Poema o Amor segundo Carlos Drummund de Andrade
O amor platónico é a grave falta de confiança em si mesmo para atingir @ outr@ e realizar o céu! É sentir @ outr@ abissalmente tão distante que para vencer essa distância @ aproxima literalmente do inferno...
O amor platónico é a redução do "ser" a limites perigosos...
Diferentes de muitos, eu quero um amor para rir de doer a barriga! Rir sem vergonha da altura da risada, do local ou de alguém achar que a gente é idiota, até porque a gente é! Quando se ama e se consegue rir com o outro a vida fica fácil, vira pluma, flui, transborda…Ter ao lado alguém que nos faça rir é ter um remédio diário para nos curar da crise: no amor, no coração, na confusão que há dentro de nós. Ri de coisas bobas, e mesmo assim sentir que esta do lado a melhor companhia.
O amor não é cego, ele enxerga muito bem e de tanto enxergar acaba vendo mal onde não tem. Acaba colocando ciúmes onde nem existe. Luta, briga, procura e não acha até que acaba ficando desgastado e triste.
O que dói é o vazio no peito e nos braços, não poder te ninar, mimar e ter que guardar esse amor por você filha.
Ela tomou doses de amor próprio, se regou com esse amor por si, floriu, e descobriu que tudo fica melhor quando aprendemos a nos amar.
Está doendo? Se a resposta for sim, então é amor!
Ela cuidou da sua dor? Se a resposta for não, melhor engolir o choro e aguentar, você não é prioridade pra ela.
Se for para definir o amor, eu o definirei com seu nome, pois não dá para explicar o inexplicável. O inexplicável eu só senti e sinto por você.
Desacredite em pessoas que falam eu ti amo, pois quem ama faz você vê em ações o amor que ela senti por você.
A "novela do amor" se resume em três fases:
"Muita fala antes, ausência durante e discussões depois!"
O amor é forte, verdadeiro, e transparente, mas nunca mendigo para ficar de porta em porta implorando coração.
O amor pode ser até as vezes soletrado errado e bagunçado, mais ainda funciona, basta dar uma chance!
Grande parte da linguagem do amor era assim: você devorava alguém com os olhos, bebia a visão dele, o engolia inteiro. O amor era substância, espalhado e batendo em sua corrente sanguínea.
Não sou um escritor, muito menos um romancista, mas sei que sou alguém com muito amor, atrás dos fragmentos deixados de minha dor
O amor colore mais que um simples sentimento, transborda de riscos e traços o caminho para dor, mesmo os mais simples borrões percorre em suas aveias como néctar da flor.
Não é covardia, é amor próprio. Não é falta de coragem, é respeito por mim mesmo. Quem conhece a força da corrente não se arrisca em mar bravo. Não se lança ao oceano quem já se afogou no mesmo. Não se atira ao precipício quem já não tem mais asas. Não se lê um livro esperando algo surpreendente, quem já o leu uma vez. O amor engana os tolos, aos desavisados, mas não aos feridos por ele mesmo. Ando numa fase de minha vida que prefiro acreditar desacreditando. Sonhar com o pé na realidade. Não espero mais nada, nem almejo grande coisa. Virei pedra, encosta de ilha, apenas observo as ondas que em mim se quebram.
Ricardo F
