Poema na minha Rua Mario Quintana
No livro Silent Strength for My life (Força tranqüila para a minha vida), Loyde John Ogilvie conta a história de um menino que conheceu numa viagem. Ele reparou no menino sozinho na sala de espera do aeroporto aguardando seu vôo.
Quando o embarque começou, ele foi colocado na frente da fila para entrar e encontrar seu assento antes dos adultos. Quando Ogilvie entrou no avião, viu que o menino estava sentado ao lado de sua poltrona.
O menino foi cortês quando Ogilvie puxou conversa com ele e, em seguida, começou a passar tempo colorindo um livro. Ele não demonstrava ansiedade ou preocupação com o vôo enquanto as preparações para a decolagem estava sendo
feitas.
Durante o vôo, o avião entrou numa tempestade ,muito forte, o que fez que ele balançasse como uma pena ao vento. A turbulência e as sacudidas bruscas assustaram alguns dos passageiros, mas o menino parecia encarar tudo com a
maior naturalidade. Uma das passageiras, sentada do outro lado do corredor do menino, ficou preocupada com aquilo tudo, e perguntou ao menino: _Você não está com medo, menino? _Não senhora, ele respondeu, levantando os olhos rapidamente de seu livro de colorir.
_Meu pai é o piloto.
Existem situações em nossa vida que lembram um avião passando por uma forte tempestade. Por mais que tentemos, não conseguimos nos sentir em terra firme.
Temos a sensação de que estamos pendurados no ar sem nada a nos sustentar, a nos segurar, em que nos apoiar-mos, e que nos sirva de socorro. No meio da tempestade, podemos nos lembrar de que nosso Pai é o piloto.
Apesar das circunstâncias, nossa vida está nas mãos do Deus que criou o céu e a terra.
Ele está no controle, por isso não há o que temer. Se um medo incontrolável tomar hoje conta do seu ser, diga:
"MEU PAI É O PILOTO, NÃO TEMEREI MAL ALGUM!"
Há um certo desnudamento. Cai a máscara. Nós estamos começando a enxergar como funciona na prática nossas instituições.
(falando sobre votação no TSE)
O COMEÇO DE UM FIM!
Não foi a sua beleza que me fez te amar… foi o teu jeito de miúda mimada.
Não foram os seus lindos olhos que me fez acreditar, foram as lágrimas caída do teu pranto.
Não foi o teus simples te amo que me fez chorar… Foi a forma de como pronunciaste a frase.
Não foi o seu apoio que me fez sentir-se melhor… foi o abraço apertado que me deu quando chorei.
Amei-te porque chorei, sorri porque flutuei.
Sonhei porque acreditei, sorriste porque te amei!
Não foste embora porque deixaste de amar… foste porque não soubeste como amar.
Não deixei-te partir porque pediste… deixei-te ir porque não avia mas nada a dizer.
Não choraste porque acabou… choraste porque ninguém amou-te como eu.
Não te esqueci porque queria esquecer… esqueci porque tinha que ser.
Não deixei de amar-te com o tempo… O tempo em quem apagou-te da historia, fazendo de ti o começo de um fim.
Ricorda..
Non vi è mai un unica donna dietro a un volto, ma tutte quelle che ella è, ed è stata e, persino, quelle che già proietta nel suo ideale futuro.
Se è vero che ognuno di noi è una moltitudine, questo accade in diversi istanti, ma per le donne è diverso, c’è qualcosa in più, non sempre sussiste il sincronismo con le emozioni che prova.
Lembre-se...
Nunca há uma única mulher atrás de um rosto, mas todos aqueles que ela é e foi e mesmo aqueles que já projetos no seu futuro ideal.
Enquanto é verdade que cada um de nós é uma infinidade, isso acontece em momentos diferentes, mas para as mulheres é diferente, há algo mais, não há sempre sincronizado com as emoções que ela sente. (Traduzido por Bing)
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Jane Costa Rebello Somos mutantes... O ser humano é complexo em sua forma de se expressar. O corpo revela de forma silenciosa a verdade intrínseca inserida dentro de cada um de nós...mas esta verdade às vezes fica ocultada em uma expressão não condizente com a realidade dos sentimentos que carregamos dentro de nós. Mecanismos de defesa vigoram inconscientemente e, o hábil e perspicaz observador, decifra estas mensagens ocultas não vistas pelo leigo menos atento a detalhes...
Texto de Mário Gadu Boaz....
Resposta: Jane Rebello
PREFÁCIO
Acabou-se a fartenidade. Caminho sem norte nem Sul...trilhando o percurso da realidade.
Sou aquele que passa e não se vê, o dilema escrito que não se pode resolver...
Sou o vaso quebrado, o menino condenado, vivendo por viver...
Alma sombria, sempre incompreendido, crucificado, sem malícia alguma.
