Poema para uma Amiga que se Mudou
Escolha perder pessoas. Escolha se afastar de tudo que lhe prende. Você precisa entender de uma vez por todas que deve escolher você.
Fábrica de Milionários.
Uma camada da vida sempre está colorida, mas buscamos o cinza como forma de autopunição e não como parte fundamental para a composição da aquarela de todos os sentimentos.
Desenvolva a inteligência emocional, ela está relacionada a habilidades tais como motivar a si mesmo e persistir mediante frustações; controlar impulsos, canalizando emoções para situações apropriadas; praticar gratificação prorrogada; motivar pessoas, ajudando-as a liberarem seus melhores talentos, e conseguir seu engajamento a objetivos de interesses comuns.
Aceite opiniões construtivas. Questione novas declarações Pinte a sua vida de novas cores!
Loucura cômica... mais um D. Quixote... com a lança na mão... ops... com um teclado e uma conexão...
Uma única e simplisinha conexão e é possível alcançar qualquer pontinho deste mundo imenso... intenso... repleto de informação.
O que pode um escritor!? Ou melhor, qual o poder de um escritor!?
Nenhum.... nenhunzinho da Silva... o escritor apenas pode ter fé de mover o riso... fazer bater mais forte o coração... levar às lágrimas... levar à reflexão... só pode ter fé...
e se não for o amad@ leitor se dispor a parar sua vida... a deixar de lado o que está a fazer com seu precioso tempo e direcionar sua atenção por estas ... ou outras quaisquer mal traçadas linhas... a fala do escritor é uma fala só... bem sozinha.
Loucura cômica... e deliciosa...prazerosa.... ou não é um louco o que escreve como um louco sem garantia nenhuma de que as palavras cumprirão seu papel de transmissoras?? Nenhuma garantia há de que consigam deixar de ser palavras sem sentido... mera sequência de letrinhas... uma sopa de letrinhas deliciosa...
cômico... pois não é cômico quem fala sozinho!?
e deliciosa... porque... bem porque...
tal resposta só você, amad@ pode dar... e ainda lhe dou o direito de se deliciar a pensar aí com seus botões sobre o que eu tinha em mente ao postar este post... pelo simples prazer de postar...
Uma vasta solidão cresce dentro do meu peito, e a única solução agora e me fecha para todo o sempre...
Me vejo sozinha ao olhar no espelho, O mundo é cruel.
Safira souza
Em minha mente existe uma mega galáxia e cada vez mais está se expandindo, meu universo particular está crescendo aqui dentro♡...E nunca precisei invadir seu mundinho com meus pensamentos tão amplos e profundos que vc nunca entenderia, Apenas voei e não entre aqui.
_Safira souza_
LUAR NO CERRADO
Nos confins do sertão eis que acontece
O níveo clarão de uma diáfana doçura
Que na imensidão do céu resplandece
Descorando a negrura da noite escura
Num entreabrir desvanece e aparece
As estrelas, ornando a ti, ó formosura
Em um balé de harmonia e de prece
Enchendo de poesia, graça e candura
O luar no cerrado, probo e tão divinal
Guia da noite, confidente e boa prosa
Sempre revelado no angelical castiço
O luar no cerrado, de fase temporal:
Nova, crescente, minguante, gibosa
E ao matuto: ilusão, sonho e feitiço!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
30 janeiro, 2022, 20’06” – Araguari, MG
Quando alguém lhe perguntar...
— Posso te fazer uma crítica construtiva ?
Responda: não obrigado, eu não estou construindo, agora se quiser dar um feedback sobre fique a vontade.
Esse mundo é uma ilusão que eu não sei discernir
Até hoje eu não aprendi
O que eu sinto de emoção
Parece atuação, invenção
Parece não ter valor
Parece que a qualquer instante uma hora a casa vai cair,
O mundo virará de cabeça para baixo
E vão descobrir que tudo isso é uma armação
Que nada disso existiu
Nada tem sentido
Nada importa
Uma hora o entusiasmo vem sobre alguma determinada coisa
E aí eu penso: de que adianta?
Talvez devesse aprender a parar de racionalizar as coisas
Mas, realmente, não adianta
Tem uma voz que me grita que tudo isso é ilusão
Há algo dentro de mim que fala: Acorde!
Isso o que está fazendo, onde você está, quem você é não significam nada
E aí, raramente
Vez ou outra
Aparece algo simples, porém maravilhoso
Cotidiano, todavia fantástico
que me faz, extraordinariamente, esquecer disso por alguns momentos
Como uma folha de outono que cai leve no chão
E aí eu me permito apenas sentir..
