Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
POEMA DO CÚ
"Insípida vida, amada ou profana, de certo a convicção patente e bacana, de um CÚ apaixonado e sofrido, invadido, por mérito ou por um oportunista sacana."
SB
Quem tem boca, vaia Roma.
Conheci a cidade de: Santa Bárbara
Que coube no meu poema.
Mas eu não queria, camarada!
Cidade do requeijão.
Cautela, nem só de pão
Vive o homem.
Ouvi barrigas rugindo de fome.
Enquanto a burguesia fazia ceia.
Não, não existe amor em SB.
Eu como poeta,
Passeando por ela,
Encontrei: Poeta e Poetisa sem inspiração pra
recitar poesia.
Crianças amontoadas numa sala,
Porque sua escola tinha sido fechada.
E o professor com seu diploma na mão.
Esperando a próxima eleição.
O político Judas passando na casa do povo: abraçando e beijando,
E comprando seu voto com cesta básica, ou com um trocado.
O ferreiro, o vendedor ambulante; só ganha o de comprar o
seu pão.
O sambista com a coluna entrevada, pois não pode mais sambar.
O cantador de viola,
Agora passou a cantar arrocha.
Não encontrei um museu.
E a biblioteca que tinha, com os livros empoeirados.
Já vi que o artista nela não é valorizado,
E nem a cultura popular!
A censura aqui é disfarçada.
Fui no hospital, e vir a saúde na fila de espera.
Vi também; homens lavando carro, na beira da pista, por não terem emprego.
Na praça Donato José de Lima,
Encontrei vários artistas, vários;
Sem poderem exercer sua arte.
E esperando o São João para vê
um artista de outra cidade.
Coitada da Santa Bárbara,
Terá que fazer mais milagres.
-Agora, aonde se encontra o dinheiro público?
-Está guardado para o mês de outubro.
-Quando eu acordei, tudo isso não se passara de um sonho.
Linguagens
Prosa e poesia, o dilatado poema se molda nas vestes do poeta professor, em crônica tocadas em sons provensais, soa arte, reflexões e bravatas filosóficas misturadas por tudo em meio às expressões e insígnias simbolizando o viver em temporalidade.
Poema para o M(ar)
À frente estava ele, revolto, barulhento
Mas era um barulho silencioso
Era paz
As ondas se faziam fortes
O vento soprava por entre as pessoas
Chovia
Parecia calmo, mas não estava
Algo acima dizia:
Vai dar tudo certo.
Eram as estrelas.
amanheceu
então faça um desenho
do seu coração
escreva um poema
sobre sua alma
ou faça as contas
de quanto tempo lhe resta
ou uma lista do seu dia
coloque aí tudo o que for bom:
paz, alegria, esperança
fé, amor, Jesus
e tudo de melhor
que couber em 24 horas
e seja imensamente feliz
com o que lhe for
proporcionado!!!
Fernanda de Paula
Instagram: fernanda.depaula.56679
Novo Instagram: mentepoetica2020
MEU CORPO ÉS UM POEMA
Eu não acho
Feio um corpo com estria.
O corpo é um verso.
E qual é o poema que não tem linha?
Infelizmente tem o analfabeto funcional
Que não sabe interpretar uma poesia.
POEMA MEU
Ela é mora
No lado esquerdo do meu peito.
Dona da minha cabeça;
Por ela tenho muito respeito.
Eu paro e assisto sua beleza
Como se eu estivesse num cinema.
O povo diz que não sabe
Com que palavra ela conquistou este poeta negro.
Mas eu sei:
Sendo apenas meu poema.
Meu poema
Espalhei palavras no vento:
As quais só sabe declamá-las meu coração.
As letras L, O, R, E, N, A
da pra escrever um poema.
E completá-las com as letras A, M, O, R.
Pois, ela é minha benção, dada pelo meu grande Salvador.
Ela não é loira
e nem morena...
Ela é a Lorena,
minha professora.
Você me ditou aquele poema em sonho
Suas palavras, não minhas
Se te doem, saiba que são suas
Colha os espinhos que plantou em mim
Eu floresci em meio ao seu cemitério de sentimentos
E doeu, viu?
Mas olha eu aqui,
intacta
Exceto pelas palavras.
Comece a escrever conte seu poema
Talvez uma vida pobre de problemas
Quantas lágrimas caíram e não acreditei
Se for para sonhar, um dia sonhei
Tenho fé e tudo vai mudar
Esperança é última que morre
Só Deus vai me julgar
Mais um dia na mira bala
Desvio do mal ,o fio da navalha
Aprendi a ser forte , aprendi com a dor
Vida de pobre é a sim , não com amor
Pensamentos felicidade
Mas aturo muito covarde
Meu ódio ,meu rancor ,os guardo
Tenho princípios não me comparo a maldade
Preste atenção ,em todas as palavras
Depois me diga ,que não sabe mais nada
E fácil dizer mentiras e ter aquilo que se quer
Difícil é viver a verdade e ainda assim vencer
Vejo hipocrisia de todos os lados
Amigos ,família,muita falsidade
Ainda mais de quem está por cima
Desmerece quando manda
Mas logo está na lama
Sigo princípios desde criança
Mesmo com pouco era feliz
Aprendi a ter humildade
Chegar e ser respeitado
Ter caráter é ser homem de vdd
Sem pisar em ninguém
Sigo a estrada da vida
Um dia olharei os meus passos
Poucos que duraram ,mas sem medo
Pois sempre soube o que fiz
De cabeça erguida ,estarei feliz
A poesia mente
o poeta é sedutor
a palavra engana
o poema ri
e o ponto de referência
é o porto que não se vê
mas está lá, ancorando corações
a poesia mente, mas faz um bem danado...
