Poema Nao Ame sem Amar
Assumir!
Assumir que erramos, que não somos perfeitos, que temos muito a aprender e pedir desculpas por nossas ofensas, pode não te fazer uma pessoa mais humilde, mas com certeza te fará uma pessoa menos orgulhosa!
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O que faço com as palavras que não digo?
Ai de mim, sem estes cadernos!
Aonde estive todo este tempo?
O que estou fazendo?
Vivendo de aparências?
O que me fere, me liberta!
O que me machuca, são as palavras...
As palavras jogadas ao vento são o meu suplicio.
Palavras jogadas ao vento, de interesses vazios e reticências.
O que faço com as palavras que não digo?
Ai de mim! Sem estes cadernos.
Admito que são meus monstros internos em total evidência é o externo que me alucina e o interno que me "azucrina''... É o que calo, resguardo e me desfaço... descaracterizo e silêncio...
Daqui para pouco vou também sumindo.
O que faço com as palavras que não digo?
Ai de mim! Sem estes cadernos!
nas margens sujas somente a morte,
de toda tristeza não tem pingo de esperança,
no estados não tem água ou peixe,
somente lamentos de uma lama sem fim,
dos prólogos existentes o vasto imponente
Rio tão doce cheio de magia e historias,
agora vive num diluvio de sujeira...
perdido num mar morto,
pela despedração,
todo rejeito dessa impressa,
pura ambição deixa um rio de lagrimas,
dos quais somos punidos nos ares de um futuro
incerto a crueldade da ganancia revela se,
as orbitas da vida se transformou,
repentinamente, tudo desapareceu como...
mistério da vida do Rio doce
cidades morreram montes sumiram
lar doce lar desemborca num mar azul de esperança,
no amor latente nas somas do do coração afio,
os disparates do ser humano,
para onde foi a vida dos animais e daquelas pessoas?
"Não sei se é fome ou tristeza
Se é dor de estômago ou dor de amor
Vivo então na incerteza
Dessa sim tenho certeza
Não pergunte, por favor
Nem tente entender
Só me sirva mais um café
Que seja bem forte e bem doce
Daqueles como se fosse
Fruta tirada do pé (...)"
Maturidade? Não, é autoconhecimento que nós faz estreitar a relação com nós mesmo, não são mais os outros que nos deixam “pe” da vida, somos nós mesmo que não permitimos mais que ninguém nos cause qualquer tipo de desequilíbrio ou desarmonize a nossa paz. Brigamos com nosso Eu quando sentimos nos deixar abalar pelo outro ou por circunstancias externas, pois o autoconhecimento nos ensina que algo ou alguém só tem poder sobre nós, a partir do momento que lhe damos esse poder. E definitivamente eu me recuso a dar poder sobre minha vida a outro alguém.
A maturidade são anos contados em um diário de memórias, o autoconhecimento e uma ferramenta de domínio sobre si mesmo.
Não rezo rosários abreviados, nem consigo acompanhar os balbucies dos sacerdotes ou me sentir tocada a explodir junto á massa com améns, axés ou glórias...
Minhas conversas com Deus são tão intimas e detalhadas que penso que ele sempre me aguarda como alguém que anseia por ouvir uma boa historia.
Precisei estar muda para o mundo e assim poder escutar com clareza a mim mesma.
Deixei de ser a amante penitenciada do conselheiro anoitecer, hoje este amor é declarado e fadado a somente crescer.
Mas, nem sempre foi assim vim ao mundo aos atropelos, aprendi a correr antes mesmo que soubesse pronunciar a palavra caminhar.
Habituada a aceitar de bom grado da vida embrulhos com belos laços tênues, que variavam entre a mercê da sorte e o meu real desejo.
E a cada ponteiro a frente do tempo contava um ponto a mais na bússola distante de mim.
E destas tantas voltas que o meu mundo já deu, aprendi a duras penas que a precisão é sempre mais afortunada que a pressa.
O Rio (Espero que não seja o fim para o Rio doce...)
Nasci no alto pra correr na terra,
Molhar o chão,
Abrigar o peixe,
Encontrar o mar,
Nasci no alto pra correr na mata,
Regar a planta,
Banhar a pedra e criar o limo,
Sustentar o barco e apoiar o remo,
Nasci no alto pra correr pro homem,
Saciar a sede,
Girar a roda,
Alimentar a vida,
Nasci no alto pra seguir o curso,
Completar a rota,
Cobrir o leito,
Exigir a ponte,
O chão está árido,
O peixe sumiu,
O mar está longe,
A planta secou,
A pedra rolou, o limo acabou,
O barco furou, o remo quebrou,
A sede é grande,
A roda travou,
A vida definha,
A rota é difícil,
O leito vazio,
A ponte caiu.
(Valdir Aquino Lubas)
Acredito sim, nos eu te amo silenciosos que não precisam usar palavras, aqueles que gritam apenas com os olhares entre duas pessoas aquilo que só, os dois senti. Esse eu te amo, não precisa de propaganda pois os olhares são inegáveis, e a fala que diz; eu te amo é vivenciada, e não falada.