Dizem que isso é viver.
A FÁBULA DO GUANDU E O PÉ DE BOLDO
Até uma certa altura eles cresceram próximos, bem juntos e mantiveram o mesmo tamanho, o Guandu e o pé de Boldo, mas como as espécies possuem naturezas diferentes, o Guandu precisava crescer e se tornar árvore, mas veio o impasse, se a planta crescesse na mesma posição vertical a qual se encontrava, naturalmente que seu largo caule engoliria e mataria o pé de Boldo pois os mesmos estavam muito próximos, portanto a partir de uma certa altura equidistantes o Guandu despediu-se do pé de Boldo, inclinou-se cuidadosamente num ângulo próximo de 45° tomando o cuidado de não tombar e ao mesmo tempo poupar e salvar seu amigo pé de Boldo e o Guandu tornou-se uma árvore explendorosa com suas maravilhas de flores, mas em sua memória seu amigo pé de Boldo jamais será esquecido.
[OS CAMPOS HISTÓRICOS NÃO EXISTEM ISOLADAMENTE]
Apesar de falarmos freqüentemente em uma “História Econômica”, em uma “História Política”, em uma “História Cultural”, e assim por diante, a verdade é que não existem fatos ou processos que sejam exclusivamente econômicos, políticos ou culturais. Todas as dimensões da realidade social interagem, ou rigorosamente sequer existem como dimensões separadas. Mas o ser humano, em sua ânsia de melhor compreender o mundo, acaba sendo obrigado a proceder a recortes e a operações simplificadoras, e é neste sentido que devem ser considerados os compartimentos que foram criados pelos próprios historiadores para enquadrar os seus vários tipos de estudos históricos. [...]
A saída é não utilizar as classificações como limites ou mesmo como pretexto para o isolamento. Não se justifica o recuo diante de uma curva demográfica, quando o objeto de estudo o exige, sob o pretexto de que a sua é apenas uma História Cultural. Da mesma forma, um historiador econômico não pode recuar diante dos fatos da cultura (ou dos aspectos culturais de um “fato econômico”).
[trecho extraído de 'O Campo da História'. Petrópolis: Editora Vozes, 2004, p.15-16].
SEXTILHAS DE ANGÚSTIA
O dia alvorece, o chilreio dos pássaros anuncia uma nova aurora.
Acordo ouvindo as árias do saudoso Gonzaguinha
Versos bonitos mergulham...
Dentro de mim
Mais um dia se inicia...
No meu plangente coração.
Dirijo-me ao labor das incongruências e frustrações da Justiça.
Nas profundezas do descaso e da imposição
Na desilusão, no desamor, no mar de falsidade e boçalidade...
Na desonestidade de camorras, nas falcatruas.
Caminho hilariante de bondade
Volto envelhecido na revolta de lágrimas entornadas.
À noite tudo se transforma
Na casa do saber, uma sinceridade em cada rosto
Um convite para amizades singelas
Ou amores inesquecíveis
Aí me esqueço das amarguras e diatribes do dia-a-dia
A paz, momentaneamente, renasce no meu âmago.
À noite o retorno ao lar
No trajeto filas no posto em busca de saúde.
Com chuva ou orvalho das madrugadas
A esperança é o que importa
Num manto falso de ternura
O Bela Vista se ofusca com cobertores da desumanidade.
Na tristeza do poeta, a alma é como deserto.
Como rocha isolada e explodida
Nem uma luz de esperança
Nem um sopro fugaz de felicidade
O amor apresenta como inverno
O murmurar, profundo e abatido.
Uma mente vazia é inquieta e turva.
Compete com a culpa e chora,
deseja ser como alguém lá fora
mas resvala ao ver a curva.
A vida de alguém perturba.
Pois o espúrio, atrai,
a que nem sabe aonde vai.
Barreira
Pensamentos, falação, gritos.
Quando vai acabar? Para tentar evitar isso criei uma barreira
Uma barreira, um pequeno universo dentro de minha mente para me distrair
Acredite ou não está funcionando sabe?
Por que eles falam tão alto? Meus ouvidos e minha cabeça doem.
Por que não podem falar mais baixo? Por que eles não controlam?
Se eu consigo controlar, eles também conseguem.