POEMA DO NADADOR
A água é falsa, a água é boa.
Nada, nadador!
A água é mansa, a água é doida,
aqui é fria, ali é morna,
a água é fêmea.
Nada, nadador!
A água sobe, a água desce,
a água é mansa, a água é doida.
Nada, nadador!
A água te lambe, a água te abraça
a água te leva, a água te mata.
Nada, nadador!
Senão, que restará de ti, nadador?
Nada, nadador.
Poema do Medo..
Medo doq? O medo nós impede de muitas coisas nos controla nos faz ficar na dúvida do "sim" ou do " não" e por conta do medo optamos pelo "não" e na maioria das vezes não era nada aver doq pensávamos por conta do medo, sentimos medo pq somos humanos o medos é uma das características humanas,mais ao mesmo tempo q ele surge vem aquela adrenalina do famoso. "será meu Deus" o medo faz parte do dia a dia mais ele só perde pra outra característica humana chamada "vontade de ser feliz"....(, inspiração, Moça do sorriso lindo..Kay..❤️)
Requiem for Adílio Lopes
Adília e Adílio, ambos Lopes
oferecer-te um poema
em forma de livro
de receitas
cozer-te pão
para o coração
há tanta falta de pão
para o coração.
(Pedro Rodrigues de Menezes, Adílio Lopes XV)
Adília
e
Adílio
comem
pão
de ló
pelos pés
Lopes.
(Pedro Rodrigues de Menezes, Adílio Lopes, XVI)
imagino-te
como vieste
ao mundo
de pano do pó
na mão
e sem mais nada
por cima
por baixo
mas cheia
de coração.
(Pedro Rodrigues de Menezes, Adílio Lopes, XVII)
Herberto Helder
convida
Adília Lopes
para jantar
duas solidões
uma doméstica
não domesticada
outro uma artéria
sem pressão arterial
ponto de interrupção.
(Pedro Rodrigues de Menezes, Adílio Lopes, XVIII)
o teu cabelo
Adília
o teu cabelo
Adília
é uma rosa
de ventos
ventania
poesia.
(Pedro Rodrigues de Menezes, Adílio Lopes XIX)
os capítulos
capitulam
esta história
no fim triste
cumpriu o destino
de Adílio Lopes
morreu nos braços
de Adília Lopes
no dia em que se conheceram
consta que morreram
Adílio Lopes
os gatos
e só sobreviveu
Adília Lopes
e as suas baratas
mas sobre os gatos
assassinos
que esgatanharam
(não confundir com esgadanhar)
o corpo de Adílio Lopes
ninguém escreveu.
(Pedro Rodrigues de Menezes, Adílio Lopes, XX)
Nota: termina a história de Adília e Adílio, ambos Lopes.
FAÇO-TE UM POEMA
Sá de Freitas
Sandra Mello eis aí o meu poema,
É um soneto à mais linda flor dourada,
Que me torna essa página encantada,
Com perfumes de rosa e de alfazema.
És a jóia Sandrinha, rara e pura,
Que brilha entre as estrelas, na poesia,
Pois teu sorriso é uma fonte de alegria,
Que enche a nossa alma de ternura.
És bela, és simpática e atraente,
És amiga leal que docemente,
Fazes do coração o nosso abrigo.
Rogo a Deus que o tempo não consiga,
Fazer deixar-te de ser minha amiga,
Pois quero ser o teu eterno amigo.
Um Poema em movimento
Os dois apaixonados, naquele jeitinho manso.
Bem grudados, grudadinhos, naquele balanço.
Abraço Vai...
...Abraço Vem
Naquele abraço apertado
Os dois com jeitinho maroto.
Pois não é que o balanço começou a ficar T
O
R
T
O.
E de tão apaixonados
Casaram-se em fim.
Mas o namoro no balanço
parecia nunca ter fimmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm....
"A abóbada celeste contém todo o destino da humanidade. Basta poder ler esse poema maravilhoso.
Há algum ensinamento mais belo que o do zodíaco, o único livro que o homem não conseguiu destruir?"
POEMA DA SOLIDÃO
Serei tão secreta
como o tecido da água
e tão leve
e tão através de mim deixando passar
toda a paisagem
e todo o alheio pecado
do gesto, da presença ou da palavra
que logo que a tua mão me prenda
me não acharás:
serei de água
PLEONASMO DO POEMA-POESIA
O Poema é uma centelha
Concomitantemente
Conclamada e errática.
O Poema é a equação
Que habita o cérebro
Da nossa dualidade:
Pavimenta a alameda da emoção e da racionalidade.
O Poema é uma enigmática areia movediça:
Rebenta prenhe ou órfão de um intento
E trilha vias do alcácer das viroses dos abstratos, concretos tormentos
(sejam os frívolos dissabores, seja a dantesca
luminescência da bruma do quase aniquilamento),
Antes de se transmudar em monumento
Á Lógica, ao tornado dos vulcânicos sentimentos
Ou ao maremoto dos libertários devaneios.
O Poema é a aquarela
De um premeditado
Ou inesperado Estalo:
Nasce no córtex,
Navegando pelo
Oceano de teias e correntes da mente
Para, em seguida, desaguar sobre
O espaço vazio como palavra:
Quer Verso insalubre, amarelo, hospitalar, alegria flagelada;
Quer jucunda ventania, Poesia em estado de Graça!
JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
Poema infantil.
Comprei uma rosa
ela era muito cheirosa.
Alegrou meu coração,
fiz uma canção...
Minha composição...
Vinícius Araújo de Souza
10 anos
Quarto ano.
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