Poema Maos de Semeadora Cora Coralina

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Aquela pessoa que hoje desprezamos pode ser quem estenderá as mãos amanhã, então porque levarmos conosco uma mágoa inútil se a vida é tão curta

A não ser que nos salvemos, dando-nos as mãos agora, eles nos submeterão à República. Para que as coisas permaneçam iguais, é preciso que tudo mude (Príncipe de Falconeri)

Faltam poucas horas pro natal. Espero que todos os abraços e os apertos de mãos sejam verdadeiros, que todas as palavras ditas venham do fundo do coração. Este dia é dia de celebrar a União. Mais é principalmente o dia de celebrar o nascimento do nosso rei e salvador Jesus!🙏🙌❤😍🍀

Errou tanto, trocou os pés pelas mãos, que o orgulho virou direção, e agora vai até o fim, com dor, remorso e insensatez triste

"As pessoas tem a feia mania de não cuidarem bem do que tem em suas mãos e quando perdem...
choram como se o mundo fosse cruel, mas esquecem que foram elas mesmas que deixaram escorrer entre os dedos o que um dia pediram tanto pra ter."

"Resgatar quem te agrega é tocar a vida de mãos nuas. É coragem que arde, porque exige que você se veja inteiro e vulnerável diante do outro, sem máscaras.
Reconhecer o valor de alguém não diminui você.. amplia a sua alma e faz a força brotar do afeto, não da resistência."

Carregar o peso de quem ama, cuida e ainda tenta manter o mundo de pé com as próprias mãos. Isso não é drama, é resistência pura.

Plantei raízes no silêncio ansiando pelo sol da esperança, mas mãos alheias cobriram a terra, impedindo-me de florescer.Meu caule se ergueu trêmulo, buscando o céu em vão, pois a sombra de terceiros pesava mais que minha vontade. E assim sigo, metade semente, metade lembrança do que poderia ser; um destino podado antes do tempo, um sonho que ainda respira sob a terra.

Não me faltou vontade, nem coragem para crescer. Faltou-me apenas o espaço que mãos alheias roubaram. Chamaram de orientação o que era apenas prisão; chamaram de liderança o que não passava de opressão.

O regresso é miragem, um delírio da memória, a farsa de que ainda existe um ontem em nossas mãos.

Aprendi a falar pouco sobre dor, falo mais sobre resultado, minhas mãos contam o resto.⁠

A jornada foi escola de paciência, sei esperar o tempo que o fruto precisa, colho com mãos firmes.

Não busco abrigo, eu o crio, a casa nasceu das minhas mãos, e hoje habito onde antes só soprava o vento.

Minha compaixão brota de ter sofrido, conhecer a dor ensinou a aliviar, dou mãos onde precisei delas

Fui moldado pela dor e lapidado pela paciência. Cada sofrimento foi um cinzel nas mãos do tempo, esculpindo em mim a consciência de que nada é em vão. A dor me rasgou, mas também me abriu para o divino que habita no silêncio. A paciência, essa artesã invisível, me ensinou que o amadurecimento não é pressa, é entrega. Hoje entendo que fui forjado não para ser perfeito, mas para compreender a beleza do processo, o sagrado que existe em suportar e florescer, mesmo em meio ao fogo.

A vida me feriu, mas a esperança, com suas mãos firmes e delicadas, sempre soube transformar dor em remendo, e remendo em recomeço.

Há mãos que sangram por amor e não se arrependem. O verdadeiro esforço é o de continuar acreditando, mesmo quando tudo parece perdido. O cansaço é o selo da fé viva, o sinal de quem ama sem desistir.

A verdadeira alegria nasce quando as mãos se rendem e os olhos se enchem de gratidão, então a vida se põe a cantar.

Retome o controle, olhos firmes no horizonte, mãos prontas para a nova arquitetura do seu destino.

A dor tem uma língua própria, poucos se oferecem para traduzi-la. Conto-a com as mãos e às vezes com olhos partidos. Não peço aplausos, só que alguém tente entender o sotaque. Quando encontro esse ouvido, a dor muda de tom e emagrece. Dividir o idioma do ferimento é já metade da cura.