Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Deixar de enfrentar os grandes problemas que estão à vista de todos para apontar problemas que não existem é uma prática mais comum do que se imagina em empresas, famílias e relacionamentos em geral. Muitos chamam a isso de incoerência. Eu chamo de covardia.
O tempo, ele mata todos os deuses, mesmo sendo eles omnipotentes, omnicientes, onipresentes, omnibenevolente, invencíveis e imortais.
Só que a MAIOR força da humanidade ou da natureza humana, chama-se burrice. E é somente ela que matando seus deuses, eles sempre colocam outros no mesmo lugar. #deusesnaoexistem
Graças aos noticiários matutinos, começamos o dia informados de uma série de acidentes e crimes e tragédias pessoais que fazem menos diferença em nossas vidas do que a previsão do tempo.
Por mais caprichados que sejam o currículo, o perfil no LinkedIn, o PowerPoint, os stories, o terninho, a gravata, a pose, a prosa, a frente e o verso, não se deixe iludir: no dia a dia é que a gente sabe quem é quem.
Caminhar de manhã pelas calçadas ensolaradas, sentindo o cheiro das plantas e admirando as cores da cidade que desperta, dando bom dia para pessoas que sorriem para mim sem sequer me conhecer, tem sido algo mágico em minha vida -- quase tão bom como dormir até mais tarde numa cama bem quentinha.
Uma das formas de erradicar um tumor ou câncer. É estrangulando as veias ou artérias que a eles estão alimentando.
Marcelo Carlos Rodrigues
Comparar-se aos que sofrem, aos doentes e desamparados, como forma de concluir que, afinal de contas, não se está assim tão mal... Pode haver maneira mais indigna de enfrentar os próprios problemas?
Se todos os insetos fossem eliminados da terra, todas as formas de vida desapareceriam em poucos anos. Se todos os seres humanos fossem eliminados, todas as formas de vida floreceriam. Logo, levando-se em conta a nossa importância na natureza, faz sentido imaginar que somos alienígenas.
A Bíblia sagrada poderia ser resumidas numa única frase: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida" é, ainda assim teríamos questões quase intransponíveis acerca do caminho e da verdade, já que muitos falam em nome de um Deus que sequer conhecem.
A maior de todas as promessas, depois da vida eterna é: "Tudo o pedires em meu nome (...) e já foi transformada num falso segredo, onde o pedido passou a ser endereçado ao universo.
Todos sabemos que Deus não fala com homens, entretanto, o que mais se vê são mensagens com falsos recados, visões e revelações, como "Deus mandou dizer" ou "Deus me revelou".
No fundo, só há uma verdade absoluta e também está escrita, mas ninguém quer ler: não espere nada, movimente-se, se esforce, trabalhe. (Jo 41:15).
"Só peço que não me rotulem", disse um homem numa roda de amigos.Eles fingiram concordar com ele, enquanto pensavam, lá com seus botões: "Pretensioso." "Autoritário." "Intransigente." "Cretino." "Sem noção."
Num momento sou um barco no oceano, no outro sou o próprio oceano. Que estranha aventura essa de ser, a um só tempo, o sonho que pulsa e o dente que dói.
E então, de repente, sem rufar de tambores ou troar de trombetas, chega o dia em que somos compelidos, não por Deus, mas pela consciência, a prestar contas dos talentos que nos foram confiados. Uma estratégia é tentar se convencer de que "tudo vale a pena quando a alma não é pequena". Mas nem sempre funciona.
Alguma coisa deve estar muito errada com uma sociedade em que as pessoas têm sempre tantas explicações e tão poucas dúvidas.
Os tolos eou idiotas, quando não se enxergando.
Eles desconhecem que são e vive pensando que não são.
Seguir o coração, sim, sempre, com certeza. Mas não sem antes trocar um dedo de prosa com ela, Dona Razão.
Quando a vida termina? Conforme a definição médica mais aceita, é quando ocorre a morte cerebral. Já eu, embora sem qualquer comprovação científica, acredito que morremos quando deixamos de sonhar.
Que bom seria se a sabedoria da Humanidade fosse cumulativa. Mas cada geração precisa conhecer o horror da guerra com os próprios olhos, sentir o dor do látego com a própria pele, descobrir o valor da Liberdade à custa das próprias perdas. Deveríamos aprender as coisas ruins nos livros e as boas, estas sim, vivendo-as intensamente. Porém, por mais lições que nos traga a História, em larga medida não somos mais do que aprendizes daquilo que já deveríamos saber.
