Poema na minha Rua Mario Quintana
Primeiro paguei todos os meus pecados, purifiquei a minha alma, libertei meu coração, para aceitar JESUS sem ter que pedir perdão.
Oque me mata moço e esse seu sorriso que entra na minha alma e faz com que eu sonhe com você é acorde te procurando como louca na minha cama.
Segurar minha mão - se não abraça meu coração, não afaga minha alma e não traz paz ao meu espírito - não serve pra nada.
Subjulgue minha alma, desnuda-me prenda-me na maestria dos sentidos.
Meu corpo em júbilo deixando minha consciência em estado torpor.
Jamais quero me perder de mim mesma.
Minha sensibilidade únicamente minha ninguém me arrancará, ela viverá em mim, mesmo que dilacere minha alma.
Não me interessa se a grama do jardim do vizinho é mais verde do que a minha, me preocupo só que a minha grama goze sempre de ótima saúde...
Com a vida aprendi que você não pode sempre obter tudo o que deseja quanto a minha esquerda minha vida estava e eu não pude dar o beijo como queria. Apenas brindamos o reencontro de nossas vidas!
Eu te amo, dou minha vida por você .Mais simplesmente cansei de correr atrás de alguém que não dá valor a um amor verdadeiro . Quem dirá uma lágrima minha por você. Mas não se esqueça não deixei de te amar só cansei de correr atrás , de deixar de lado o meu orgulho para ser humilhada .As vezes me pergunto o que fiz de errado sei-lá talvez devo ter o amado como nunca ninguém o amou ...
A morte parece loucura e causa espanto, não existe cura. Uma floresta incendiada assim está minha alma vivendo em cinzas...
Minha boca assume meu pensamento e defende minha verdade, diferente de quem vive a vida alheia. Faça o seu e assim serei nada.
Pra ser diferença tente despertar a minha própria companhia e não tenha pressa. Caso contrário estarei sempre com ela, que não está procurando qualquer atenção. Pra minha presença se fazer lado a lado é preciso que não seja um caçador. Não gosto de prisão.
As vezes abrimos mão de algo, só para ver quem amamos feliz... Eu abri mão da minha felicidade, para vê-lá feliz.
Minha vida é como um livro, alguns julgam pela capa, outros pelo número de páginas, e outros acabam lendo e participando da história.
E, na minha vida de poeta do real, me resta apenas publicar no maior número de pessoas os abraços que tenho escrito
