Poema para um Lider

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⁠"Neste momento há uma mente tranquila dormindo em um papelão,
em outro lugar uma mente perturbada dormindo em uma mansão,
qual prazer pode haver na carne?"

Inserida por LeonardoMasc

⁠Sou como a água de um rio…
Calada, disfarço minha fúria,
Você olha, acha que é calma,
Mas no fundo… sou abismo.

Tente mudar meu caminho, ouse me parar,
Levante barreiras, cave desvios…
Só não esqueça:
Minha força não se mede na superfície.

Debaixo do que parece paz,
Escondo correntezas traiçoeiras,
Buracos que te puxam,
Te arrastam… te afogam.

Pode tentar me secar,
Gole a gole,
Como quem suga por um canudo…
E quando achar que me venceu,
Surjo, escorrendo onde você menos espera.

Eu sei esperar…
Silenciosa, espero o tempo das chuvas.
E quando elas caem,
Eu transbordo.
Eu invado.
Eu quebro.
Eu retomo tudo aquilo que é meu.

E nesse instante, meu caro,
Só resta dobrar os joelhos,
Pedir perdão ao Deus que te resta…
Porque eu te puxo,
Te abraço nas minhas sombras,
E te mostro que com a força de um rio…
Ninguém jamais deveria brinca

Inserida por adnaline

⁠Irmão danado

Vou relatar em poesia
um fato que aconteceu,
que em todo canto que eu ia
mas o danado de um irmão meu,
ele gostava de fazer intriga
vivia procurando briga
e quem apanhava era eu.

Pense no cabra cabuloso
era esse meu irmão.
o danado era arretado
metido a valentão,
em toda briga que se metia
ele sempre se saía
e me deixava na confusão.

Mas um dia numa festa
ele achou de procurar,
briga com um cidadão
que era da militar,
pense no homem frouxo
apanhou que ficou roxo
pra aprender se comportar.

Novamente fui uma festa
mas o danado do meu irmão,
eu tava na mesa tranquilo
de repente vi uma confusão,
era uma briga louca
meu brother levando tapa na boca
no meio da multidão.

Eu cheguei gritando
vamos deixar de confusão,
meu brother saiu correndo
do meio da multidão,
e eu fiquei na festa
levando tapa na testa
por causa do meu irmão.

Depois de tanta briga
eu fui falar com João,
pra ele ir embora
daquela região
onde ele só brigava
todo dia ele apanhava
e me metia em confusão.

Então meu irmão foi embora
e me deixou em paz,
hoje vivo tranquilo
não ando brigando mais,
Até que o danado faz uma faltinha
de vez em quando umas briguinha
nos alegra é satisfaz.

Inserida por PoetaManoelBatista

⁠O Amor Morreu

Pensaram ser um simples mal estar
Diariamente era a tristeza a chamar
Ilusão de quem roubou seu coração
Tocando angústia como bela canção
A mentira cruel chegou para ficar
Na troca de corpos pegou seu lugar
O choro desprezado ganhou solidão
A vida de sonho virou traição
Seu bom coração não pode aguentar
Triste fim não se pode voltar
Nas mágoas da vida ele se perdeu
Infelizmente o amor morreu

Inserida por silvio_flamel

⁠O Recomeçar

Um dia o mundo parou
Mundo que o mundo cansou
Pessoas levadas na dor
Perdendo quem deu seu amor
Doenças tirando a paz
Mostrando que assim não se faz
Mudar a razão e querer aprender
Pensar no irmão e sabendo viver
Uma história de amor
Foi embora essa dor
Tudo enfim passou
E um novo dia chegou
O recomeço é difícil mas vem
De mãos dadas juntos para o bem
Correndo livres para mudar a história
A paz vem junto com a nossa vitória
Um por todos para ficar na lembrança
Todos por um para nós dar esperança
Olhando em frente a vida voltou
O mundo ainda gira
E transformou quem eu sou

Inserida por silvio_flamel

⁠Amar não é esperar
ter o reconhecimento do outro
quer ser reconhecido
procure um cartório de notas

Inserida por silvio_flamel

⁠Liderança de verdade não é apenas um cargo.
É quem segura o time no colo quando o mundo desaba.
Não precisa de reconhecimento ou aplausos,
mas sim da capacidade de motivar sua equipe.

Inserida por leoazevedobr

⁠⁠CONGRESSO EM ÓRBITA
(por um poeta em Marte)

No púlpito, a voz acadêmica
Simula um fervor de retórica,
Mas tudo que exala é política
Com gosto de névoa catártica.

Promete um país de harmonia,
Com leis de fachada plástica,
Mas trai, na proposta utópica,
A ética em curva pragmática.

Do claustro marciano observo
Os jogos em tela lunática —
Debates que brilham sem verbo,
Em marcha de lógica tática.

