Poema Nao Chora mais ele vai Voltar
Nós somos os do fundo.
Piores do que ser nada,
Somos os que não se aguentam de pé
Pois nem pernas tem
Porque as perderam na queda.
E os que em baixo nos colocam
Os de mente poluída
São os que almejamos ser
Para sermos mais que nada
E sermos tudo.
Quem nos dera ser os outros
Que percebem o que digo
Sendo que nem eu, o nada,
O percebo.
No Quintal do meu Pai
Se me perguntares o que sinto
não minto...
É a vontade de chorar meu anonimato
por meu acto...
Se me perguntares o que choro
é o amor duro...
Que mais bem-querer, quero!
Sonhar, amar e sentir esmero
se me perguntares o que sinto
é vontade de não querer te perder
não...sim preciso te merecer
Para eu não desfalecer
meu sentimento teimoso
se me perguntares o que quero
quero chorar...
Não amar
tantas falacias recaidas no meu ombro
eu quero chorar
não gritar
talvez assim matarei nha ilusão de amar
se me perguntares o que quero
é somonte grito ou choro
entusiaticamente sem sentido
nem moral.
Daniel Perato Furucuto
24-06-2015
Amor a gente faz juntos, não só
É uma composição como canção
Com pausa e som, silencio e emoção.
Feito poema, papéis e tinta em pó
Tipo encanto das cordas que dão dó
Tipo tons que marcam a escansão
Tipo trem que encontra a estação
Tipo um enlaçamento, feito em nó
Faz amor quem compõem as melodias
Faz amor quem encanta com poesia
Faz amor quem espera noite e dia
Faz amor quem nos cerca com carícias
Amor não quer deixar para depois
Amor é não se faz só, mas a dois
Não morres satisfeito.
A vida te viveu
Sem que vivesses nela.
E não te convenceu
Nem deu qualquer motivo
Para haver o ser vivo.
A vida te venceu
Em luta desigual.
Era todo o passado
Presente presidente
Na polpa do futuro
Acuando-te no beco.
Se morres derrotado,
Não morres conformado.
Nem morres informado
Dos termos da sentença
Da tua morte, lida
Antes de redigida.
Deram-te um defensor
Cego surdo estrangeiro
Que ora metia medo
Ora extorquia amor.
Nem sabes se és culpado
De não ter culpa. Sabes
Que morre todo o tempo
No ensaiar errado
Que vai a cada instante
Desensinado a morte
Quanto mais a soletras,
Sem que, nascido, mores
Onde, vivendo, morres.
Hoje o céu não está azul
E nem os meus olhos estão alegres
Quão trite é a solidão
Que aos meus olhos me parecem.
Não consigo entender
Esse meu pobre coração
Que todas as vezes que me encontro
Ele me arrasta para a solidão.
Como é triste ver a vida
De uma forma tão estranha
carregando em um olhar
uma aterrorizante lembrança.
A brisa dissera adeus
mas o tempo reiterava em regressar
memorando os lábios teus
tentando não lacrimejar
A tua toalha branca
já faz falta em meu varal
ontem,hoje e toda semana
dolorosa nostalgia infernal
Me encantava as flores
os pássaros e jardins
agora só sinto o agridoce
de ver a vida tendo um fim
Quero o que um dia foi meu
para sempre e novamente
eu lembro, você me prometeu
que me amaria tão brandamente
Tua voz ainda ecoa
no corredor e no quarto abrasado
tua palavra ainda soa
como um suicida obstinado
Terminou como um covarde
não permitiu que eu te salvasse
estou vazia, sem tua parte
que remate, que tudo passe
Preparando
cortando
me enforcando
...
...
...
Estarei em teus braços novamente, meu suicida amor
Meu bem,
não deposite suas fichas
em mim.
Sou feito
das mesmas matérias
desse solo,
e corro o risco de ceder
com a chegada
do mau tempo.
Roney Rodrigues em "Deslizamento"
Pássaro preso
não canta, lamenta.
Coração acorrentado,
não bate, só vibra.
Roney Rodrigues em "Cativeiro"
Daqui não toco o mundo,
Observo-o passando
Lenta e vagamente
Diante dos meus olhos.
Sonho com a vastidão
Do universo, alcançar
O céu e tocar as estrelas.
Fazer viagens, crescer e
Alcançar, conquistar
E retornar ao berço,
Minha terra, meu lar.
Esse é o meu pequeno
Mundo, meu quarto,
Minha casa iluminada
Por luzes artificiais e
A segurança de uma
Noite qualquer trancado
E amparado pelo silêncio
Vazio de uma pequena
Cidadezinha do interior.
Nós não existimos, VÁ EMBORA
Me faço calvário do Solipsismo
Pois tudo impede de existirmos
Invólucro da carapuça de estar vivo
E de teimarmos, e de Insistirmos
Comuna das faculdades mais imprecisas
Cálice da Singularidade Inexpressiva
Grilhões onipresentes do agora
Nós Não Existimos, VÁ EMBORA!!!!!
Me volto da naúsea de 'mim" datar
Anacoreta sem desejar
Os degredados filhos de Eva
O Ostracismo dessa Gleba
Nostálgico tal qual são todos
Os desprovidos desse bojo
verborreia da falsa desforra
Nós Não Existimos, VÁ EMBORA!!!!!!
Um Sorriso!.
Dirigiu-se a mim
Como quem não quer nada,
E com apenas um sorriso
Ela me conquistava.
