Poema por que o Macaco Nao Olha seu Rabo
Vamos dizer as coisas como elas são,
eu não estou aqui para ser vedeta,
acredita meu irmão,
A única coisa que eu quero é apreçiar as coisas boas deste nosso planeta.
Não aceito o mínimo que o máximo do amor!
Irlen Benchimol
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Se você não sabe para onde está indo, pare, pense no que te faz bem e feliz! Se porventura, surgirem pensamentos ruins, pare novamente e substitua-os imediatamente por pensamentos de alegria! O paraíso somos nós que fazemos!
Construa o seu! Cante, dance, escreva, limpe, jogue fora, ajude as pessoas, faça exercícios, plante, desenhe, tem tanta coisa para fazer, e principalmente: APAIXONE-SE SE PELA VIDA, pelas pessoas, pelo mundo que você vive! O que você está esperando?
Irlen Benchimol
Porque choras?
A vida não é tão triste assim...
Teu sorriso era pra ser
Como as gotas de suor,
Que brilha o corpo
Antes de tocar o jardim.
Não estou preso ao passado. O que tínhamos que viver nós já vivemos.
Se foi bom ou mau... Acabou.
Estou focado no futuro porque sinto que há a possibilidade dele reservar algo melhor pra nós dois.
A VERDADE É QUE TE AMO
Não adianta quantas vezes eu te peça perdão, não consigo arrancar esse sentimento do coração, não adianta o quanto eu diga que vou te esquecer, não posso, pois toda noite sonho beijando você.
Eu queria ser só um amigo, para nas horas más estar contigo, queria poder te olhar de outro jeito, mas só te olho com desejo de te dar um abraço e um beijo.
Quer saber não vou ficar sufocando sentimentos, vou deixar fluir, como flui o vento, mesmo que passe mil anos e ainda esteja você em meu pensamento, vou ignorar, como se não sentisse nada aqui dentro.
Mas a verdade é que meu maior sonho é te beijar, será um dia inesquecível quando os meus lábios no seu tocar, mesmo sonhando meu coração falta explodir, nem imagino se fosse real e você estivesse agora aqui.
Não sei se isso um dia vai acontecer, mas acho que não sentes o mesmo que sinto por você, só eu que participo dessa loucura, que vai acabar me dando problemas em uma vida futura.
"Não era um casal qualquer, era simplesmente o casal bem visto e aceito por todos que o cercavam. O Carinho, amor e amizade contagiavam a todos; afinal, era bonito de se ver, pois o brilho em seus olhos era sinônimo de amor verdadeiro. Vê-los felizes de certa forma os faziam bem, era perfeito o que um sentia pelo outro; mas, desde que você partiu as saidinhas nos finais de semana nunca mais foram às mesmas, o amor que ali tinha de sobra, hoje falta, as lagrimas de alegria, hoje já não são mais, o riso no rosto, saí timidamente. A princesa ficou sem o seu príncipe, deixando todos órfãos de sua simpática e contagiante alegria. A alegria e o amor que tanto foi espalhado por onde passaram, hoje só são recordações; a troca de olhares, declarações de amor, mensagens no celular, estão gravadas na memória. Como algo tão bonito e prazeroso chegou ao fim, deixando a pobre moça desconsolada e sem entender, o que será de sua vida sem o homem que proporcionava as melhores noites de amor e melhores momentos de sua vida, com os teus encantos? A princesa agora vai acordar toda manhã e se deparar com a sua ausência, será órfã dos teus beijos e carinhos, vai ter que seguir a vida, desfazer os planos que já tinha planejado. Enfim vai recomeçar, mas de uma coisa ela jamais vai desfazer; o amor que ela sentiu por este homem, em nenhum momento será esquecido, pois, ela ainda o ama e o tem como seu eterno namorado..."
Texto dedicado a Marcos Gabriel & Juliana Souza
"Ora/reza
Mas ora muito para ela não encontrar segurança em outros braços
enquanto você brinca de proteger sua fama de
pegador."
