Poema Nao Chora mais ele vai Voltar
Quando a velhice chegar
Quando a velhice chegar
Tenho que estar preparado
Posso ser discriminado
Problemas vou enfrentar!
Quando a velhice chegar
Não é motivo para desespero
Não podemos ficar com medo
A fase não é de lamentar!
Quando a velhice chegar
Não quero morrer de tédio
Mente sã é o melhor remédio
Os sonhos não podem parar!
Quando a velhice chegar
Estarei com mais sabedoria
Devemos sentir alegria
Muitos não chegarão em nosso lugar!
Quando a velhice chegar
Quero continuar trabalhando
Aos jovens estarei ensinando
O velho ainda pode ajudar!
Se os meus suspiros pudessem
Aos teus ouvidos chegar
Veria que uma paixão
Tem o poder de curar
Não são de zelos
Os meus lamentos
Nem de ciúme abrasador
São das saudades
Que me atormentam
Na dura ausência
Do seu amor
Deixe a porta entreaberta,
para por uma fresta,
eu entrar.
Tenho ideias saudáveis,
na hora,
você vai gostar.
E não adianta tentar
adivinhar o pensar.
Pois a mente é fértil,
você não vai superar.
Mas te afirmo uma coisa,
elas surgem sem ninguém esperar.
E independente se goste,
futuro nenhum
irá apagar.
ass.: Saudade
Tudo que nós temos são meros segundos. Pegue o que é seu. Pegue o que é meu. E, o que é nosso. Leve tudo, e se possível me tome como brinde. Percorra milhas e milhas com seu mustang velho e chegue ao início do oceano. Eu não tenho nada. Mas, será que juntos não temos a chave? Graciosidade nos momentos que deixaremos para trás. Seremos como Bonnie e Clyde. Quebre as malditas regras! Que você será o meu "tudo". Consegue ver aonde estamos? Meu cabelo ainda está pressionado contra meu rosto. Eu adormeci. E, sonhei. "Clarity" no rádio ajuda um pouco. A situação não é uma das melhores, mas não tem como piorar. Palavras bonitas já não me iludem, e suas atitudes bombeiam vitalidade. Tudo que nós temos são dez pratas, duas barras de cereais, um chapéu de praia e as chaves. Dá pra seguir viagem? Precisamos viajar por mais de cinco horas até chegar lá. Aonde? Gasolina no zero, chuva caindo e capota quebrada. Eu não me importava mais com a água, já tinha me molhado fazia tempo, e não era da chuva que eu estava falando. Vire à direita e estacione. Eu não quero parar, mas preciso fazer uma coisa antes de continuarmos. Irei me resfriar e consequentemente você também, mas esse é um dos itens da nossa lista. Da enorme lista que fizemos algumas horas atrás antes de sairmos com mais pressa do que dois foragidos. Fuga momentânea, confere. Um conversível, confere. Pouca grana no bolso, outro confere. Chuva, confere confere. A terceira coisa da lista, debaixo para cima, um beijo quente e molhado sob a tempestade durante uma estúpida loucura, confere!
A lista de Katherine.
Confere!
Descansar é o que eu preciso, em teus braços e em teus seios
Onde me livro dos anseios em seus preciosos traços
Em que me torno mais humano, por te amar à cada passo.
Sou completamento calvo
por toda preocupação que tenho
por medo errei o alvo e hoje a calma mantenho
e da saudade que sinto eu venho
para dizer que perdi o rebanho
Criei para ter lembranças
e não esquecer dos nomes
que um dia me deram esperanças.
Hoje digo a verdade
O ontem foi só mentiras
De mudo já foi-se o tempo
Por amar tinha miopia
e hoje eu enxergo tudo
decifro enigmas e segredos
do tempo que tive medo
fui o ímã da velhice que levou-te cedo.
Peguei o violão
As lagrimas escorriam
Queria escrever-lhe uma canção
Porém os pensamentos de mim corriam
Então, pus-me a escrever um poema
Guardando comigo um dilema:
"Não escrever sobre amor"
Pois isso, traz-me uma péssima dor.
Não consegui novamente
Que terrível
Você não sai da minha mente
Me sinto horrível
Agora vá embora, deixe-me em paz!
Seja um livre rapaz
Deixarei você ir
Quem sou eu para lhe impedir?
As mesmas decepções
Com o mesmo tipo de gente
Destrói-me o coração
Saber que ela era tão inocente
Acolhia as lagrimas no travesseiro
Sempre pelo mesmo motivo
Do amor não ser correspondido
Pobre coração iludido
Ter lembranças
Traz-lhe arrependimento
Por ter tido esperanças
E ter vivido aqueles momentos
Agora só restou-lhe a alma.
