Poema Nao Chora mais ele vai Voltar
Arcanos
Você achou que os entendia,
Que os conhecia,
Que sabia tudo sobre eles ...
Você estava errado.
Sempre esteve.
A verdade é, você apenas viu o que eles permitiram que visse.
A ponta de um iceberg
Em uma imensidão de oceanos.
Um átomo,
Em uma infinidade de universo.
Eles não são tudo o que expõem.
Não...
São muito mais.
E eles sabem disso.
Um mistério.
Muitos temem.
Poucos reconhecem.
Raros entendem.
Mas apenas os merecedores…
Resolvem.
Eles não querem que saibam.
Não querem que descubram.
Ao mesmo tempo, em que sentem a necessidade ...
De que entendam.
Mas somente poucos devem saber.
Poucos devem compreender.
Outros, devem temer.
É melhor dessa maneira.
Eles são insólitos.
Eles são arcanos.
Eu queria poder chorar
Derramar lágrimas de despedida
Mas mal consigo sentir tudo isso
Você foi embora
E levou com você minha voz
Você foi embora
E levou com você meus sentimentos de paz
Quem dera eu puder imaginar um dia ao seu lado admirando seu sorriso
Louca! Eu? Talvez
Mas nao séria prejuízo
Porque tenho juízo
Jurei pra sanidade que o " Eu te Amo" dito, séria verdade.
Então falei...
E eu não menti, mas não pude forçar sua estádia em minha vida
Assim como chegou livre
Era livre para partir
E quem sou eu?
Se não for abrigo?
Quem sou eu? se não for castigo
Amar todos que me dão Adeus
Amar aqueles que nunca foram meus
Talvez! louca! Talvez Eu!
Amando...
Curta muito...
Conheça alguém,
convide-a para sair,
permita-se amar.
Ame muito...
Se entregue ao amor,
aprenda com os erros,
Ame-se muito.
Seja o amor...
Se planeje,
viva da melhor forma,
siga em frente sempre.
Depois de uma longa viagem, passando por caminhos tortuosos, naquela ansiedade de chegar, de encontrar uma cama quentinha, um colo macio, uma comidinha preparada exclusivamente para mim...
Depois de horas e horas na estrada, com o coração acelerado e as vistas cansadas de paisagens vencidas, enfim, eu chego.
Ela já espera no portão, naquele hábito de sempre, de se jogar sobre a moto e de beijar-me desesperadamente.
Aquela sua alegria de visita inesperada, de oportunidade rara, de quem demora para aparecer é uma coisa encantadora.
Certamente o dia será de festa, ou melhor, a noite porque a saudade há muito tempo tem ficado na espreita, pelo portão...
E agora, ali pertinho, no aconchego de meus braços, ela sorrir satisfeita, não apenas pela noite, mas pela eternidade daquele instante que já tinha virando saudade antes mesmo de acontecer...
Colhendo cores
O outono é a estação exultante da policromia que aconchega o coração, onde a natureza nos ensina através do desprendimento que vivemos em um mundo de impermanência e fragilidade, onde uma das leis da vida é o desapego, pois é através do "deixar ir" que nos permitimos uma das maiores dádivas da vida: o renascer do que há de florir em nós.
Soraya Rodrigues de Aragão
Imagens te mostram em segundos Momentos marcantes.
porém, apenas a mente pode
Nos retirar o sono com odor dos sabores, beijos, Risadas e dores.
Uma rainha que era espia, e amante apaixonada que enfeitiçava com os seus olhos verdes um poeta lendário e romancista apaixonante e aventureiro
Inês temia na sua presença o famoso Rei Afonso IV.
Quando ouvia o galope dos cavalos do Rei e implorava de joelhos olhando para os sete anéis de Afonso IV.
Inês simplesmente seria protagonista da maior história de amor de Portugal. Imortalizada nos espantosos túmulos de Alcobaça, contada em quadros, lendas e livros.