Deus no comando sempre. Fica fácil.
O que não existe nós inventa,
O difícil a gente faz,
O impossível nós ainda tenta.
Não faça tantas perguntas!
Apenas me tome em seus braços,
afague meus cabelos
e entenda que, "o gesto fala mais que palavras"
e que no silêncio mora a paz.
Cika Parolin
Taciturno
Intimo esmorecido
por aquilo que as temporadas
não suscita a mim.
Um lapso forasteiro
nas entranhas do meu ser.
Coração terno
carente de amplexos.
Silêncio afligido,
solitário, poupando
de narrativas de si.
Então recolho-me
no misterioso silêncio noturno,
sem conhecimento
do enigmático mistério da vida.
E de forma singular,
basta prender esses olhos claros a mim,
de tal modo que ,
ao descortinar meu espirito atônito,
o incompreensível torna-se
um brando travesseiro
onde recostamos nossas cabeças.
E olhamos através dos empecilhos,
rompendo o intransponível,
contamos as estrelas dos céus
como as bençãos dos nossos dias.
E intrepidamente desafiamos
o inimigo dos corações que se amam.
E esses quilômetros, querido,
tornar-se-ão apenas o destino cruzado
pelo qual andamos em direção ao outro.
E eu, desembarcarei no teu coração.
O que fui
não o sou mais.
Não retorno
porque não me fui
me transformei.
Em que?
não sei.
mas num novo eu.
O fato é
ninguém pode exigir
que haja um regresso
mas me permitir ser
como já o fez.
Caso não se possa mais,
acabou.
Encerrou-se
o gostar como o outro
sai do casulo
em constante
desconhecido.
A essência tá ali
a pessoa
apenas demonstrando que
a formula está mudando
mas que alguns compostos
como os queridos
ainda são e serão necessários.
De que falo?
ser eu
livre e leve
amem ou não a isso.
Não estou atrás
estou exatamente aqui,
mas recusam-se
a enxergar-me
Nunca foi beijada.
Não pela ausência
de oportunidades.
Ela não se conecta
tão facilmente.
Nunca se deixou
ser beijada.
Seus lábios
deseja apenas
os lábios do amor mutuo.
Deseja o toque do divino
com o qual seus olhos
viriam a ser agraciados,
na glória de um rosto
a transcender por um olhar.
Por mil motivos,
ela escolheu não ser beijada.
Porque o primeiro
e todos após ele,
haveriam de pertencer
àquele que lhe arrebatou o coração.
Nas notas da canção abandonada,
Vivencio os dias que não virão.
Dedilho nas notas feridas
De um amor rasgado ao meio
Onde guardei a parte que me pertenceu.
Canto o sussurro na madrugada silenciosa
Num sofá solitário.
E noutra noite tortuosa,
Perambulo por ruas distantes
Procurando o que não é meu...
mas estou só
"seguindo em frente" como me pediu pra ser.
E nesse escuro e chuvoso momento
As goticulas respingam sobre
Minha pele e toda minha roupa.
E mais do que a chuva,
Chovo eu por dentro
Rios de lágrimas por saber que tudo acaba.
Tudo aquilo que significa, acaba,
Se desgasta,
não aguenta mais uma chance,
mais uma conversa,
mais uma tentativa
E acaba.
Sinto o frio me abraçando
E o inferno gritando meu nome
Chamando-me de cima pra baixo
E só o peço pra ser uma pedra
Ao invés de coração
E transformar a melodia
que já foi de amor
Em uma canção funebre.
A feroscidade do amor
se anuncia nos dias tenebrosos
onde não se pode se certificar
do quanto está para durar.
E logo, o prazer e a angustia
se abraçam no medo da perda.
E quando se vai,
o que sobra no coração
é a angústia dos dias sozinhos...
os quais desejou não mais viver.
Não perder os olhos,
nem os beijos únicos que
teve de esperar milênios
para dar e receber.
