Poema Nao Ame sem Amar
Da diferença entre Ciência e Deus
A Ciência, é porque não pode. Já Deus, podendo TUDO, é apenas porque não quer.
Às 06:30 in 05.04.2025
Lucius
O Sorriso do Diabo
Nenhum melhor outro personagem que não o Coringa, mais especificamente no filme interpretado pelo brilhantíssimo Ator Joaquin Phoenix, para interpretar seu melancólico sorriso. Neste filme, Coringa ( o Arthur Fleck) sorri, não de forma espontânea. Não feliz, como que emitindo um gozo que transborda em seu ser. Mas ri, numa tentativa forçada de disfarçar a dor intensa de sua Alma, causada por longo sofrimento. Coringa não ri. Coringa simplesmente chora um choro amargo, seco e lúgubre, disfarçado de sorriso. É o gemido de seu interior, causado por um momento passageiro de distração, que o faz apenas fingir se alegrar. Mas na verdade, Coringa, sempre quer chorar; gemer; gritar!
É a tortura psicológica de saber que jamais conseguirá voltar ao seu estado ORIGINAL.
Às 12:25 in 16.04.2025
Para que não haja desperdício de energia, desligamos a luz elétrica, apertando o interruptor, certo?
Como faz para apertar o interruptor da luz do Sol? Qual botão cósmico se "aperta"?
Há ou não, no Brasil, desperdício de energia?
☀️
Às 13:21 in 06.05.2025
(Lucius)
Castelos de Areia
Não te orgulhes por vaidade
E seja mais verdadeira
A beleza é passageira
E vai embora com a idade
Dê valor a amizade
Mantenha sua mente cheia
Não construa castelos de areia
E a cada erro seja seu professor
Porque o mundo ensina no amor
Caso contrario na peia
Tô mal de mim
Tô mal do mundo
E essa dor que eu sinto
Machuca profundo
Eu não sei o que
Eu não sei de onde vem
Só não quero estar
Nem falar com ninguém
Me abandone aqui
Nesse quarto escuro
Não quero incomodar
Assim é mais seguro
Vou chorar baixinho
Até cair no sono
E esquecer quem sou
Quem sabe assim
De mim
Eu volto a ser dono
Acertar não tem fará maior
Errar não te tornará pequeno
Ambos são parte do processo
que te levarão a melhor versão
de si mesmo
Caiu, machucou, doeu, chorou? Levanta, a vida não é sobre
quem fica se lamentando.
É sobre quem segue em frente
mesmo sentido dor?
Não adianta fazer tipo, tentar ser algo
o qual não te pertence,
ser autentico é uma das primordiais virtudes
rumo a felicidade.
Olho para o ontem com o sentimento de dever cumprido, não pelo fato de ter feito tudo, mas pela certeza que fiz o que podia fazer …
Vislumbro o amanhã como possibilidades de continuar aprendendo e evoluindo em buscar de me tornar um ser humano melhor…
Mas hoje, só me resta agradecer por mais um ano de vida, onde um ciclo se fecha e outro se abre …
Se você não tiver compreensão que nem tudo pode ser do seu jeito, todos os seus projetos estão fadados ao fracasso,
dos amores ao profissional
Quem compreende, aceita e quem aceita vive em paz
”O tempo não para”
disse certa vez o poeta
E acredito que seja verdade,
mas para onde ele corre,
se amanhã é tudo igual,
mesmo parecendo novo?
Como diria Gandhi
“a prisão não são as grades”
O mais impiedoso cárcere, são as correntes de nossa mente
Da janela é possível vislumbrar o sonho
Mas ele continuará lá,
se não ousarmos partir em sua realização
Eu confesso.
Durante muito tempo na minha vida, eu disse sim quando queria dizer não. Disse sim para manter pessoas por perto. Disse sim para não ser deixada para trás.
Hoje, quando é não, é não. Quando é sim, é sim.
Durante muito tempo, eu vesti máscaras para agradar todo mundo. Hoje, eu respeito todo mundo — mas agrado a mim mesma.
Aprender isso foi difícil. O mundo cobra da gente uma atuação constante. Cobra que sejamos sempre agradáveis, adaptáveis, sorridentes. Mas, de umas duas décadas pra cá, eu não sou mais a mesma.
E eu tenho dito sempre, com firmeza: agora sou eu em primeiro lugar.
Não estou reafirmando isso porque preciso provar algo. Não é sobre ser diferente, ou melhor. Até porque eu nunca fui uma pessoa má.
Eu sempre acreditei nas coisas certas, honestas, direitas — sem precisar ser chamada de cidadã de bem. Porque ninguém é.
Eu sigo escrevendo essa história todos os dias. E, agora, quem segura a caneta sou eu.
Nildinha Freitas
Peso que ninguém vê”
por Rarah vibes
Tem alma que não se perde… ela só cansa.
Cansa de segurar tudo sozinha, cansa de fingir força, cansa de sorrir enquanto quebra por dentro.
Tem alma que vaga não porque quer fugir do mundo,
mas porque já carregou peso demais pra caber num único corpo.
É estranho, sabe?
A gente aprende desde cedo a guardar silêncio,
a esconder tristeza pra não preocupar ninguém,
a engolir palavra que dói,
a segurar lágrima que nunca desce.
Só que vai chegando uma hora que esse “peso invisível” vira casa, cama, teto.
E a alma… ela fica ali, presa, tentando respirar entre as rachaduras.
E ninguém vê.
Ninguém imagina a guerra que acontece num peito que parece tranquilo.
Ninguém nota as noites longas,
as memórias que arranham,
os medos que abraçam mais forte do que qualquer pessoa já abraçou.
A alma cansa de gritar por dentro e ser confundida com silêncio.
Às vezes não é tristeza — é excesso.
Excesso de sentir, de lembrar, de tentar.
Excesso de força quando o certo seria pedir colo.
Excesso de dor antiga que nunca teve tempo pra cicatrizar.
E aí a alma vaga…
não pra fugir,
mas pra procurar um canto onde possa descansar.
Um canto onde não precise ser forte,
não precise explicar,
não precise se justificar pra existir do jeito que é.
Uma alma que carregou demais só quer isso:
um lugar onde finalmente possa soltar os pesos,
abrir as mãos,
respirar fundo…
e lembrar que ainda merece leveza.
Eu escuto
Coisas sobre depressão.
Dizem que isso
É pra chamar
Atenção.
Acho que não,
É solidão
Tormenta que não acaba.
Já escutei vozes
Pra acabar com tudo,
Não dei ouvidos,
Fui forte,
Uns dizem que tive sorte
De não optar pela morte.
Eu tive POESIA!
“statera”
