Poema do Jardim de William Shakespeare
Quando eu me flor querubim,
deixa-me ser teu amor-perfeito,
pra eu renascer no lindo jardim
do canteiro de seda do teu peito.
Banco do meu Jardim
Num banco ao lado de um toco,
Que um dia foi jatobá,
Esta era de muita idade,
Dela ficou saudade,
acabou -se em uma tempestade,
Deu lugar a um lindo e florido manacá
Sentados naquela
Bancada
Em noites de lua cheia,
ofuscada pela nuvem branda que a margeia
Quase a gente não a via,
Lá tinha muita magia
Eu e minha amada,
Para que falar de vida alheia.
Há tempos
Há tempos venho regando meu jardim.
De um jeito torto que talvez a flor goste de mim.
Pelo aroma da poesia é que vou tecendo esse campo.
Mas não vou negar que juntar palavras é relatar o pranto.
São as faces da visão.
Soprar a felicidade de repente.
Fazer de conta que nunca.
Fazer aquela proposta maluca.
Alimentando a emoção.
Eu queria ver mesmo o que dá.
Cruzar palavra vulgar.
Ou então ditar a esmo.
Sem entender a si mesmo.
Há tempos busco compreensão.
Nada então.
O oco, a paixão.
Nada, sintoma de perdido.
Coração ferido.
Aquela palavra covarde.
E eu achando que é tarde.
Para mandar ela.
A infelicidade.
Para o raio que o parta.
Sou mais a poesia.
Que fala e canta.
Que dita o ritmo do meu dia.
Giovane Silva Santos
Como não amar as flores.
Quando vou para um parque, um bosque ou a um jardim, furtivamente experimento uma ou outra flor.
A maioria delas é doce.
“As rosas são bonitas e apreciadas, e o jardineiro que cuida do jardim é ignorado.”
Giovane Silva Santos
🌹SER MULHER É SER HEROÍNA
Colha as rosas do seu jardim mágico
Poemas da alma, sem espinhos
Colha as flores e plante amores
É preciso muita coragem e humildade
Muita força de vontade para abandonarmos
As coisas que nos são supérfluas
Apegamos-nos demais às coisas
Abandone tudo aquilo que não faz sentido
E o que nos fazem mal, certas amizades e hábitos
Mantenha somente as rosas do jardim mágico
O necessário para alimentar a sua alma, alegria e amor
Nós as mulheres somos; esposas e companheiras
Amantes; mães e avós; assumimos tantos papéis na vida
Merecemos ser sempre lembradas; dia após dia
Amamos, cuidamos, renunciamos
Cada uma de nós merece ser chamada de heroína
Entre as brumas da saudade de quem faz suspirar um soneto
Onde descansa a rosa do meu coração
Da minha prece feita em oração
Queria olhar as estrelas da minha janela para poder contá-las
Eu sei, sou uma mulher talvez antiquada
Gosto de amar e ser amada especialmente de ser cortejada
Não gosto da vulgaridade mas da sensualidade natural
Sinceridade num olhar sem covardia
Ouço passos na rua calçada da minha ilusão
Orquestra num concerto em cima de uma nuvem
Brincam com os passos nos cenários
Estrelas dançarinas que namoram na lua
Os corpos que vestem-se de noite a brincar de sonhos
Melodia suave da nossa emoção
Eu sei sou uma mulher, uma mãe
Que gosta da sinceridade de um olhar, talvez eu seja antiquada
(...) Talvez
As paixões duram
E o pranto lava
O teu jardim colorido
Os passarinhos vão lhe cantar
Todas as dores que te fazem mal
Pra se acomodar no teu altar
A vontade mais do que leal
Me apaixonei pela mais bela rosa do jardim
Pela princesa que a Disney não tem
Pela maravilha mais linda deste mundo
Pelo mais puro sorriso
Me apaixonei infinitamente por você
E ela
Só quer um tempo
Pra se refazer
Deixa a chuva cair
Em seu jardim
Fazer da sua alma florecer
E ela
Cansou de amores rasos irreais
Juras de amor
Todas tão banais
Amores incompletos
Que não são pra ti
O amor perfeito
Plantei um amor perfeito
Entre malmequeres e rosas
No quintal do meu jardim
Onde pousam as mariposas
Embaixo do vestido
sol de primavera
no jardim do teu vestido
faz sua passarela
decifra sob teu florido
outra flor de cor mais bela
Tempo
Nega-me o amor, mas não a primavera, porque então eu morreria.
Basta-me todo o jardim, porque só assim um amor me enxergaria.
Me presenteie com flores
em vida;
Em morte não poderei senti-las.
