Poema na minha Rua Mario Quintana
Sempre vou viver procurando a minha avózinha em todas as senhoras de cabelo cor de nuvem, pele marcada pelo tempo e experiência, e esperar (e torcer) para que um dia eu possa ser uma delas, e já que eu não pude saber como era ser neta, que eu saiba ao menos como é ser avó, e que eu possa ser a avó que eu sempre desejei ter.
Plenamente introspectivo em meu Eu, limitando minha imaginação ao infinito, cujo o grão de minha existência é a eterna idolatria da dúvida.
Enquanto os teus olhos enxergam o impossível... a minha vontade percebe apenas um pequeno obstáculo.
Se com cento e cinquenta mil toneladas de pressão atmosfera, pressionando minha cabeça e meu corpo todo, mesmo assim não me abala!.
Vou me abalar com isso?.... Jamais!.
Nunca em toda minha vida, pensei que poderia escrever um romance! É tão... "Tão"... Sentimental. É ir além do que sentimos, é imaginar o que podemos e o que não podemos esperar da nossa vida sentimental. Escrever um romance estando literalmente desfocada sentimentalmente, não tem preço.
Enganam-se aqueles que acham que eu estou sozinho. Pois a solidão é a minha fiel e inseparável companhia.
você e um raio de luz em minha vida e a felicidade em forma de energia que iluminou unico ponto de escuridão no meu caminho.
Não estar interessado em ti não tem a ver com minha sexualidade, o que tem a ver é o bom gosto que me ensina a não ter apenas aquilo que me oferecem, mas aquilo que realmente preciso.
Na minha caminhada eu posso dar os passos lentamente, mas eu sempre seguirei em frente, nunca retrocederei, porque a vida não está no passado e eu vivo o agora com esperança de um futuro incerto. As lições estão no passado, como daqui a um segundo eu já posso ter aprendido algo, por essas e outras que eu posso olhar para trás com intenção de aprender ou me recordar do que um dia eu tive aprendido, mas nunca devo tentar voltar, pois o homem que sou hoje só se fez porque segui em frente, o hoje não é ontem, o hoje é presente e não passado, se eu voltar os ensinamentos serão perdidos e de nada valeu toda a parte que vivi para frente.
Desculpem a minha ira, meu egoísmo, minha revolta e minha depressão. Eu gostaria de levar uma vida feliz como todos levam. Eu gostaria de ser normal. De ser otimista. Mas dizem que querer não é poder. Eu tento. Juro que tento. Pois eu sei que apenas atrapalho os outros sendo o que eu sou. Então eu tento ser melhor. Mas tento pelos outros, e não por mim. Porque se depender de mim, eu não vou até o fim, como Gessinger iria.
Por mais que se esconda no lugar mais profundo e oculto da terra jamais estarás longe de minha presença.
Minha mãe sempre diz: Não há dor que dure para sempre! Tudo é vário. Temporário. Efêmero. Nunca somos, sempre estamos!
Querido caderno velho e mofado, com você vivi coisas inesquecíveis, com você descontei a minha raiva, sofri por aquele tal guri idiota, com você minhas lágrimas caíram naquelas folhas baratas, mas que valiam ouro para mim. Querido caderno mofado, eu queria falar que você não está esquecido na gaveta, você está guardado onde poucas pessoas estão: em meu coração.
“Uns tempo quebrei minha cabeça para tentar me entender,mais nem quero mais, já passei tanta coisa sem entender passar mais algumas não da nada.”
A minha poesia não se fala, a minha poesia não se escreve a minha poesia se vê. Eu sou um poeta mudo. Memórias de um poeta
Quem diz nao confio na minha mulher e um tolo, porque qual e o sabio que entrega seu coracao a alguem que nao confia?