Acho que me bloqueei tanto de meus sentimentos que não sei como expressa-los
Não sei minha cor preferida
Não sei minha comida preferida
Não sei oque mais gosto de fazer
Não me conheço
Eu sou uma estranha para mim mesmo
Eu me odeio por isso
Não tô ligando para nada
Para nada
Tudo para mim e "tanto faz"
Não sou uma boa irmã
Sou uma péssima irmã
Não quero isso
Quero agradar todo mundo
Não sou oque meu pai queria que fosse
Não sou oque mim mãe queria que fosse
Mas esses pensamentos nem me afetam
Por causa da maldita barreira
Aquela barreira que me bloqueou de tudo
Mas por um lado me fez bem
Agora não me machuco
Mas mesmo não me machucando, não estou bem.
Não estou feliz, não estou triste
Apenas picos de energia aleatórios no meio do dia
Apenas estou aqui
Existindo
Picos de energia que aparecem em qualquer momento
Mas não estou bem
Queria estar
Mas não quero me machucar
[UMA DEFINIÇÃO DE IMAGINÁRIO]
Em uma de suas acepções possíveis, podemos considerar o 'Imaginário' como um sistema ou universo complexo e interativo que abrange a produção e circulação de imagens visuais, mentais e verbais, incorporando sistemas simbólicos diversificados e atuando na construção de representações diversas.
[extraído de 'O Campo da História'. Petrópoçis: Editora Vozes, 2004, p.93].
Boa noite 🙋
Que os ventos lhe tragam calmaria para uma noite tranquila. Que a paz chegue e acalme sua mente, sua alma, que você tenha um bom descanso, uma noite abençoada e cheia de bons sonhos.
Uma noite revigorante para o seu amanhecer feliz! 😘💋❤️
Fotografia no túmulo
Oh, quanto eras bela!
Chegaste à formosura
da juventude
E em uma aquerela
pousaste,
feito asas de borboletas
resequidas aos ventos!
Os olhos ainda é da juventude.
Paraste o tempo em plenitude
e recortaste o olhos de sua mãe
a pele do teu pai sobre as narinas!
E então pousou-se sobre um sepulcro
onde as aves revoam em vultos
cantoralando, quase um cordel
de rimas que se alcançam o céu.
Eras, pois a formosura da irmã
que antes de envelhecer
te oferecias o afã. da música sepulcral
a oferecer-te sob o véu.
E foi assim o tempo
com teu lamento de pássaros
em arrulhos, diferente do teu barulho
que agora deixa-te no silêncio.
No espelho
A menina valente
Que hoje eu vi
Tem esperança no peito
É uma pequena aprendiz
Tem olhos calmos
Tem sorriso florido
Só está meio distante
Com seu coração ferido
Tão cheia quanto a lua
É atrevida essa menina
Quando se vê no escuro
Dança como bailarina
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 31/01/2022 às 23:30 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
#rimas #poesiabrasileira
O desconstrutor dos bons valores assenta seus princípios morais em uma fundação de lama.
Goncalvesdarocha
Sabedoria amiúde
Existia em um jardim milhares de flores, uma mais linda do que a outra. E em especial uma que se destacava por sua simplicidade, delicadeza e perfeição em cada detalhes. Que a faziam ser extremamente admirada por todas as outras a sua volta e também por cada um que visitava ou passava por ali por perto.
E ela nunca se via desta maneira e sempre se achava diferente ou estranha. Vez ou outra isso a deixava triste mesmo em meio alguns sorrisos e perante algumas pessoas. Mas ela sentia a dor sufocando nestes momentos e muitos dos que ali a rodeavam não percebiam; mas sempre existe aqueles que conhecem e percebem a forma e a maneira de você estar. Foi aonde a flor mais exótica do jardim se aproximou e disse:
Não sei e não entendo o motivo de sua tristeza, porque você é a mais bela que existe aqui entre nós e um espelho até para mim que aproveito do seu esplendor para não ser tão exótica, estranha ou feia. Porque todo o ambiente se transforma ao amanhecer quando os primeiros raios de sol surgem e começa a iluminar todo o jardim. E todas as outras, sim, todas no jardim esperam o maior de todos os momentos que se pode querer ou ter na vida.
Que é quando você é iluminada, tudo a sua volta perde o sentido, nada parece existir tamanho o brilho e beleza com que tudo é refletido em você, paralisando quase que o mundo para nos mostrar a sua importância para nossa existência. Não se sinta menos ou inferior, porque aqui neste nosso mundo precisamos de você bem, para existirmos e sermos notada com nossas qualidades ou defeitos. Sermos apreciadas pelo que somos e da maneira que fomos criadas, então se erga, floresça e brilhe sempre. Porque é isso quem nos faz ter alegria e forças para viver.
Você.
Ricardo Baeta.
Você sofreu uma perda indescritível. Precisa de tempo para digerir tudo. Por favor, não faça nada que o fará se arrepender pelo resto da vida.
(Lanterna Verde)
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