E com dor lembro-me
De como era feliz antes de amar
Depois que amou, só soube chorar
E ontem fui ver o caixão
Em que a pobre alma abitava
Com o coração entre as mãos
E não me importo, se foi suicídio ou não.
Ainda está impregnado em mim o teu perfume da ultima vez que nos encontramos, ficou o gosto de teu beijo em minha boca, minha roupa encontra-se ainda amassada por teus abraços, se fechos os olhos ainda vejo você aqui no nosso ninho de amor, mas aos poucos vou percebendo que tudo é irreal, passado, lembranças, saudade, amanhã quem sabe não vivamos tudo outra vez, a esperança nasce a cada vez que a lembrança boa de você me vem, ah amor, esse sentimento que nos sufoca e não nos deixa viver em paz, cada dia, cada hora, cada momento queremos compartilhar com quem amamos, tudo nos faz lembrar à quem amamos.
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"A beleza se traduz de várias formas, infelizmente muitas vezes nos limitamos a ver somente com nossos olhos, quando existem inúmeras maneiras de observar o brilho e a genialidade que habitam as pessoas."
César Ribeiro
A jornada do mundo viaja sem parar,
Feito rio que corre pro mar, sem recuar.
Pelos encantos da terra, pra gente desvendar,
E nessa viagem, que tanto faz sonhar,
A vida ganha sentido, encontra seu lugar,
Igual sol no sertão, faz tudo clarear.
Cada passo, cada novo arrebol,
Tudo que a gente faz, do nascer ao pôr do sol,
Não é por acaso, nem é em vão,
São escolhas que brotam lá do fundo do coração,
Feitas por querer, por sentir, por ser,
Na dança do xaxado do nosso viver!
A poesia me mostra o caminho,
percorro e me envolvo com simplicidade com cada palavra,
no tempo certo sai uma rima,
às vezes não...
Conceição, terra que me viu nascer,
no calor das tuas ruas aprendi a viver.
Te carrego no peito, no passo e no sonho,
cidade pequena de coração medonho.
Aqui plantei meus afetos, minha história,
na poeira dos dias, escrevo tua glória.
Do volante ao olhar, respiro teu chão,
sou filho do barro, da fé, da paixão.
Na luta dos bairros, na voz que ecoa,
sou grito que pulsa, justiça que doa.
Por ti, Macabu, já enfrentei correnteza,
enfrentei o silêncio, venci a incerteza.
Com o povo na alma, sigo a caminhar,
pois quem ama sua terra não pode parar.
Te amo, Conceição, com força e ternura,
na brisa da tarde, na infância mais pura.
Sou tua semente, sou tua esperança,
sou o menino que voltou com confiança.
E até que o sol baixe atrás da serra azul,
eu lutarei por ti, minha Conceição de Macabu.
Invisível de Tanto Estar
Você estava ali,
sempre ali.
Presença firme,
sem alarde, sem fim.
Tão constante,
que virou paisagem,
fundo da minha
própria viagem.
Não te vi sumir,
porque nunca partiu.
Mas percebi tua falta
quando o mundo se abriu.
Era você
em cada detalhe pequeno,
em cada gesto sereno,
no silêncio que sustenta o dia.
Às vezes, quem mais cuida
é quem menos se vê.
Porque brilha tão perto...
que esquecem de perceber.
Me encanta você
Com o teu jeito de ser
Me encantam o seu olhar
E seu jeito de amar
Você me encantou
Teu carinho me cativou
E meu coração te amou!
Eu.
Eu danço com ela lentamente
Mas observo em seus olhos:
Ainda há medo em você?
Você gosta de arte,
Porém tem medo das opiniões e do futuro
Se esconde e se mostra demais
Se esconde, mas fala pra se esconder
Eu te vejo dormindo em meus braços
Quando você disse que se amava, me amava
Seus olhos brilharam
E eu vi tudo, seu brilho – e seu medo de brilhar
Mesmo brilhando...
O Conto da Tulipa
Era uma vez um coração que, mesmo calejado, ainda pulsava com a esperança de um jardim.
Entre tantos espinhos, ele sonhava com uma flor - não qualquer flor, mas uma tulipa.
Singela, delicada, mas firme.
Nascida não por acaso, mas por destino.
A vida, com suas voltas silenciosas, traçou caminhos tortuosos.
O coração caminhou por invernos e verões, carregando em si a memória de algo que ainda não havia vivido, mas que, de alguma forma, já reconhecia.
E então, um dia comum ou talvez um dia mágico disfarçado de comum ela surgiu.
Como se o universo abrisse um portal breve entre o acaso e o eterno, ali estava a tulipa.
Não era extravagante, não era barulhenta.
Era sutil, como o toque do vento na pele.