Não diga que ame alguém se você o ama, deixe que a outra sinta que você a ama, porque ela se sente amada, depois um dia, você saberá o valor dessa palavra eu te amo, não porque falou; mas porque provou e se lambuzou com a realidade sutilmente provada de um eu te amo provado, e não falado.
Se você não trabalha o seu DOM está sendo negligenciado.
A forma de você ativar seu dom é trabalhando.
Escute o que Deus deus a você.
Eclesiastes 5.11 O trabalho é dom de Deus.
Oro , não por que Deus pode me abençoar , pois a maior benção Ele me deu , a GRAÇA.
Eu oro , não por que Deus pode me dar vitória , pois a maior vitória foi concebida naquela CRUZ.
Eu oro POR QUE EU ANSEIO EM TER A MENTE DE CRISTO.
[...]não importa a direção que eu tome, tudo que o fui e que permanece, levam-me às curvas. O tempo aprofunda-se, o meu olhar, o meu sentir sempre serão estrangeiros fora de mim. [...]
[in Estrangeira 17.11.2015]
Não posso mais viver, lhe concedi meu coração.
Mas ainda estou de pé, o que aconteceu?
Com toda certeza estou em alguma espécie de transe.
Porque me sinto gélido e aquecido ao mesmo tempo, me sinto receoso e também impetuoso.
Com certeza não estou mas vivo.
Porque não desejo mais nada nesse firmamento, a não ser, poder continuar nesse transe ao seu lado.
Creio que possuímos algum vínculo, e esse laço de amor é o que me mantém com vida.
É esse Pacto mútuo que me alimenta com o mais doce fruto da sua alma.
E com toda convicção, é isso que me deixa vivo, que me deixa de pé.
Não fico triste
Nao fico carente
Nao fico feliz
Não fico doente
Não fico
Não vo
Nao sei onde estou
Não sei onde me perdi
Não sei onde me encontrar
Não sei mesmo onde quero estar
Não sei nem se um dia encontrarei meu lugar
Me beije
Me deixe
Me obrigue
Me livre
De mim....
Uma viajem de sensações
E eu andava voando por lugares inóspitos, pensando q não encontraria nada nem ninguém que pudesse me surpreender, e você chegou do nada como um míssil me tirando do ar.
Estremecendo minhas estruturas e reconfigurando a minha mente.
Minhas previsões meteorológicas não esperavam esse temporal de sentimentos.
Que como uma tempestade me deixou sem chão e desnorteado.
E com fortes ventos me trouxeram o que antes eu nunca havia sentido.
Te ver ainda me traz um pequeno frio na barriga. Você, pessoa mais que importante, mais que especial, mais que bela.
É o que me faz perder o rumo, o folego e os sentidos.
Meus pés tocam uma superfície que não posso sentir.
Pois meu mundo não é real.
Vivo num mundo de sonhos, que me fazem acreditar em coisas que não se tornaram realidade.
A intimidade é algo inexplicável
A ciência diz que não é possível descrever o sentimento de outra pessoa;
Mas como explicar, quando se acontece a conversa entre olhos, habilidade que pertence aos verdadeiros casais, que conseguem reconhecer angústia, raiva, medo, tristeza, felicidade e amor com apenas um piscar.
Exemplos para descrever não irão faltar, pois todos nós já presenciamos tal magnitude. Porém, mesmo assim, não conseguiríamos descrever o poder que a intimidade tem.
Porque a intimidade é algo inexplicável.
Pergunta ao poeta.
Porque o poeta não me contou
Que a cada frase montada
Um coração sente dor
Seja pela saudade
Ou proximidade falsa de um amor
Porque o poeta não me contou
Que não adianta tentar desvendar
Numa rima desconexa
A causa de amargo sabor
Mas, que é fruto da lembrança dos carinhos
Do aconchego do ninho
Que não cansa de esperar
Porque o poeta não me contou
Que até em um sopro de passarinho
Se possa sentir o clamor
De um corpo cuja sina
É buscar o teu calor.
Ao conversar com determinada pessoa, sobre determinada profissão que a pessoa ama, não importa qual seja.
Vejo o quanto isso reflete em mim.
Cada vez mais, vejo o poder, a força e a coragem que a dança me dá a cada dia.
Cada momento é uma nova descoberta, um novo passo, ou uma nova forma de fazer aquele passo.
E a cada segundo mais tenho certeza de que não fui eu que escolhi a dança, mas a dança que me escolheu.
Pois quando me vejo desanimada, ao tocar uma música ou até mesmo no silêncio, sinto minha pulsação totalmente ritmada, como se falasse que a solução para meus medos e meus problemas, fosse dançar.
E é ai que encontro minha força, na dança!
Futuro... O que me aguarda.
Sei que tenho que confiar em Deus mais não existe um que não seja curioso e se pergunta, o que vira amanha?
Ta... Vou confiar , mas ainda continuo curioso.
