Poema Nao Ame sem Amar
Poema :
Uma nova chance
Quantas vezes me veio o desejo de olhar nos seu olhar elegante e tímido
Sentar diante de ti o ouvir o timbre de sua voz
Acalentado o prazeroso instante do balançar dos seus cabelos tocados pelo vento deslumbrando-se
Oh doce amada que me encantou sem igual
Do dia chuvoso a garoa a nos molhar diante um abraço singelo e aquecido
Juntos em um sentimento envolvente de alma e carne eternas, dis-me a meu paladar o seu gosto
Cala minha boca com beijo seu ardente pimenta
Vinte e um dias ou será anos que não vi passar
A fim de surgir em outra dimensão e me deparar em seus braços
Adormecer até o outro dia chegar, acordar com os sussurrar de amor ao meu intimo ser até o mundo acabar
No encontro com o alvorecer,
vestido de lua e sol,
um poema brotou da terra
em forma de rosa amarela...
Tens poema nos olhos, magia no canto
A voz é sinfonia de pássaros
O olhar é de poeta, faz-me poesia
Sinto teu silêncio, ouço teu cansaço
A cor é de pecado
Quando não diz nada
É quando tudo fala
Quando fala, não diz nada.
Toca-me, faz de mim música
Cheira-me, para ti quero ser flor
Flor de primavera, flor tentação
Me faz rosas e jardins,
Em mim se deita, descansa.
Leva-me no teu abraço
Carrega-me nos teus sonhos,
Por favor, me faz um dengo
Um carinho,
Rola comigo no espaço
Sob a luz da lua me pega
No ar...me deita no mar
Me ama, vem meu nêgo
Meu menino picante
Meu homem amante,
Amigo, faz qualquer coisa
O que quiser de mim,
Com jeitinho faz chamego
Rebola, gruda...em mim, cola.
Faz, faz com jeito
De qualquer jeito,
Mas faz.
Singelo poema!
Você surgiu, do nada...,
E hoje "nada" é minha vida sem você...,
Eu tento, mas não dá pra ficar sem te dizer...,
Que esse singelo poema de amor, eu fiz pra você.
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Poema:
Liberdade
É como estar na pele de uma águia, livre ao planar sobre o ar, das alturas admirando os traços da natureza sublime
Livre nas maneiras de viver, indo e vindo por onde o vento soprar
O dom de erguer o timbre de minha voz, gritar até ultrapassar o limite do som
Somos de agua, terra e ar, plantios de nós, fruto proibindo é a nossa própria carne.
Poema perfumado!
A flor daquela mesa, me chamou a atenção,
Era você meu amor, perfumando meu coração.
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Disrítmico poema do poente calado
- Ai da pressa em se apressar em virdes por me buscar,
sou devagar... não sopro junto do vento,
talvez... vir-me-á um sujeito sem regras,
talvez... imporá um milésimo de tempestades,
se fores ver semear-me-ei vagares...
... Distante daqui, algum lugar onde possa discernir,
uma música calma, um lugarejo vagueado e terno,
se me faltar vez morada... vou nos campos,
nas estradas vidrado nesses lamaçais, sois vós,
sois imperatriz... das caminhadas, vingadas...
... Pões aos meus pés sapatos, não sou descalço,
vivera desnudo... implorava por teu amor,
esmolava tua visita... minha culpa contraditória,
me colocava abaixo dos teus pés, vitória,
formamo-nos numa caixa de sonhos,
selados num beijo entoando - amor e gloria (...)
Mãe: pela imensidão do seu amor, tem um pouco de Deus.
Poema: Elias Torres
Mãe tem a sabedoria que vem do alto. Mesmo não sabendo matemática, sabe dividir tarefas, carinho e alimentação. Quando estamos de saída tem noção de meteorologia, e mesmo estando quente nos manda levar blusa. Estando muito ocupada, sempre tira um tempinho para dedicar-se aos filhos.
Mãe! Que amor é esse que abre mão da vaidade para moldar e zelar nosso caráter? Empresta seu corpo para a nossa existência e se preciso for, passa fome e sede para que possamos nos saciar. Desgasta-se nos afazeres para nos ver triunfar.
Mãe é um barco que nos transporta enfrentando mares de desafios, ondas de lamentos, tempestades de crises e ventanias de provações. Mãe é um ser maravilhoso criado pelo altíssimo para ser sua auxiliar. É incalculável o seu afeto, e pela imensidão do seu amor, tem um pouco de Deus.
Primeiras coisas
É tão gostoso lembrar do primeiro poema feito ao primeiro amor sincero da gente.
Ele vem a memoria em alguns versos, vem em imagens, desenhos,
Vem até por inteiro, vem com amor, e com a lembrança de quem o inspirou...
Vem também aquela saudade...
Daquele tempo em que conversávamos diariamente,
A lembrança do meio beijo, e do desespero pra não deixar fugir o inteiro...
A lembrança desse inteiro, o primeiro e verdadeiro beijo de amor, e que seu sabor jamais esquecerei.
Saudades desse tempo que ficou no passado, mas que levo comigo com tanto amor, e que ao lembrar sempre me da vontade de querer mais!!
Dedicatória a Eloisa Kimberly de Sousa Souto
Amor...
Você é minha outra metade
Sem você sou incompleta
Um poema inacabado
Um rascunho rasurado
De palavras sem sentido.
