Poema na minha Rua Mario Quintana
Gostaria de Refazer minha vida apagado os Erros que cometi, fazendo a Ilusão virar realidade, Com o mais puro Encanto da felicidade.✌
Hoje não quero o passado a minha porta, não quero lembranças de outrora na minha mente, o que passou, passou, e assim como as águas de um rio nunca mais retornam a mesma nascente, assim deve ser o passado, jamais retornado, aprendido e despachado
Uma coisa eu sei, se a minha felicidade não é a do outro, o que eu faço para viver a minha felicidade, pode ser um erro aos olhos do outro.
''Sempre acreditei e confiei na minha fé. Ter fé não é contar com a sorte. É saber que quando a semente é boa, a colheita a forte.''
Hoje acordei mais cedo que de costume, minha vó varria o quintal, molhava suas roseiras e cantarolava...Vovó no auge de seus 81 anos de experiência, esbanjando disposição e vigor físico! Aproximei sorrateiramente, e me sentei na cadeira de fio, que fica na varanda, passado alguns minutos, ainda sem notar minha presença, fiquei a observar, admirando-a silenciosamente. Da canção passou a rezar, isso me chamou muita atenção, vovó que já passou por tanta provação ao longo desses anos, mantém uma fé inabalável. Exemplo pra mim de uma mulher batalhadora, guerreira, benevolente e fiel a seus propósitos, aquela que não se deixa abater, ainda que a vida a coloque por diversas vezes diante de circunstâncias difíceis, não é de se lamentar, sempre disposta a ajudar. Inúmeras vezes, nossas vontades era de pega-lá, coloca-lá no colo e a envolver num abraço, na certeza de protegê-la e acabar com o tormento da situação, mas vovó sempre ressurgiu forte, revigorada e acompanhada de palavras de sabedoria e sempre nos deu lição de vida! Obrigada por ser inspiração nossas de cada dia!
Cativas com tuas doces palavras minha cansada alma, ensina-me de novo a sentir a leve sintonia que palpita no coração, meu respirar manso te sente, te acolhe. Vem furtivamente moldando os traços já quase apagados do meu contido desejo, arranca de mim lentamente a solidão e ilumina meus sentidos. Percebo quase que tarde um pulsar latente no peito, um amarrotado e ainda vivo anseio de amar, por vezes verte sandices dos lábios, toscas palavras usadas como barreira para esconder o medo, mas tua ternura se projeta como lança e me desequilibra. Não temos a tão desejada liberdade para nós conduzir aos braços ternos e aconchegantes um do outro, temos tão somente o sonho audacioso que transborda de puro amor.
Minha terra tem cana, de onde brota a cachaça e o açúcar; minha terra tem eucalipto, de onde tira o papel; minha terra tem um rio, que dá muita água; minha terra tem um solo, que gruda como cola; minha terra é de gigantes que passeiam pelo mundo
''Mesmo que durante o dia na minha rotina maluca eu pensasse em outras pessoas, em como seria estar com outros amores em outros lugares, no final da tarde era você que me vinha à mente”. Era do teu rosto que eu lembrava, era o teu cheiro que eu sentia como se estivesse ali presente. E mesmo que eu tivesse curiosidade em saber como seria minha vida sem você, no final das contas a minha vida já era você e eu nem percebi!''
"A loucura corroeu meu peito. A insanidade bateu em minha porta, me pegou pela mão e eu me deixei levar como uma criancinha que confia no adulto. E dentro de mim ela fez morada. Eu já não questiono mais o porquê da escolha, eu só aceito, aceito e sigo com ela. Louca, porém feliz."
Se não tiver a intenção de ficar, não fique. Assim você não desperta ainda mais a minha insatisfação com as pessoas.
nuvens negras pairam sobre mim, contaminando pensamentos que outrora nunca existiram em minha mente, mas esse mundo tem o dom de transformar pessoas boas em más e quem tinha luz e brilho nos olhos, em corpos inertes e sem brilho.
opacos e discrentes de que um dia a ingenuidade e a inocência já foram virtudes em algum lugar do tempo.
Minha mente reproduz uma téla branca, onde sua imagem é exposta em uma luz brilhante. Onde as estrela ofusca a lentidão do horizonte.
Confesso, nunca fui um guri caprichoso. Meus cadernos tinham orelhas que como as minhas, minha Mãe limpava, e carinhosamente encadernava, deixando-os novinhos. Até porque dentro, as folhas sempre estavam ótimas, branquinhas e limpinhas para desenhar ou escrever. Hoje quando acordei, notei que a capa do meu rosto já está velhinha, meia enrugada e com orelhas (elas crescem com a idade). E não dá para colocar outra, ou encadernar, tenho que ir com esta até o fim do curso, até o fim da vida. Mas o que sei é que por dentro, ainda tenho um monte de folhas em branco para escrever novas histórias, novos começos, com dois ou três finais diferentes se a criatividade e a coragem permitirem. E nas que já escrevi, li de memória varias histórias divertidas, de aventuras, algumas até tristes, mas todas muito bem aproveitadas. A vida, dá para ler na cara do livro, na capa do rosto, nas rugas bem ou mal escritas, gravadas pelos sorrisos, nos rascunhos que as lágrimas mancharam de tinta da saudade. Mas o melhor de tudo é quando aparece alguém com o seu caderno cheio de orelhas e te deixa ler e compartilhar as histórias escritas em suas páginas, em sua vida. Então meu amigo, minha amiga, tem um caderno velho aí para eu ler?
Com minha voz te faço sentir o quão bom é sorrir, com o olhar te faço esperar o quão bom seria sonhar, com nós dois podemos chorar o quão triste é amar.