Poeminha primavera autoria #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 22/09/2020 às 12:40 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
'Maria'
'Maria' Magnólia,
Jardim de meu andar...
Apesar da falta do sol,
Gostei do teu olhar!
-- josecerejeirafontes
Moça
Há de surgir um girassol no jardim,
cada vez que você sorrir.
Há de surgir uma borboleta,
cada vez que seu coração fizer uma gentileza.
Há de surgir um sol, cada vez que as lágrimas inundar sua alma.
Há de surgir um novo jeito de olhar, cada vez que um horizonte tiver que inventar.
Há de surgir uma nova idéia, cada vez que o desânimo querer te devorar.
Há de surgir doçura na alma, cada vez que se encontrar um pouco amargurada.
Há de ter a ousadia do luar;
Que treme tocando o mar.
Transborda no olhar, a pureza da alma.
E encanta dando lugar ao sol.
Ah, moça...
A vida é você que dita;
Faça chuva ou faça sol.
Sempre há de ter outro dia!
Poema autoria #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 29/09/2020 às 14:35 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
o jardim
se você tem um
nem é precioso dizer
o quão preciso
ele lhe é
claro que precioso
ele lhe é
você
olha
cuida
maravilha-se
mas não escolhe
não deveria
por que tal flor
lhe exige mais amor
certifique-se
todas tem o por que
de ser ali para você
e tua falta de atenção
pode findar esta linda relação
daquilo que lhe é tão importante
não sendo única mas prevalescendo em seu ser
então volte-se para sua inocência
quando tudo realmente lhe importava
e de seu coração só maravilhas exalava
nada findou
nada terminou
seu jardim ainda aí está
só falta a você perceber
o quão precioso ele lhe é
no seu completo ser
finja que entendeu
e prossiga............
piu
Mais uma primavera...
De repente chega mais um ano;
Mais uma flor desabrochando no jardim
Mais uma estrela em meus olhos
Mais um sonho sorrindo pra mim
Sei que para ver florir;
É preciso paciência ao preparar a terra
De ciclo em ciclo;
O silêncio traz belas flores na janela
Com a vida não é diferente;
Paciência é o começo,
para uma nova florada
Mais uma ruga no rosto
E uma lição em cada estrada
Sou agradecida por tudo que tenho vivido
Aprendi muito, desisti do que não levaria a nada.
Lutei pelo que eu achava valer a pena
E perdi o que já não me acrescentava!
Poema autoria #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 08/10/2020 às 11:00 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Há um nascer virginal
Deflorado pela poesia
Há um amanhecer de flores
No jardim de minhas fantasias.
Bom Jardim de Goiás
Bom Jardim, Bom Jardim, também chamado Ibotim...
Lugar onde nasci e por algum tempo vivi...
Na minha adolescência dizia... já mais sairei daqui.
Bom Jardim, Bom Jardim... ai de mim.
Certo tempo chegou em nossa cidade, uma empresa de pavimentação; vinha fazer serviços, em nossa região...
Com ela muitos trabalhadores, que logo se encantaram com a cidade.
Muitos ficaram... casaram-se com as bom-jardinenses.
Um destes, foi Milton baiano, excelente operador; que com o passar do tempo, cargos de chefia ocupou.
Casou-se com minha prima Edna; Milton, vulgo “Mijão”, este conquistou a cidade, e também nosso coração...
Na família foi enxertado... pessoa de grande valor, brincava e cantava; gostava da gozação.
Más lembra do que dizia, que da minha terra não saia? Saiu, eu, Milton, Djalma e Bosco; a trabalhar na Betomarco.
Em 1992, fomos para São Paulo, na localidade de Parada de Taipas; juntos trabalhamos lá por um bom tempo; mas um dia deixando-os para trás.
Fui parar na cidade de Rio Verde-GO, na casa de minha irmã, para outro ciclo ali começar.
Depois de muitas andanças, um dia me casei; queria ter um endereço; daquela vida eu cansei.
Uma vez em 2000; trabalho pra Milton arrumei, na cidade de São Sebastião do Paraíso-MG; conosco um tempo passou...
Aproveitei a oportunidade, para retribuir o que me fez; quando morava na Carecolândia; trabalho para mim arrumou...
Se desta vida não levamos nada, pelo menos levamos na alma, as marcas de nossas ações, por isso sei que na memória; muitos bom-jardinenses o terão.
Já não está em nosso meio, seguramente foi para Deus. Estando lá tenho certeza dirá para Ele: “Senta aqui neste banco... vamos conversar...”
Bom Jardim, Bom Jardim... que muitos acolheu, só não sei se descansarei eu, nas terras que um dia deixei.