Mas seu perfume atravessava as paredes da alma.
Ela não precisava dizer: o olhar falava, os gestos escreviam versos no ar.
O coração, antes desconfiado, se dobrou sem resistência.
Pois amar aquela flor era como respirar depois de muito tempo submerso.
Era como lembrar-se do próprio nome ao ouvi-lo pela primeira vez.
Juntos, criaram um jardim onde palavras se deitavam como sementes, e gestos brotavam em árvores de afeto.
Houve dias de sol e tempestades também - mas até a chuva parecia poesia quando caía entre os dois.
E se o mundo os viu como apenas mais um casal, o coração sabia: aquela era a sua primavera eterna.
A tulipa, que florescia até nos silêncios, era o amor com nome, pele, riso e alma. Era Alva Beleza Que Despertou - flor que nasceu para florescer no coração certo.
Não como parte do jardim, mas como o próprio motivo dele existir. A tulipa rara que, entre tantas, era a única.
E assim nasceu o conto - não o de fadas, mas o da flor que venceu o tempo, da alma que encontrou abrigo, do amor que não precisou de fantasia, porque já era milagre o bastante ser real.
Fim.
Tenho pra mim
que a intensidade e a verdadeira face
que se advém do mor sentimento
É do nascimento e florescimento
que ele pode fazer nascer
do que o próprio sentimento a si.
Pois dentre a entropia e caos
que reinavam imperadores em meu ser
a sua luz colocou a sintropia
de uma forma aterradora e conquistadora
dentre meu viver
sobre o mais abrangente estrelado céu
da noite vasta densa e escura
era a única estrela, que minha mente contemplava
a única fantasia que admirava, e o sonho vivo
que meu mais profundo sentimento acordado sonhava
mas de um começo tenro, o que deveria nascer
nem a luz do dia pode contemplar, não chegou a ser
por um momento errado, uma confusão de momentos
onde desencontramos ao nos encontrar
eu queria me render
ela livre voar e se encontrar
Percebi nesse momento minha sina, minha maldição
dai nasceu o eclipse total em meu coração
Entretanto, em minha saga
ela nunca chegou a ser uma Nêmese
mas o que ela veio a sempre ser, Gênese
que em minha alma
despertou a mais pura e bela forma de sentimento
transformada em arte no mais belo momento
e seu nome?
na lembrança ficará
seu beijo? no mais intenso momento do meu coração residirá
seu toque ? em minha pele, o calor sempre irá esquentar
de um verde nefrita que é a verdade, a esperança nunca morrerá
Com bastante frequência eu fico pensando o quanto eu sou sério, centrado e carrego um sabor amargo e o quanto você é doce com cheiros de baunilha, e me diverte com seu jeito de menina.
É tão bom ter você por perto mesmo estando longe, sentir um aconchego só por saber que está por ali.
Quero me aliviar hoje.
Dizer um eu te amo sem ter sentimentos mundanos.
Só a palavra mesmo, pra notificar que nesse momento você é especial.
Um lembrete de que não quero nada em troca. imagina que dolorido pensar em algo tão lindo que possa ser recíproco.
Dizer por dizer, tipo assim não é pra ficar taaaao apegado.
Só nesse momento fiquei sabendo disso, mas não precisa levar isso pra vida toda ou deixar chegar no seu coração.
É um aviso de passagem, cheio de liberdade pra você lembrar dela hoje mais tarde.
Pensa desse jeito, igual climatempo um ti amo como um jonal avisando que o sol brilha e que a chuva é molhada e quando as nuvens se carregam as partículas de água viram gotas e por aí a grávidade faz com que elas caem
Igual um cachorro de um Zinho aleatório começa a latir no quintal, dizer que não me sinto sozinho porque posso desfrutar do seu carinho.
Deus me livre mostrar isso demais, meu Deus como isso pode ser consfuso será mais um clichê do romance proibido? Mas é.
vou me fazer assim. Me fingir de fingindo, pra não estragar o eu rego e atrapalhar o meu cultivo.
SÓ EU SEİ O QUE FOİ
(Eliza Yaman)
Calei-me na noite, sem dizer o teu nome,
Deixaste um rastro, como um vendaval
Meu coração ainda te busca ao longe
Entreguei-te a vida, num gesto final.
Só eu sei o que foi aquele instante
Um tempo suspenso num único olhar
Tu passaste e eu fiquei errante
Guardei o amor sem poder revelar
Se um dia voltares, meus olhos dirão
O que os meus lábios não sabem dizer:
Tu és a saudade e metade ilusão
Meu tempo perdido, meu padecer
Farei as preces com a alma que suspira,
Como quem sabe estar fadada ao fim
Ao som delirante das notas da lira
Hei de chorar meu amargo fim.
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