Contei os meses,
os dias,
as horas
e até os milésimos de segundo
por algo que se foi,
virou fumaça.
Não há culpado
nem do lado de cá
e nem do de lá,
mas dois que
não viveram os sonhos
deixados de lado.
Na balança foi jogada
as falhas,
as magoas,
as mentiras,
os danos,
as expectativas,
as mudanças.
E no outro prato,
o amor pesou menos.
O amor se perdeu
dentro de NÓS
o qual foi amarrado
por entre os dois
criando um ponto de desencontro
iniciado a distância
e apertado na proximidade fisica.
Os problemas cresceram
além do que ambos
pudessem suportar.
Mas no fim,
retornamos ao inicio,
a amizade inicial
embora não possa
soar da mesma maneira.
E ainda assim,
desejo-te um novo amor
melhor,
maior,
que dure mais
que abrace mais
que beije mais
que olhe mais
que ame mais
e não mintas jamais.
Felicidade duradoura,
tanto quanto as estações
e que faça florescer sua alma.
E a minha há de ser primavera
pois floresceu perdão
e liberou alivio antes de voltar
e ainda aceitou a verdade.
Tudo é o que é,
o que tem de ser.
O medo daqueles que sonham,
caminha do lado como simples lembrança
de que coragem não significa não temer,
mas ir mesmo temendo,
porque seus sonhos ultrapassam
a sua insegurança.
Caminhando vai,
Não para menino,
Pois o medo é apenas
Tua desculpa pra não
Descobrir o prazer da novidade.
Há algo no mistério
Maior que esse medo minusculo
Em teu peito.
Viaja além do comodismo
E alcança os horizontes
Que só aguardam tua chegada.
Vai, o mundo é seu.
Lamentação
Ainda estou de pé,
Mas isto não significa muito
Sob a queda do amor.
Trago nas feridas vivas do meu coração
As marcas de um amor bandido,
Sonho em solidão.
Suicidou-se
a esperança suicidou-se no dia
Que os deuses jogaram os dados,
E decidiram o seu destino
Em minha vida.
E toda tentativa vã
De ressurreição do animo,
Me arrasta às memórias
Queimadas no carvão.
Mas no caso de você voltar amor,
Eu não estou.
Nublei as janelas, mas já não chove.
A mão que soltaste,
Fechou e se endureceu.
Te amar e odiar não é
Assim tão fácil,
Menos ainda tentar envenenar
Esse sentimento todos os dias
Depois do adeus.
Mas eu vou,
Sobrevivo,
Quem sabe um dia
Eu vivo de novo.
Ainda te amo porém,
Não te entregarei sequer um oi.
Adoro teu cheiro
E desprezo o odor das mentiras
Que saem dos lábios
Que um dia eu beijei.
Espero que sejas tão bom amando
Quanto quando mentes.
E o terrivel de tudo é que
Eu te amo,
Te odeio e
Te deixo ir.
Minha foto
não tem nome
mas tem dono.
No registro fotográfico,
a foto é minha,
o patrimônio autoral
é meu.
Isso ninguém tira.
Mas o processo criativo
pode e deve
ser coletivo.
Minha luz um dia
irá se apagar,
Mas o brilho do meu
nome, ah,
ele pode
ser eterno.
Uma pedra não é imaginária. Visível, concreta. Como tal, nada tem de religioso.
Mas no momento em que alguém lhe dá o nome de altar, ela passa a ser circundada de
uma aura misteriosa, e os olhos da fé podem vislumbrar conexões invisíveis que a
ligam ao mundo da graça divina. E ali se fazem orações e se oferecem sacrifícios.
Pão, como qualquer pão, vinho, como qualquer vinho. Poderiam ser usados
numa refeição ou orgia: materiais profanos, inteiramente. Deles não sobe
nenhum odor sagrado. E as palavras são pronunciadas: "Este é o meu corpo, este é
o meu sangue. . ." — e os objetos visíveis adquirem uma dimensão nova, e passam a
ser sinais de realidades invisíveis.
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