Poema na minha Rua Mario Quintana
Madison: Eu podia continuar sentindo pena de mim mesma ou assumir o controle da minha vida. Eu escolhi o último.
Nesta noite calma refletindo oque eu não queria sentir,o silencio calou minha alma que morria de vontade de gritar
E você, inconsequentemente, me fez ver que seu mundo é pequeno demais para a minha felicidade, para o meu amor e principalmente pra mulher que hoje eu sou.
Salve Rainha óh minha Mãe Natureza, tu que es tão Bela e dona de toda Riquesa, das suas flores o Perfurme, do seu Solo o Alimento, dos seu Rios nossa Agua de suas Arvores e Mineiros Nosso Lar, de suas Plantas nossa Cura.. de todo seu explendor a Magia da Beleza. Óh mãe Perdoe Nos! Eles não possuem o Nosso Amor. Pai Celestial, plante uma semente de Fé em seus corações, para que adquiram Amor e Respeiro, pois só assim, com sua Bensão quem sabe seus Filhos sintam sua Verdadeira Presença, e parem de cometer tais absurdos contra Aquela que tu Moldaste com tanto Carinho.
Vivo aprisionada a 7 chaves, a 7 pecados capitais, desculpe minha indelicadeza mas devo acrescentar você ao 8º.
Eu queria acordar um dia e não sentir mais a sua falta, pois você estaria do outro lado da minha cama.
Minha voz se cala de tanto que quer lhe falar... Meus braços são poucos para te abraçar, meus beijos e toda proximidade parece insuficiente, então fico a te olhar. Em silêncio te olho por longos momentos sem me cansar.Como és lindo!Só sei te amar.
A minha assinatura vale mais hoje porque a minha palavra valeu muito ontem. Vencer é a teimosia vestida de gala."
"Antes de comprar algo, pergunte-se: quantos dias da minha existência eu estou disposto a entregar em troca disso?"
"Onde meus passos cessaram na arrebentação, minha eternidade começou; não foi o fim da nadada, foi o início do cosmo."
Quero menos pessoas do tipo vodca em minha vida. Menos quem acaba antes mesmo da hora, quem vai embora antes mesmo da partida. Menos quem embriaga e deixa a gente voltar sozinho, ou seguir sozinho. Certo que seguimos os nossos caminhos e não precisamos de ninguém pra isso, mas eu quero mesmo é menos desejo, menos promessas e mais matança de cede. Eu quero mesmo gente do tipo água. Que quando desce faz faxina. Que quando entra sacia. Que quando fica, afasta o calor do inferno que ficou outro dia. Gente que chega e faz as coisas florescerem. Quero mais quem passa e deixa a marquinha molhada, que refresca os momentos mais secos, que espanta o calor da agonia, que alivia o rachado do peito e desata o nó da garganta. Quero mais quem mata a sede da saudade. - Garçom suspenda a vodca! Uma água, por favor!