Entre Portugal e Castela, entre intrigas, traições e casamentos reais.
Uma história de paixões, aventuras, loucuras e conquistas que ficou para sempre gravada em pedra.
Os historiadores dirão que é uma história fascinante e complexa de contar e escrever sobre uma lenda que cresce dia após dia sobre um escritor romancista.
Sua alteza fascinada dizia ao poeta, simplesmente fascinante, és um poeta que pensa e age como um rei que se tornou uma lenda. Se o Nostradamus, Da vinci e sherlock holmes fossem vivos deliriavam e batiam palmas.
E quando jogavam Xadrez os dois, O rei dizia como vês, um Rei deve ver sempre os aspetos positivos de qualquer situação e vencer. E o poeta dizia prefiro perder o jogo contra si alteza do que perder a cabeça e rir-mos e beber vinho.
Apreciai o banquete.
Em todo mundo, sem exceção, há uma linha tênue entre o ódio e a explicação.
Ódio: de entender.
Explicação: pra todas as versões de si mesmo que lutou pra ficar bem, e hoje você respira, e é um bom começo.
Uma pena que as condolências; que rítmicas, dançam em uma coreografia ridícula de pena, junto ao meu peito problemático que hoje bate como um marca passo.
Que trinfa e range os dentes, faminta, me olhando a par das mandíbulas ferozes, que me atroz um grito soberbo, e perante um grito, gemido, que me tenha calado. Junto ao pé do holofote cenográfico, sou um ator.
E hoje choro lágrimas de confete, assim como a maquiagem no riso do palhaço, assim como a graxa que faz lustrar e rodopiar os asfaltos.
sopro
Risos, sorrisos, risadas, gargalhadas,
O tempo passa e os momentos viram memórias, o que pode ser aproveitado hoje, amanhã fica para a história, o amor que podera ser dado, no fim das contas ficará guardado. As oportunidades que não foram aproveitadas não deveriam ser facilmente desperdiçadas.
E quando o café esfriar, o cigarro apagar e o tempo voar? Quantas risadas poderiam ser dadas, quantas oportunidades aproveitadas, aquele “te amo” que você não deu aquela pessoa que ama, o pedido de perdão que você não deu, o beijo na testa que você esqueceu! Aproveite a vida porque ela é um sopro, e tempo não volta atrás! Viva intensamente como nunca mais.
Seria eu uma pessoa fadada a solidão?
Será que algum dia sorrirei sem me preocupar?
Isso me tortura todos os dias, e a resposta dessa questão eu sei, não?
Basta uma noite silenciosa para a tortura começar
Queria novamente chegar em casa e ter alguém para me receber
Já cansei de ouvir a torneira gotejar
Estou perdido, não sei mais o que fazer
Por fim, me resta ao silêncio me entregar, e lágrimas derramar
Estou vivendo com várias incertezas
Será que daqui uma semana aqui vou estar?
Ou irei entregar todas as minhas defesas
É nisto que a dias venho a pensar
A Maldição
O dom maldito de um poeta, que coloca os sentimentos em meio as rimas
Dom maldito que é suprido pela dor e sofrimento
Alimentado por lágrimas
Dor que destrói tudo o que no coração há dentro
Na alma um buraco vem a se abrir
Aos poucos seu mundo vai perdendo toda a felicidade
Quando se nota, você não consegue nem mais sorrir
E ali, você vê toda a verdade e observa como é a realidade
É doloroso ver aos poucos sua alma morrer
E no fundo você tenta lutar
Porém não há mais nada o que fazer
E por fim? Lhe resta sonhas e sentimentos tristes em pequenos versos rimar
Naquela noite eu escutei a sua promessa
Eu te vi desabar como jamais tinha visto
E confesso que doeu à beça
Pois por mim, você é benquisto
Aquela noite choveu, e como choveu
Fora de casa molhava a rua, e dentro molhava o travesseiro
A melhor parte daquela noite, foi quando a vista escureceu, e você adormeceu
Pois neste momento você repousou, e seu sonho foi seu maior conselheiro
Por algumas horas, sua mente parou de te torturar
Por algumas horas, você conseguiu ser feliz de verdade
Mas quando você acordar, toda a dor irá voltar
Eu e você sabemos qual é única coisa disso que lhe trará liberdade
Por que você parou de lutar?
