou até mesmo do que não existe.
Tenho duvidado de tudo, sobre tudo a minha própria existência.
Serei eu o que não fez absolutamente nada de novo, que nem mesmo se atreveu a continuar uma repetição do que já existe, mesmo antes da existência do sol.
Serei um lunático que defenderei a crença da existência do nada.
Como defenderei a existência do nada em meio ao tudo.
Um louco que atira suas pedras na figura do Sagrado.
Não, ainda que o fizesse talvez minha vã tentativa fosse reduzida ao pó.
A natureza daquilo que é, ou do quer existe, é por si só, a manifestação do tudo, e sobre tudo do que existe ou do que ainda não veio a existir.
Minha pobre logica ainda insiste, e me leva a pensar que o mundo é muito maior que se pode imaginar, e seria uma tragédia se eu apequenasse em poucas e únicas palavras e ideias, uma vez que minha passagem aqui será rápida e breve.
Uso minha fração de tempo para compreender o que devo fazer e como agir na minha geração
Sonhos!
Todos tem, mas não devem ser revelados pra ninguém. Não revele seus sonhos, deixem se concretizar, porque vivemos ilhados de olhares malignos e pensamentos negativos.
Ter pelo outro algum respeito
Que grande medo não te guia?
Ninguém no mundo és perfeito
Mas quanto disso distancia
Correr, correr com seus defeitos
Correr pra longe da agonia
Parar, ter trato com pequenos
Que correm cheio de alegria
Não os risos, mas as lágrimas.
Sim, elas regam a flor da nossa existência.
Não são as conquistas!
Mas as perdas, elas nos ensinam o valor das coisas.
O choro é inspirador.
Nele se faz sensato e compreensivo o coração.
O medo, por vezes, nos faz cautelosos (onde pisamos há serpentes).
A dor da partida nos faz entender o quão importante é a celebração da permanência.
Não aguardemos pelo abraço no vácuo.
Quem sabe o tempo mude.
Quem sabe nós mudemos.
Algo é certo e permanente: o mundo muda .
Duplo Amor
Vovó!
Estou aqui, então Sorria!
Eu praticamente acabei de chegar ao mundo.
Não fique assim tão triste, não chore vovó.
Sou sua neta,
E não te deixarei aqui sozinha.
Diante de ti , estou aqui feliz por ter-te em minha vida...
Feliz por ser neta de uma avó como a senhora.
Estamos de frente,
E debaixo do mesmo teto.
Vovó,
Em todo sentido, há muitos sentidos.
Estou te sentindo agora..
E isso, é um sentido, e nesse sentido contém Amor.
E esse amor que tenho por ti vovó, nele existem muitos outros sentidos..
Um deles é o medo de lhe perder,
O outro,
é minha admiração pela pessoa que és..
Entenda,
Criastes muitos filhos com muita honra e muita dignidade...
Cuidastes de muitos netos com duplo amor, amor de mãe e amor de vó...
Se eu for vovó algum dia, vou me espelhar em ti tá...
Eu sei que meus pais me amavam muito.
Mas ser amada por um duplo amor,
Isso não é só viver,
É ter dupla vida e dupla felicidade também.....
Tá bom vovó,
Te amo, para sempre te amarei,
vovó...
Autor:Ricardo Melo
O Poeta que Voa...
"Se um pai deseja que uma criança preze pela verdade, não deve pedir para que ela minta ao chegar uma visita.
Ensinar e empregar valores vai além de palavras bonitas, é uma questão de observar as ações. "
Cláusulas do amor
Um amor desobediente,
Um amor que não á espaço para outros sentimentos.
Um amor que faz de um, dois travesseiros
Um amor que faz uma almofada ser o suficiente.
Um amor que supera outros abraços
Um amor que afaga qualquer frio ou forte mormaço.
Um amor que sempre sobra tempo.
Um amor que mata qualquer sede sem água
Um amor que não há emergência
Um amor que não desiste de amar
Um amor que não promete, faz
Um amor que não chora , vive sorrindo
Um amor que faz o feio se tornar tudo bonito
Um amor que impera o silêncio
Um amor que não existe dores
Um amor que não acredita em fofoca
Um amor que não sente ciúmes
Um amor que tudo é sorriso
Um amor de domingo a domingo
Um amor que faz de um poço, um paraíso.
Um amor que não suplica por carinho...
Um amor que não se importa com cor e nem raça
Você vive isso?
Então você vive o amor porque é verdade...
Amor,
Amor que não mede o tempo e nem a idade..
Tudo isso,
É amor que não tem medo da seca e nem das tempestades....
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
Anseio por dias melhores...
Anseio por abraçar os amigos que tanto amo.
Sorrir sem medo.
Não temer pelo futuro.
Ou martirizar pelo passado.
Viver um dia de cada vez e não me frustrar pelo que não tenho. Mas valorizar o que já é meu.
Conquistas novas serão apenas consequências dos esforços atuais.
Aperfeiçoar o que tenho é uma grande vitória
Rota poética
Dores, desamores e desvalores,
Está tudo descompreendido...
As plumas já não são mais plumas..
Na rota poética, deixo rastros e não encontro a minha cura.
Vejo conflitos...
Desarmado, me deparo com os combates..
Tantas trajetórias sem cursos que me fez perder os percursos..
Desplumos, sem sumos ..
Na direção não vejo as curvas e ultrapasso os desníveis...
Alguém por favor me guie,
Não!
Busco outros trajetos insertos,
E me perco no horizonte infinito...
Desvio, vou pelas correntezas ,me afundo nos rios..
Itinerários me levam a solidão profunda..
Até o silêncio é cansativo...
Uma hora é mar, outra hora é terra...
Me vejo no ar sem sonhar...
Bate a fome.
Vou em um bar e peço uma mesa
Aí vem o garçom e diz;
Temos mágoas, temos tristezas.
Temos lágrimas, e não temos gentilezas...
Saio cabisbaixo e de cabeça erguida, com mente florida..
Será sem tem uma rota que me leve até minha querida?
Será?
Não posso me dar o luxo de fazer parte de tantos insultos.
Não posso!
Quero com ela,
Logo encontrar...
Autor : Ricardo Melo
O Poeta que Voa
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