Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Enquanto adolescentes, colocamos em xeque o amor de nossos pais por nós, ademais, achamos que somos os donos da razão, todavia, quando nos tornamos pais, percebemos que amamos muito mais que somos amados.
"...O mais raro do amor, é encontrá-lo com a intensidade das almas, que se tocam e confabulam, para além das dimensões aparentes da existência...
Ser perceptível é aprofundar-se no momento presente sem deixar pra traz a sua história e sem abandonar os seus sonhos.
É preciso amar as pessoas, mas para isso precisamos aprender a amar a nós mesmos. É preciso perdoar os outros, mas temos, antes, que nos perdoarmos e esquecermos os erros cometidos, exceto para não reprisá-los.
Amar não pode ser sinônimo de conflitos e sofrimentos, mas de libertação, bem estar, alegria e prazer. Da mesma forma que a busca pela espiritualidade também não pode resultar em angustias e sofrimentos: como o amor, a religiosidade, deve ser libertação.
Amar incondicionalmente é alimentar a própria alma, sem se entregar a paixões desenfreadas, conflitos e sonhos impossíveis.
Nós temos uma visão para este lugar. Só precisa de sangue jovem, gente como nós, cansada da cidade grande, procurando um recomeço.
O Diabo nas Artes cênicas é uma expressão corporal, nas Religiões um partido político Capitalista e na Política uma prática Religiosa.
Talvez haja algum instinto secreto nos livros que os leve a seus leitores perfeitos. Se isso fosse verdade, seria encantador.
Nosso clube do livro nas sextas à noite se tornou nosso refúgio. É uma liberdade particular perceber que o mundo se torna cada vez mais escuro à sua volta, mas que só é necessária uma vela para enxergarmos novos mundos se revelando. Foi isso que encontramos na nossa sociedade.
"O cuidar dos funerais, a escolha da sepultura, a pompa das exéquias, visam mais à consolação dos vivos do que ao interesse dos mortos."
Acho que tenho um pretendente, mas ainda não me acostumei direito com ele. É incrivelmente charmoso e me faz corte com refeições deliciosas, mas às vezes acho que prefiro pretendentes nos livros em vez daqueles de carne e osso.
Quando meu filho morreu (...), as visitas vinham me dar pêsames e, achando que isso iria me consolar, diziam: “A vida continua.” Que bobagem, eu pensava, porque é claro que ela não continua. É a morte que continua (...). Não existe fim para isso mas, talvez, haja um fim para o sofrimento que isso causa.
Nunca diga eu acho,eu já fiz meu melhor,eu tentei.Nâo há tentativas ou se faz ou não faz.Á cada dia somos melhores que ontem e quando se tem a certeza de sua aptidão e sucesso faça,!é logico falhas podem existir uma vez ou outra,mas com erros vem os acertos ,os erros só servem pra gente melhorar nossa capacidade de acertar.
Temos que representar bem o nosso papel no palco da vida, pois ao final do espetáculo poderemos ser vaiados ou aplaudidos.