Poema sobre o amigo
Amigos
Fruto de uma experiência
Vivida e aprendida através do tempo
Mas pra que tanta essência
Apenas aproveite o momento
São apenas humanos
Que insistem em persistir nos erros
Mas se perdoá-los
Não serão mais os mesmos
Feliz é aquele que tem um amigo
Independente do momento
Ele te mostra a amizade que trás consigo
Mas mesmo assim, pessoas querem botar um acento
A amizade é um grande alicerce para o futuro
Pois com bons amigos
Você jamais estará no escuro
E se estiver, eles estarão contigo.
" Poema que nasce "
Verte de minha alma um sorriso...
gelado e com um gosto amargo,
Na dureza da lida ferve a ferida,
Se estar aqui é cantar e cantar !!
Num olhar de criança,
Num riso de anjo,
Ver a morte a cada dia,
Ver a morte a cada noite,
Conversar com as flores,
Dançar com os duendes.
Assim seu S2 não chora...
não acorda e mais um sonho
desabrocha.
No poema que nas estrelas ...
nasce risonho e puro!!
Eu sou a linha torta
do poema Reto de Fernando Pessoa
Eu sou o painel de Kafka,
o caos, a neurose, o processo.
Eu sou o Tempo Perdido de Proust,
a memória, o sonho, a lembrança.
Eu sou a Náusea de Sartre,
o Ser, o nada, a angústia.
Eu sou a dor de Nieztch,
a corda atada no abismo.
Eu sou o "Gita" do mago
Eu sou aquele que não sabe.
Mulheres Lindas, maravilhosas!
Flores no jardim do universo,
Se poema, se verso, se prosa,
Rimam, viram rosas!
Fonte de inspiração do criador,
A ti dedicam total louvor.
POEMA “VIDA”
(POR JULIA )
QUANDO CHOVE AS RUAS FICAM TÃO VAZIAS
NA MINHA INFÂNCIA TUDO ESTAVA EM PERFEITA HARMONIA
CADÊ AS CRIANÇAS QUE BRINCAVAM COM AS GOTAS
E HOJE EM DIA NEM SAEM PARA BRINCAR UMA COM A OUTRA
OS SORRISOS SE POLUÍRAM COMO O RIO QUE CORTA MINHA CIDADE
TANTO ÓDIO EU VEJO POR AÍ, E PIOR DE TUDO, EM TODAS AS IDADES
CRESCI COM PAI E MÃE E ME DERAM UMA ÓTIMA EDUCAÇÃO
SOU GAY SIM E NÃO ME DIGA QUE ISSO É UMA OPÇÃO
RELIGIÃO, GOSTO DAQUELAS QUE PREZAM O AMOR E A PAZ
AS QUE JULGAM E ATACAM PEDRAS, QUERO DIZER, ESTE MÉTODO NÃO É EFICAZ.
IMPRESSIONISTA
Quero um poema que diga
O quanto gosto de você
Grávido da poética de Neruda
Entorpecido da doçura de Monet.
Só seu
Hoje pensei em escrever um poema
Dedicado somente a você
Para que possas ler e reler
Guarde-o numa caixa de joias
Numa gaveta de roupas íntimas
Ou, em uma mala de viagem guardada.
No fundo de um quarto de bagunça
Eu vou querer dizer neste poema
Que de todas as minhas loucuras
Tu és meu distúrbio mental
Que não o mostre a ninguém
É segredo, é uma coisa só nossa.
Não o decore, senão perderá a graça.
O objetivo será sempre de surpreendê-la
Leia-o sempre numa manhã chuvosa
Leia-o sempre numa tarde tórrida
Ou, numa noite solitariamente abrasadora.
Mas no fundo o poema é só meu, pra você.
POEMA DAS PALAVRAS AUSENTES
Hoje, embebedado de sentidos, resolvi escrever sobre você.
Quis narrar como sua beleza agressiva furta toda a atenção
e como seu olhar está sempre a pedir um afago
e breguices de amor, que adoro dizer ao seu ouvido.
Decidi descrever como seu desajeito é todo complexo,
querendo ser companhia para o meu descompasso.
Quis divulgar como suas curvas delicadas revelam desejos meus
e se exibem de maneira solar à meia-luz.
Cambaleei entre palavras relembrando
como seu sorriso me traz um futuro bom
e como tenho em mim uma tempestade de você.
Recordei cada instante, todo o tempo,
calando meus versos, por breve momento.
Percebi que para você nenhum verso é decente
e que palavras não seriam suficientes.
Para falar de você
minha poesia deveria ter o cheiro da primavera
e a tenuidade de uma manhã de inverno;
teria de ser bela como um pôr-do-sol sobre o mar
e quente como um abraço de saudade.
Pediria a transparência da água de uma nascente
e a pureza de lugares desconhecidos.
Para falar de você
minha poesia deveria ter o gosto ingênuo das nuvens.
Não bastaria uma canção,
seria necessário compor uma sinfonia.
Eu teria de divulgar segredos
– sagrados segredos –
que te fizeram assim: tanto!
Para falar de você
eu teria de desvendar o encanto
que nos cerca e que nos uniu:
teria de justificar o incompreensível.
Por isso, para você eu escrevo sem palavras
e te dedico um silêncio profundo,
porque só o silêncio pode falar
quando as palavras não podem descrever.
