Poema na minha Rua Mario Quintana
Tomar uma decisão não é tão difícil assim!
E como atravessar uma rua olhe bem para os dois lados para não ser atropelado.
O descontrole da mente me deixa impaciente e é foda. Eu saio que nem louco pela rua, único mano é o cano na cintura. Eu preferia tá falando de amor, falando das crianças e não da minha dor. Mas eu sou o espelho da agonia de um homem. Sem identidade, caráter, sem nome.
A brisa gélida da noite me abraça e a melancolia daquele abraço toma conta de mim, noite escura, rua vazia, céu sem estrelas, sinto-me sozinha, a brisa me faz companhia, enche-me de afagos, deito-me em teus braços nessa noite fria.
O clarão da lua na noite escura, projetou naquela rua o instante de nos dois, onde o tempo parou só pra ouvir nossas juras de amor....
A felicidade esta logo ali do outro lado da rua, ou na outra margens do rio, o problema é que as pessoas estão sempre precisando de alguém para segurar suas mãos e levar elas ate lá... são as inseguranças e o medos que tornam as pessoas infelizes. Quando passamos a caminhar com nossas próprias pernas, e não depender mais de ninguém, passamos a ser felizes, porque quando isso acontece não esperamos mais nada de ninguém. E quando não esperamos mais nada de ninguém, fazemos tudo sem esperar nada em troca. E quando não esperamos nada em troca, não frustraremos mais.. Então pra ser feliz não podemos depender de ninguém e nem esperar que as pessoas retribuam aquilo que fazemos para elas..
Vez em quando bate uma saudade, uma vontade de te encontrar na rua, de te vê na lua...vez em quando bate aquela vontade que me deixa, sei lá...hum, que saudade essa que bate vez em quando !
Não se leve a sério demais: vez em quando atravesse a rua descalço, corra na chuva, dance feito bailarina, abrace o vento, ofereça flores, tome um porre de alegria, busque a lua, se vista de palhaço e sorria de si mesmo.
É logo ali o impossível; siga a avenida do livre-arbítrio, passe a rua do convencional e dobre à esquina do inconcebível.
"Está sendo um problema quando eu ando pela rua,
Pois sempre que eu olho para o lado você está cuidando da minha Vida e não da sua."
você não quis me ajudar fazia questão de comigo não conversar agora não adianta chorrar se na rua não mais me encontrar...
É uma sensação horrível. De que alguma coisa está mudando. De virar a esquina e encontrar a rua escura e deserta, ou cheia de cães selvagens, e não poder voltar, ter que seguir em frente, em direção a matilha.
"Um senhor de rua me aborda de forma desesperada e eu, surpreendido, presto-me a escutar a voz rouca que pronunciava: Filho, o homem é o mal da humanidade.
Lucido ou não. Certo ou errado. Ele falava a respeito do sentimento guardado!"
Procure alguem que te chame de linda e nao de gostosa,pois gostosa é qualquer mulher que na rua esta chamando atenção pelas suas vestimentas.
É dificil e não consigo superar a nossa separação, custa-me passar por ti na rua e nem te dar a mão...
“O jeito que ela (Britney) se veste… você andaria na rua só de sutiã? Não quero difamar ninguém, mas comigo, as mesmas roupas que uso no palco são as que eu usaria na escola ou na rua.” (Mtv Brasil, 11/2003)
Descendo a rua das dores, ela não conseguia frear mais seus sentimentos agonizantes que teimavam em transbordar pelos seus olhos. Ela podia se fazer de forte e indestrutível, porém por dentro só ela sabia o que habitava há muito tempo seu velho coração. Não era algo que ela pudesse fugir – ela já tentara. Não era algo que ela pudesse enfrentar no momento, era algo que ela empurrava com os dias monótonos. Vivia como se fosse extremamente terrível, era como se ela apenas esperasse o dia seguinte e o outro e o outro... Num ciclo vicioso de manias estranhas que ela criara para passar o tempo. Seu sorriso já não chegavam aos seus olhos, as cores já não pareciam-lhe vibrantes, as pessoas não eram mais interessantes. Viver doía intensamente. Era até engraçado, como viver podia doer? A vida não lhe implicara nenhuma dor diretamente, e sim, suas próprias escolhas. Será que ela era a culpada de tudo aquilo que estava sentindo? Será que era ela a única culpada? As perguntas a faziam querer de alguma forma parar com tudo naquele exato momento, se não conseguia fazer algo certo, que pelo menos parasse de fazer errado. Era simples, e indolor. Porém, ela não entendia bem o porquê, mas o aroma das flores a entorpeciam, o barulho dos carros a faziam sentir-se viva, o céu estrelado a fazia sorrir verdadeiramente. Havia coisas, que não a deixavam partir por completo. Uma parte sua podia estar morta, mas a outra continuava pulsando. Pulsando por vida. Talvez seja por isso que ela nunca desistira de tentar, mesmo errando e sofrendo depois, as tentativas já não eram tão frustradas como antes, ela estava aprendendo a viver lentamente. Aprendendo a dar um paço do tamanho que sua perna permitia, um de cada vez.
Havia uma árvore naquela rua branca de ladrilhos avermelhados. Ela era bem alta, vigorosa e tinha umas florzinhas brancas, menores que flores de laranjeiras, bem menores. Elas tinham um cheiro forte, porém adocicado. Tão doce que causava tontura se você inalasse seu cheiro bem de perto. Não importava. Ela tinha cheiro de infância, lembranças da adolescência. Ela era pura saudade.
