Poema pensamentos
Você vem como a brisa de uma manhã que acalma meus demônios internos. Sou sincero em dizer que todos os mais belos poemas que li são como um retrato do seu corpo.
Me Engravatei
Os furos eu tapei
O colorido eu queimei
O cabelo eu cortei
A gravata eu apertei
Os olhos eu fechei
O sorriso obliterei
Normal eu me tornei
A morte eu aceitei
A alma vem olhar pelos olhos a doce paz do seu corpo.
Ela é muito mais feliz a te olhar de quê se viesse a tocar-te.
Pois tocando-te se desfaria o encanto daquele desejo de sonho.
Passear pela natureza, sentir a brisa do verão de agosto, sentir o cheiro único da mãe natureza e respirar o verão de uma noite épica.
Desfrutando um vinho alentejano lendário e gostoso.
Domingos lendários e apaixonantes com taças da realeza cheias de vinho.
Tempo
O tempo cura tudo
Não
O tempo
Destrói
Apodrece e
Definha tudo
O amor vira
Tédio e repulsa
A paixão vira
Arrependimento
O tempo seca
Um oceano de
Sonhos
O tempo adoece tudo
↑ Direção
↓ i
→ r
↔ eção ↔
Minha insanidade mortal
Levou-me à psiquiatria
das palavras.
Insensatez moral,
a redigir
minhas falhas psíquicas.
Livro:
Fratura Exposta - Meu eu
Impresso em Páginas
Offline
Era tanta desconex@o
Que os corpos se a f a s t a r a m
As vozes se calaram,
O amor acabou ent@o.
Livro: Poem@s em rede - A poesia está on
Feira do Rolo
meu pote aberto
teu pote aberto
te dou meu treco
me dá seu teco
a poesia é uma junção ,
alegoria de potes poéticos
a palavra desloca, inspira, provoca
e promove a troca
Tenho vivido o tempo das intensidades.
Entrego-me ao amor de forma plena.
Já não aceito ser amado de forma superficial...
Trate as pessoas como vc gostaria de ser tratado... independente da forma que que elas te tratam ou o que fazem com vc... mantenha sua postura, sua conduta e seu caráter, não se venda por qualquer coisa, aprenda a ter valor e não preço...
Negrume
podem me dar tarja preta
tentem me tirar do breu
o carvão aqui sou eu
Atravessar as coisas
Atravessar as coisas
para melhor absorver-lhes
a duração e o gosto.
Aprender a paciência
de um artesanato.
Sair do outro lado
com outra densidade:
o corpo mais sólido
diante da correnteza
desses dias.
E há uma vida única que eu preciso aprender a viver e aprender a perder, eu não sei qual é a raiz desta vida, que só pelo sopro do vento, o vento arranca.
E se um dia eu tiver que partir, que não seja o coração de ninguém, porquê eu não pertenço, nem mesmo a vida inteira.
