Poema Maos de Semeadora Cora Coralina

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"A vida é vivida no durante, não no antes nem no depois. O passado ensina, o futuro inspira, mas é no presente que tudo acontece."

"A pressa nos afasta da perfeição. A perfeição pertence a Deus; por isso, quem aprende a esperar no Senhor caminha mais perto da Sua vontade perfeita."

"Se a crítica te derruba e o elogio te exalta, ainda há imaturidade. A verdadeira maturidade chega quando você deixa de ser conduzido pela opinião das pessoas e passa a ser guiado pela sua essência, firmada no seu Criador. Quem conhece sua identidade em Deus não vive para agradar aos homens, mas para cumprir seu propósito."

“Os bons sentimentos exaltam o homem, fortalecem seu coração e o aproximam de Deus. Quando o coração é guiado pelo amor, pela humildade e pela verdade, Deus o protege e ilumina seus caminhos.”

“Crer é divino. Ter fé é confiar no que os olhos ainda não podem ver. A fé nasce no coração, sustenta a alma e nos aproxima de Deus. Quem crê não caminha sozinho, porque entrega seus passos Àquele que conhece o caminho.”

“A maior habilidade de um verdadeiro líder não é mostrar o quanto ele é extraordinário, mas desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns. Liderar é enxergar potencial onde outros veem apenas limitações, inspirar, ensinar e transformar pessoas em versões melhores de si mesmas.”

Igualdade busca tratar todos da mesma maneira.
Equidade busca tratar cada pessoa de maneira justa.

A derrota é um mal necessário, pois é através dela que aprendemos, amadurecemos e descobrimos o caminho para vencer.

"AS CRITICAS PROCEDENTES SÃO MELHORES QUE OS ELOGIOS SÓ PARA AGRADAR, AS PRIMEIRAS PERMITEM A NOSSA CORREÇÃO, OS SEGUNDOS NADA ACRESCENTAM". Ademar de Borba

Você que não gosta de animais, procure ajuda.
A falta de empatia merece ser investigada.

Eu quero um amor que não seja covarde. E não falo de guerras, heróis ou moinhos, falo do amor que não foge do cotidiano. O que lava a louça, compartilha o silêncio, segura a mão sem medo do tédio. O amor corajoso não é o que promete eternidade, mas o que se faz presente nas miudezas, nas falhas, nos dias em que o afeto parece coisa rara. É o amor que sabe ficar, mas também partir com dignidade, sem transformar distância em castigo. O que confia, mesmo quando não entende. O que não precisa vigiar para acreditar. Amar, afinal, é permitir que o outro seja casa — mesmo quando a vida muda o endereço.

Nem que eu tente, não sei ser minimalista. Minha história é um relicário, uma loja de móveis usados, onde tudo guarda um sentido, uma memória, uma cicatriz bonita do tempo. Cada coisa em mim já teve função, já foi abrigo, já pertenceu a outro instante. E talvez seja isso que me faz inteiro: não o espaço vazio, mas o excesso de vida guardada nas gavetas da alma.

A noite é refúgio, abrigo e revelação. Enquanto o dia exige máscaras e ritmo, os intensos mergulham no próprio turbilhão, dialogam com pensamentos que só nas sombras se escutam e sentem emoções que o sol não deixaria brilhar. Ser notívago não é insônia: é a coragem de permanecer inteiro, de transformar silêncio em autoconhecimento e solidão em plenitude.

Deixe a criança que habita você correr solta de vez em quando — ela lê o mundo em cores que a razão ainda não aprendeu a nomear.

Não gaste seu tempo mergulhando em águas rasas. É, além de frustrante, dolorido. A gente entra achando que vai encontrar profundezas, mas o que há é só reflexo. E reflexo, quando se acredita demais, engana.

Eu acredito na cura das dores, de todas elas, até as mais profundas. Você não é seu sintoma, seus traumas não te definem. É no amor que a vida acontece.

O sofrimento ocupa um espaço imenso. Abrir mão das dores é enfrentar os vazios.

Não se diminua para caber na vida outro, nem abra mão de sonhar para caber numa determinada realidade. Não é porque você está acostumado com o que vive, que precisa abrir mão do que deseja.

Se insisto no erro é porque a dor fala comigo num idioma que ainda não desaprendi.

Um paradoxo íntimo: querer devorar a vida e, ao mesmo tempo, aprender a degustá-la. Entender depressa só gera tensão. Olhar com calma revela profundidade. No intervalo entre um impulso e outro, entre o desejo de saber e a paciência de sentir, é onde tudo acontece. É ali que a vida realmente se mostra, silenciosa, intensa, inteira — mesmo quando nos obriga a frear.