Poema na minha Rua Mario Quintana
Eu te procurava
eu te procurava em toda a minha casa
eu te procurava, mas nunca te encontrava
eu te procurava tanto, mas nunca me cansava.
Eu te procurava do teto ao chão,
eu te procurava tanto que nem percebi
que você estava juntinho de mim, aqui
morando dentro do meu coração.
Eu nasci Marianne ....
Com todos os arroubos da impulsividade instaladas em minha alma , sim sou voltada ao meus sentimentos e pago por isso de bom grado quando isso é reconhecido
Sim queria eu ter nascido Elinor com sua prudência comedida , com seus pensamentos analíticos das frases , a admiração por todos que a cercam !
Mas eu nasci Marianne ....
Não sou a Razão só sei agir e reagir desmedidamente ,não me calo , não me deixo de fora ,sim sempre tomo um lado pois só sei amar com frenesi ,sou a Sensibilidade .
Defendo com todas as armas e guerrilho por todos que amo até não mais poder levar minha espada ! E for preciso enfrento ate os amados pelo bem querer...
Nasci Marianne ...
mesmo não recebendo ,a maioria das vezes ,compreensão nem compaixão pelo meus sentimentos ,não sei ser de outra forma , ser Marianne esta impregnado me mim , em minha pela , em minha alma , ai de mim que as vezes luto contra mim mesmo ,Ai de mim que não nasci Elinor ... Jane Austen que me proteja de mim !
passei muito tempo amando,
meu sentimento está na minha vida,
no proposito de amar, meu amor eterno,
o sentimento vale mais que a existência,
meus desejos são teus meu amor...
embora a vida seja tua minha vida é sua,
todas as musicas foram feitas para ti,
em tantas cruzadas deixei minhas lagrima...
no som que toco é como toca teu corpo...
nas virtudes que abandonei foram porque...
soeis meu amor, como coração morto,
desvendo, a luz, nobre perdição,
o que é insanidade que não desejo de amar...
em propósitos perdidos no alimento da vida...
mesmo terminando sinto que vida não vale nada.
sem meu amor o que sou diante a solidão.
a musica será eterna e meu amor também,
mais nunca bastará como as lagrimas de sangue...
derramadas na fronteiras da dor e solidão...
meu amor será marcado para todo sempre.
por celso roberto nadilo dedico esse poema ao poeta cantor Chorão, descanse na eternidade daqueles que tem o amor eterno
O homem criou seus deuses:
essa é a minha opinião.
Portanto a palavra de deus (desse deus)é a palavra do homem. Do homem de poder
que viveu a mais de dois mil anos.
Então nunca escolha esperar.
É necessário agir para alcançar
o que se pretende.
Cumpro com os meus deveres,
para fazer valer os meus direitos.
Portanto...
não mexa com a minha integridade
Vida!
Vida, vens em canções
Sem Manual de instruções.
Não seria tão mais fácil?
Na seria minha acção ágil?
Ajude-me a compreender-te
Pois só a ignorância te ofereço.
Tornaste-te incompreensível,
Pergunto, qual filósofo sensível:
Porquê? Porquê?
Todos por ti choram
Mas de ti também reclamam,
Por acaso alguém te vê?
Sou do tipo independente homem de negócios, mas nenhuma mulher aguenta conviver com minha família tenho uma filha e isso torna minha vida bastante atarefada já que a mãe dela me deixou huhu... moro com minha irmã porque não tenho grana
para pagar aluguel.
Sobre as amizades agora so tenho um amigo o Adm amigo de infância mas como possuo internet tenho sorte muitos amigos no face twiter e google+ e como tenho abilidades em TI (tecnologia da informação) passo algumas horas a adeministrar internet de meus amigos e vizinhos assim tenho a sensação de estar ajudando eles mas não é oque eles pensam eles me odeiam e eu não sei o porque.
Minha poesia vem de um rosto, de uma voz, de uma música.