Um sorriso!.
Não o que todos tem,
Mas aquele tão único e belo
Que apenas ela a detém.
Tão maravilhoso de observar
Tão maravilhoso de se perder,
Ficávamos tão encantados por aquilo
Que esquecíamos de responder.
Capaz de conquistar
Capaz de enfraquecer,
Capaz de desviar
Qualquer olhar desvencilhado
Que ficou admirado
Por algo que não se costuma ver.
Eu nao me esqueço daquele olhar
aquele beijo
a lua e testemunha do nosso beijo
o sol e testemunha do meu amor
E as rosas São apenas complacentes ao meu amor a sua beleza
NEM SEMPRE O QUE PARECE É O FIM
O sol hoje não veio no céu brilhar
Será que isso irá se eternizar?
O medo da escuridão me tomou
Não sei se a lua pro céu voltou
Estou assustado pensando em corre sem direção
Qual será o sentido dessa nação?
Correr ou esconder?
não sei o que fazer
Estou sentado dentro do meu quarto
Com medo de ser visualizado
Mas se não sair
Serei eternamente preso aqui
O medo completamente me tomou
E de repente a escuridão
A história tem um fim e depois outras virão
A minha paixão vi se perder
E não pude nem a cabeça reerguer
O meu amor passado nem sei com está
Pois a cabeça pra fora da janela nem consigo colocar
E esse é o fim?
Lutar prosseguir ou desistir ?
É difícil admitir
Que o que eu gosto vou desistir
Uma lágrima que no meu rosto vi escorrer
Foi tão rápido que nem notei acontecer
Tudo o que conheci por tudo que lutei
Onde fui parar só isso que não sei ,
Hoje queria ter dado mais valor
A tudo que eu aprendi e que a vida me ensinou
Minha família desesperada correndo só o que eu consigo ver
Mais assim que entrei em uma sala vi tudo escurecer
De repente avistei em uma sala um caixão
O que é aquilo o rosto!!! A MÃO !!!
São minhas enfim acordei da escuridão
Então isso é o que estava acontecendo
Enquanto via meu caminho sem rumo estava apenas falecendo
Mais sei que a escuridão não é o fim
Tenho caminhos destinados a mim
Só peço que ao contrario de mim aprendam da valor
A tudo que a vida nos reservou
Minha alma aos poucos vai sumindo
Peço que lembrem-se de mim como um guerreiro e que eu fui pelos os excluídos
Peço que não sofram de mais,
Pois saimbam que a alma de um guerreiro vai em paz.
Isolantes.
Eu não tenho medo,
não temo o sangue jorrando
ou o diabo sorrindo,
eu morrendo e
você fugindo.
Eu não peço perdão,
não me arrependo de sorrir pra morte,
pular do céu,
deixar a par da sorte,
de arrancar o vel.
Sempre será criticado
Mote
Faça você algo ou não
Sempre será criticado.
Voltas
Quando tiver atitude
E a ação for bela e exitosa
Ouvirá crítica rude
Fala ferina e maldosa.
Mas se não tem compromisso
Dirão que é um sujeito omisso.
Então empreenda a ação
Faça o intento desejado.
Porque
Faça algo ou não
Sempre será criticado.
Mire a linha do horizonte
A dica é do Galeano
Planeje meta que aponte
O êxito de seu plano.
Persiga sua utopia
Com trabalho, fé e alegria.
Siga a sua intuição
E efetive o planejado.
Porque
Faça você algo ou não
Sempre será criticado.
Eu aceito a felicidade , eu aceito ser feliz
Mas não aceito ser o que você diz
A desordem não me acompanha e a luz brilha
Meu caminho é estreito mas é feliz
A carta que ainda não recebi
Mas faz parte da minha vida
Os papéis escrito é o que você diz
Não temerei as escritas e você está
Sendo a maior conquista que já conquistei
Deixo meu coração ser feliz e te encontrar
Onde deixei
Nas margens dos rio eu descansava
Pouco curtia , o nosso encontro
Estava preste acontecer e de madrugada
Não pude me conter
Deixei recados na beira do rio
E tomara que veja e leia
O tanto que eu escrevi
Não deixe de ler ,são frases pra você
Me entender o tanto que me esforcei
E só assim posso criar coragem
De dizer que te amo e serei feliz
Como escrever uma poesia?
Não a como escrever, poesia se sente.
Pois como escrever o amor?
Quando se ama e como voar se solte no vento e a onde ele lavar suas mãos, serão ditas as mais belas palavras.
No mundo de um poeta
Cada palavra é discreta
Pois se não for correta
Facilmente não se interpreta
Na linguagem de um poeta
Nossa vida interpreta
Com palavras e atitudes
Pensa bem e não se ilude
Na vida de um poeta
Uma ideia desperta
Ao pensar sobre a vida
Abre mais sua ferida
E como não poderia faltar
A morte veio a chegar
Dominando a cena triste
De uma vida que já não existe
.
. . H.s
o que seria de mim sem ter te conhecido
É como árvores plantadas ao ribeiro onde não
produz seus frutos em época oportuna;
É como se os pássaros não cantassem pela
manhã e ao crepúsculo;
É como se a lei fosse algo meramente escrito
sem ter a sua fiel intenção punitiva.
E tudo isso seria possível acontecer se eu não
estivesse te conhecido.
Termino aqui esses versos que singelos formam
esse ilustre poema inspirado e criado apenas a você *...*
De todo coração By: Moisés Victor
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