A esperança, agora sintoma,
Veste um glamour de crendice.
A Terra adormece em diploma
Assinado por sua mesmice.

E eu — sem consolo ou doutrina —
Risco um rastro que vacila,
Um canto sem lei nem figura,
Brindando ao vazio com tequila.

Inserida por ninhozargolin

⁠Desde que cheguei em São Paulo, tudo parece um sonho elétrico — um glitch entre o que fui e o que estou virando. As luzes de neon cortam o céu cinza como cicatrizes brilhantes, e o concreto pulsa sob meus pés como se a cidade tivesse um coração cansado. Tem um sentimento estranho em mim — não sei se é liberdade ou abandono. Talvez os dois.

Ando por entre sombras digitais, reflexos distorcidos em vitrines vazias, procurando algo que nem sei nomear. Carrego memórias como códigos antigos, corroídos pelo tempo, mas sigo. Sou jovem. Sou livre. Tenho coragem pra encarar a escuridão com os olhos bem abertos.

Aqui, ninguém diz tudo. As palavras somem entre o ruído das máquinas e os sussurros do vazio. Mas mesmo sem sono, mesmo me perdendo, eu caminho — porque mudar é preciso, e o recomeço às vezes nasce do colapso.

Entre sobreviver e viver, escolho me arriscar. Escolho existir.
E nessa cidade que nunca dorme…
eu também nunca desligo.

Inserida por Arcanjo_chann

⁠Sobre dor...

A dor de viver é um peso que vai se arrastando, sem fim. Cada passo parece uma montanha que se ergue à frente, intransponível, e mesmo respirar, esse ato simples e essencial, dói. O ar entra pelos pulmões, mas não traz alívio. Ao contrário, ele parece carregar um fardo invisível, uma pressão que se acumula dentro de nós. O coração bate com força, mas não há alegria nessa pulsação. Só há uma ausência, um vazio que consome.
Existir dói porque, muitas vezes, a vida não faz sentido. O tempo passa, mas as feridas não se fecham, e cada lembrança, cada pensamento, é uma lâmina que corta mais fundo. O peso das escolhas, as promessas quebradas, as esperanças frustradas… Tudo isso se mistura num amontoado de memórias que se tornam ainda mais dolorosas à medida que o tempo se arrasta.
É difícil manter a sanidade quando tudo o que se quer é desaparecer, sumir daquilo que, paradoxalmente, chamamos de "realidade".
O simples fato de estar vivo se transforma numa luta constante contra a própria existência, como se a própria respiração fosse um lembrete cruel de que, para continuar, é preciso suportar a dor.
Viver, em alguns momentos, é como carregar uma cicatriz que nunca cicatriza, uma ferida aberta que não se cura. E as noites, essas noites intermináveis, parecem se arrastar, como se o tempo estivesse contra nós, nos empurrando sempre mais fundo nesse abismo de sensação de que nada importa. E talvez, por mais que tentemos, nunca seremos capazes de escapar dessa prisão silenciosa, que é o simples fato de estar aqui, agora, vivendo.

Inserida por RaySSousa

⁠Hoje eu poderia ter me rendido
Rendido a um desejo antigo
Aos maços de cigarro que um dia me fizeram companhia;
A segurança que sentia ao procurar aquele abraço;
Aos sorrisos falsos e álcool sempre ofertados;
E caso continue citando, me tornaria uma covarde, revirando uma eu que não existe mais!

Inserida por Indomavelalegoncalve

⁠''Te Escolhi''
Me rotule
como o homem
que ninguém nunca conheceu.

Em terras gringas,
sem um bom dia
de quem amo —
mesmo assim era seu.

Indiferença,
sua ausência
era estima minha.
Só um profundo:
"Por que?"
Será que isso é realmente o amor?

Poesias,
saudades,
solidão...
Acabou.

Londres, Paris,
Espanha, Cabo Verde,
Portugal, Angola...
Olha lá o brasileiro
morrendo de amor.

A vida ensina mais que a escola,
então entendo
por que homens com H maiúsculo
são promíscuos.
Não é cópia e cola.

Compartilhamos das mesmas ideias,
mas eles mentem e buscam,
enquanto eu falo e busco.

Talvez eu seja
a mente e os músculos,
e eles só... H maiúsculos.

Mas também sinto fome.

E mesmo te escolhendo
entre tantas opções,
nunca deixei de ser homem.

Não é pra me exaltar,
nem dizer que sou foda.

Erro é a sensação de prioridade
a quem parece
que não me escolheu.

Minha palavra é:
eu sou o homem
que ninguém nunca conheceu.

Inserida por maicon_martins_2

...⁠As Amarras da Liberdade...