Minha poesia vem de um sonho, de um desejo, de uma vontade,
minha poesia vem de um nome, de um olhar, de uma letra.
Minha poesia vem de um amor pensado, não vivido, sonhado.
Minha poesia vem de um segredo...vem de você !
Ser forte é não se importa o que os outros falam.
Por isso eu sigo minha vida em frente tantando ser forte
porque eu não ligo oque vc fala de mim por ai..
Comi três pães de queijo.
Minha sobrinha com a vozinha de Barbie dela
me perguntando coisas.
Se um pão de queijo
é irmãozinho do outro.
Há quem morre do coração
E há quem morre, assim, de bobeira.
A minha morte vai ser de improviso.
Que é morte da mesma maneira.
Na minha mais fraca poesia que nem rima tem,
Eu uso reticências
Pra dizer que o que a gente faz
Nesta vida,
Não pode ser considerado inútil.
Na minha mais frágil poesia.
Eu digo que certas atitudes são fúteis.
E que eu dispenso todas elas.
Na minha mais franca poesia.
Eu sou aquela que conta um conto
E aumento um ponto.
Contra voce!
Que me faz perder a graça
De entender
que a poesia, toda ela
Se se perde a rima.
Não tem quem a refaça.
Não me poupes das palavras que quero dizer.Se eu amo, eu não vou contestar minha maluquice de confessar.
Por que a gente só deve mesmo dizer algo quando sabemos que seremos aceitos? Não, "aceitos" de amor. Por que ninguem é obrigado a amar o outro.
Mas, aceitar amor, às vezes é uma tarefa das mais difíceis.
Faz-se e refaz-se várias vezes...E ainda assim usa-se a borracha.
Senhor
Eu sou fraca mas não vou desistir,
na minha mão o arado vai ficar,
se tiver que sofrer sofro calada,
vou chorar no teu altar,
contar-te a minha dor, sem pudor,
Para que olhes para mim com misericórdia,
foi por mim que derramas-te o teu amor.
meu querido amado Jesus,amo e Senhor.!
Nostalgia de recomeçar
De repente tudo ficou diferente
Tu não saia da minha mente
Te esperava impaciente
Queria mesmo poder te amar sem ter medo de me entregar
Como podes meu Deus!
Como posso gostar de alguém
Que abita um mundo tão diferente do meu
Já não sei mais quem sou eu
Me perdi de mim,
Perdi você.
Agora já não sei mais o que fazer
Ando fazendo de tudo para lhe esquecer
Anseio fugir da dor,
Encontrar um outro amor,
Recomeçar, me levantar,
Sem ter medo de me entregar.
Quero sentir e fazer sentido
Quero sentimento correspondido
Quero tocar fundo e ser tocada
Eu só queria ser amada!
Minha cruz, meus defeitos
Minhas histórias, meus tropeços
Estou disposto a seguir em frente
Não me importa o preço
Cada dia uma nova lição
Não há mentiras que silenciem minha canção
A felicidade tem um preço alto
Corro atrás dela, não quero uma vida em vão
Inimigos não me param
Até por que sou meu maior mal
Maltratado pela própria mente
Sou meu inimigo mortal
Terceiros vem e vão
Alguns ferem meu corpo
Outros meu coração
A cada dia uma nova lição
Não há mentiras que silenciem minha canção
A felicidade tem um preço alto
Corro atrás dela, não quero uma vida em vão
Amor de minha alma; terá sido sempre assim?
Tantas vezes nossos olhos se viram, nas existências de outrora.
Quantas vezes te alcancei e em quantas te perdi?
Como explicar, duas almas que ao destino o amor implora!
Será este o nosso último reencontro, ou solitários vamos embora!
Sangria.
Devo lhe advertir que não trago presente grande,
O que tenho para ti, minha senhora branca
são esses versos em prosa,
que foram extraídos desse coração
como sangra uma seringueira.
