Poema do Filme em seu lugar
Estou longe de ser perfeita e muito longe de saber tudo. Mas sei o bastante para querer ser a melhor parte das pessoas que mais amo. Só espero que, um dia, eu seja.
Não chore! Não se desespere! Não é hora de perder a esperança. Sei que você está se sentindo destruído por dentro... Eu sei que tem vontade de gritar e o compreendo.
Nós temos uma conexão. Uma ligação incomum e intensa. Nunca tinha vivido algo assim antes. Estou pensando em acabar com tudo.
Nós estamos menos interessados em conhecer a pessoa que você acha que queremos que seja e muito mais interessados em conhecer a pessoa que você realmente é.
O amor é uma reação química que vai e vem. Essa é a boa notícia: a decepção também é assim. Seu cérebro se acostuma. Sua química corporal volta ao normal.
Você nunca está mais vivo do que quando é adolescente. Seu cérebro está cheio de substâncias que podem transformar sua vida em uma história de proporções épicas. Uma nota nove parece um Pulitzer, um sábado à noite solitário é uma eternidade de solidão e sua dupla no laboratório se torna o amor da sua vida.
Há um motivo pelo qual, quando todo autor, de Shakespeare a Salinger, escreve sobre jovens, não se pode evitar a verdade, de que ser jovem é doloroso. São quase sensações demais.
– Se fizermos isso, como saberemos que o resultado será diferente de antes? (Bruce Banner)
– Porque antes vocês não tinham a mim. (Capitã Marvel)
Odeio tanto você que isso me deixa doente
Eu odeio, odeio o modo como você está sempre certo
Eu odeio quando você mente
Eu odeio quando você me faz rir
e mais ainda quando me faz chorar
Eu odeio quando você não está por perto
E o fato de não me ligar
Mas mais que tudo, odeio o fato de não conseguir te odiar
nem um pouquinho, nem por um segundo
nem mesmo só por te odiar
É um filme de pessoas automáticas que sabe aguda e gravemente que são automáticas e que não há escapatória.
Agora, suponho que sim: tanto o filme quanto o poema ou a música falam dessa nossa louca necessidade de ilusão. Porque a imaginação do homem foi feita, acho, para imensamente mais do que aquilo que o cotidiano oferece.