Por que clamo ser livre se o passado me acorrenta,
um eco de "e se" que na mente se sustenta?
Por que digo ser livre se a sombra da opinião alheia
me rouba o ar, me prende a cada ideia?
Liberdade, não é mero sussurro, nem desejo fugaz,
é abismo que se explora, mar de paz.
Não é ilha solitária, nem segredo guardado,
é ponte que se ergue, laço compartilhado.
Que adianta o meu voo, se o irmão ao lado
está preso em si, em seu próprio fardo?
Engolido pela norma que a sociedade dita,
onde a liberdade vira ilusão, bendita.
No fundo, um grito mudo, uma verdade crua:
a liberdade, hoje, é a hipocrisia nua.
Descoberto o amargo, o preço do viver:
sem o vil metal, como podemos ser?
A liberdade se esvai, um conto que se perde,
na cela dourada onde a alma se vende.

Inserida por gabriel_luiz_maroli

⁠Entre Nós

Nos gestos suaves do dia que nasce,
há um toque sutil que o amor disfarça.
É no olhar que repousa a esperança,
no silêncio que a alma se abraça.

Afeto não grita, ele dança em segredo,
num cafuné feito em meio ao medo,
num abraço que chega sem ser chamado,
num “tô aqui” sussurrado ao passado.

O carinho é chama que nunca se apaga,
é cuidado em forma de palavra.
É o cobertor nos dias de frio,
a presença que aquece sem fazer barulho.

E quando a conexão acontece,
não é só corpo — é alma que tece.
São corações que se reconhecem,
em cada toque que não se esquece.

Amor é mais do que só paixão,
é afeto que vira canção,
é cuidado, ternura e verdade —
um elo profundo em plena liberdade.

⁠A verdade entusiasma
por ser bela e transparente,
mas também é um fantasma
que incomoda muita gente.

Inserida por AntonioPrates

⁠Entre Murais e Memórias: Crônicas de um Coração Errante

Prefácio

Nesta história, realidades e sonhos se entrelaçam. Em meio a muralhas medievais, surge uma donzela e seu cavaleiro, unidos por gestos, palavras e sentimentos que resistem ao tempo e à dor. O amor, aqui, é vivido em suas formas mais profundas — como descoberta, como saudade, como força.

O que você encontrará nestas páginas são relatos verdadeiros, transformados em uma ficção simbólica. Cada personagem, cada lugar, carrega o reflexo de pessoas e momentos reais. Este diário é uma viagem — uma forma de dar voz ao que foi sentido e calado, de contar histórias vividas como lendas.

Venha comigo. Atravesse muralhas, leia entre linhas e se aventure em um mundo onde o coração é o mapa e a emoção, o destino

Inserida por luiz_insano

⁠Há um instante em que tudo aquieta.
O mundo não corre.
O coração entende —
é agora, sem pressa.

A vida fecha o que não sustenta,
abre devagar o que pode florescer.
E quando não é hora,
ela apenas silencia.

O tempo certo é gentil.
A hora certa, quase um beijo.
Quem sente… sabe.
E só vai.

Inserida por daniel_auvray

⁠Gota sombria que escorre no vento,
Perfume amargo de um último lamento.
Vem sutil, como beijo em silêncio,
Trazendo o fim num toque tão denso.

Não grita, não chama, apenas sussurra,
Seu cheiro é flor que ao toque ezala.
Mistura de medo, mistério e sorte,
Na pele, a marca: o cheiro da morte.

Goteja no tempo, invade o ar,
Como se o mundo parasse pra olhar.
Não tem cor, nem rosto, nem norte —
Apenas perfume... gota de morte.

E quem respira, sem saber, se entrega,
À dança final que a noite carrega.
Mas há beleza, mesmo no fim,
Na gota que leva e dissolve o "sim".

Inserida por clebernovais21

⁠Tudo como é, matéria ou não, pode estar em qualquer lugar, em um só lugar como em dois ou mais lugares ao mesmo tempo ou viajando por ele (tempo) segundo um designio que lhe é próprio.

Teoria metafísica.

Inserida por brunoescritor01

O Peso da Escolha
No peito, a escolha pulsa, um fio que tece e corta,
Decisões que se impõem, de uma verdade que conforta.
Dói, eu sei, a alma sente, cada golpe, cada adeus,
Mas há um bem maior que exige os nossos céus.
A dor de outrora, companheira, moldou o que sou agora,
Um rio de lágrimas secas, que o tempo não devora.
Hoje, o sofrer me visita, um vulto quase invisível,
Pois a tempestade antiga me fez forte e indomável.
Não é ausência de sentir, nem um peito que não sangra,
É a sabedoria que a vida, em suas dores, nos consagra.
Que algumas trilhas, embora árduas, são essenciais ao fim,
E a cicatriz que fica é o que resta de mim.

Inserida por juliana_kimura