E vi quando de ti, aquele antigo monstro veio a dominar
Você disse que deste monstro, era o maior guardião
Mas você o deixou escapar... Você se entregou a escuridão
Você tinha um sorriso tão radiante
Eu sei que isso de você vieram a arrancar
Toda aquela dor incessante
Mas você não podia parar de lutar...
No dia em que toda essa dor veio à tona, a todos surpreendeu
Por que era você que de alegria a todos a sua volta encheu
Por que você não se deixa ajudar?
Se a todos a sua volta, é você quem faz a cabeça levantar
Meu maior medo é um dia você transbordar
E sabemos qual fim isso lhe trará
Mas uma coisa eu te digo...
Até o fim, até seu último suspiro, estarei aqui contigo...
Ass: Gustavo A. Justino
O que o amor faz com a gente
Sei lá
Às vezes a vida é assim
Hora parece uma brisa suave no rosto
Hora parece um tsunami que engole uma cidade inteira
Parece besteira
Bobeira
Um assunto sem eira nem beira
Às vezes a vida parece uma grande mentira
Mas o amor é de verdade
É lealdade
É honestidade
É vitória
É história
Sim
Às vezes escória
Como numa cidade deserta
No tempo esquecida
Perdida
Ferida
Aniquilada
Despojada
Mas quando aquilo que é verdadeiro se manifesta
A cidade então é restaurada
Erguida
Suprida
Reconstituída
E algo semelhante acontece em nossa vida quando o amor verdadeiro se manifesta
Tudo se renova
E a vida
Que as vezes dá tanta volta
Nos coloca de volta no mesmo lugar
Mas não da mesma forma
Primeiro ela nos deforma
Depois nos forma
E de uma maneira excepcionalmente absurda e perfeita
Ela nos transforma
Eu vou e volto
No mesmo lugar
Mas igual jamais
E sim diferente
Agora um indivíduo experiente
Muito mais inteligente
E depois disso?
Que tipo de ser humano eu me torno?
Um ser complexo
Fico perplexo
E agora só vejo o reflexo
De minhas próprias experiências
E é exatamente aí que se revela um ser humano consciente
Quem sabe um soldado insistente
Que ao olharmos no fundo dos seus olhos
Veremos as marcas de um sobrevivente
É justamente isso que o amor faz com a gente
Nos torna mais resilientes
Eficientes
Coerentes
Prudentes
Transparentes
Pacientes
E aprendentes
É isso que o amor faz com a gente
O que é o amor?
Sintomas?
Elemento de fantasias?
Situação que sustenta o
interesse de querer-te?
O amor é o estado propenso
a afeto duradouro
e responsáveis.
Disposição de espírito
que induz uma pessoa a outra
dedicar, através do sentimento
carinho...
Poeta Francis Perot
Angustiado coração
Ainda sinto o cheiro
O toque, o beijo
Embriagado de paixão
Latente desejo
Melodia de arpejo
Dependente compulsão
Lascivo e imoderado
Anseia o ser amado
Sestrosa condição
Noite fria
Cama vazia
Enfim sós, melancolia.
Eu tenho que ver meus amigos
Passar um tempo junto
Fazer umas palhaçadas
Fazer da noite um vulto ...
Eu tenho que ver meus amigos
Passar um tempo junto
Ter um pouco de nada
Já que eu não tenho tudo ...
Gosto dessa coisa de gastar em palavras
Minhas horas de deitar na verve.
Pois feito um rio eu desço boiando
Ao abismo meu, pelo dorso delas.
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