Talvez não seja a visão perfeita que alguem sonhou, que girou o mundo
e não me encontrou.
A vida pode ser encarada com grandes desafios durante a caminhada. No entanto nunca devemos temer o que está escondido nas sombras que ficam ao redor da Estrada.
É preciso estar bem preparados e equipados para enfrentar os inimigos ocultos.
Na mente há necessidade de um grande escudo para proteger os nossos pensamentos e tudo aquilo que defendemos ou acreditamos.
Desse modo chegaremos a Vitória ou ao final da estrada com mais tranquilidade e tendo a certeza que realmente tudo valeu a pena.
Queria ser apenas eu,
Nada mais que eu
Puramente eu
Especialmente eu
Simplesmente eu.
E se meu EU não te agradar,
Acho que o que tem que mudar é o seu "VOCÊ"!
Sabendo de mada e de um pouco mais que nada sobre você,
Me aventurei nesse "mar infinito" e agora sabendo que estou prestes a me afogar...
Pergunto-te:
"Se você é o mar, quem poderá me salvar?"
Quem são os espartanos de outrora. Que destemidos empunhavam suas armas e consoantes as suas obstantes missões, zelavam pela destreza infinita da sua profunda coragem.
Inusitados jaziam sobre seus corpos, diantes de batalhas ferozes e mesmo assim apostavam na consquista de seus ideais.
Jamais deitavam-se sobre seus medos, pois a covardia, nunca foi seu ponto forte.
Bravos guerreiros de seta branca tenham fé e levantem - se contra essa hipocrisia fantasiada de defesa contra algo inevitável. A morte é nossa única certeza.
Nesse meio tempo até lá vamos erguer a cabeça e subir o mais alto dos céus bradando em voz firme pela conquista de nossa missões.
Na certeza de que a fé e confiança no pai Seta Branca e na corte divina que o acompanham são nossas únicas e verdadeiras defesas
A ambição.
E o dinheiro,
Tornam o homem
Prisioneiro
De si mesmo.
Não pode prejudicar ninguém.
Pois Deus bem cuida de todos a sua volta,
Um pai sempre se preocupa com o filho,
quando este não tem tempo para ele.
O Pai que eternizou
A vida
Que profetizou
A fé
No vislumbre
Do infinito invisível
O mais incrível
De todos os encarnados
Conscientes
A mais pura simplicidade
A lei
Eternizada verdade
Pai Seta Branca
O nosso humilde e bondoso
São Francisco de Assis
Raízes da terra
Que voltaram a falar
Trazendo da guerra
Filhos que estavam a vagar
Jaguares
E reis
Nos altares
Sabeis
O pai que voz é simpático
Unido a voz
Consciente de todos nós
Alegria e magia
Gratidão todo dia
Pai Seta Branca
O maior estimulo,
Na vida.
É aprender todos os dias
A andar, respirar e sentir
Tudo a sua volta
De novo e de novo.
Ter sabedoria
Significa aprender
Algo todo dia
Entregar-se
Ao estímulo
Que vibra
Em tudo que procura harmonia.
Se pudesse,
Dizer uma frase,
Que pudesse mudar,
Alguma coisa,
Diria:
Que tudo está certo.
Por que tudo,
É vontade de Deus.
DIVAGAÇÕES
Divagando em minha teia de pensamentos
Enquanto tecia memórias
Quis saber qual palavra mais causa tormentos
Morte, dor, desprezo, escória...
Entre tantas mazelas
Lá estava ela
QUASE
Quase é a palavra
Palavra que mais maltrata
Quase passou no concurso
Quase chegou a tempo
Quase conseguiu o aumento
Um quase beijo
Quase amor
Quase se libertou
Quase foi escolhida
Quase ganhou a corrida
Quase, é a mais doída
Quase, jamais gera vida
Quase, é a palavra daquele que não alcançou
De quem não ficou e nem chegou
De quem se perdeu no caminho
Ainda em minha divagação, pensei
A água quase quente não serve pro café
Ah!! Uma vida sem café não dá...
Nem tem discussão. Né?!
CAOS & CALMA
Quando minha calma vira caos
Minha alma pede poesia
Poesia escondida no abraço apertado
No riso solto
No canto das ondas quando beija a praia
No vento que acaricia a pele
Poesia que se atreve e deixa uma mordida no fim do beijo
No último gole no fundo da taça
Quando minha calma vira caos
Minha alma convida a poesia
Pra brindarem aos recomeços.
JÁ NEM SEI
Não sei se sou eu que grito
Ou roubei a voz de alguém
Se a dor que sinto é minha
Ou sofro por outra pessoa
Já nem sei se sou dona dos versos
Ou eles são donos de mim
Como é duro ser poeta
Que se afoga nos próprios versos
Ora chora
Em outra ri
Se esvai em grãos de areia
Renasce da folha morta.
