Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
Falamos do amor como se estivesse-mos falando de alguém, ele, o amor; ela, o amar; na verdade nós não vemos, sentimos, ele é tão presente que nos surpreende a cada dia, ele é o fogo consumidor que age junto com a ousadia !
Me surpreendo com o amor sempre como uma criança sem dinheiro, sem herança, carrego na minha bagagem somente uma lembrança, o AMOR de uma criança , essa criança que hoje se tornou uma mulher e sem dinheiro, sem nada, só posso dar o que ela quer, e o que ela deseja de mim é o que ela me deu quando criança hoje devolvo minha bagagem que é o que eu levei de lembrança !
Não te peguei mulher, nem te peguei criança, tenho certeza que tudo isso é amor, mais porque tanta disconfiança, meu amor é tão puro por você que eu nem consigo te explicar, dizem que o amor é cego por isso que eu só sei te amar !
Amor de verdade não tem hora pra aparecer,
quanto mais você procura dificilmente você vai ver, quando menos se espera ele vai te surpeender !
Saudade é a dor que nasce do amor e que, como ele, causa prazer ao ser sentida situando-se entre a melancolia e a esperança, nos lembrando que a felicidade um dia nos visitou...
Sou como um descobridor, e pertenço ao amor, conheço a terra alheia, pois tudo que olho descoberto se tornou.
Sou o verbo generoso que escolhe os seus, sou o perfume do amor que escolhe a quem amar. Sou o eterno leão de Judá.
O amor é muito bonito,mais existem casos que não podemos colocar a emoção na frente da razão se não vamos morrer humilhados..
Ah, o amor... Não tem regra, nem forma, nem receita... Não precisa tão pouco de sorte... Simplesmente, se permitir... se abrir e deixar acontecer, sem pressa e sem procura, porque o amor te encontra, o amor acontece!
O homem foi purificado pelo sangue derramado no calvário, e ganhou a plenitude do amor na cruz redentora.
Às vezes o Amor não esta onde procuramos, ou onde queremos procurá-lo, ele esta nos gestos simples e às vezes mais próximo do que imaginamos.
Eu sinto falta daquela conquista daquele amor subentendido. Sinto falta daquela paixão entre os olhares, daquela certeza do amanhã. Sinto falta da especifidade do valor de amar, da credibilidade nas palavras. Sinto falta do amor sentido, não do amor pensado.
Se não é de amor; Do que então irei falar ?
se não for de sonhos; Do que poderiam ser as histórias ?
[...] Com palavras firmes, balbuciar cauteloso e carinho radiante, era um casal de amor iniciante...
