Poema de Pobre

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⁠Bem que os beijos meus
poderiam ter
asas para buscar os teus,

(Ou poderiam mesmo
até o oceano cruzar),

Do báratro escuro
que ardente oculto
para nele você se perder,

(Sem chance de fugir
ou querer regressar),

Mais forte que o passamento
para você de mim
nunca mais esquecer,

(Ou de dentro de ti vir
a tentar me apagar),

Tão méleo quanto
o mais puro dos sentimentos
para você se viciar,

(Sem querer cheguei
para em ti morar),

À espreitar a cada
um dos meus passos
como um lobo da estepe
do Oeste da Anatolia,

(Doses de café,
desejo e melancolia);

Indomável como o mar
em intermitente luar
feito a sagração poética
da primazia da primavera.

Quando o daddy
sabe o quê quer,
e a baby também,
Os dois juntos
podem ir além.

O crepúsculo deu
a sua despedida,
as luzes da cidade
foram acesas,
a Lua coroada
está de estrelas
iluminando o Rio.

Ao mundo inteiro
oferto a veia
da paixão que não
oculto no peito
feita de vibração
e teu amor perfeito.

O desejo de viver
para cantar o amor
seja como for
é só o começo:
nos teus lábios
a sede de me amar.

No ritmo do Universo
a canção eterna
aos olhos lindos
voltados para quem ama,
esta temperatura
que amorosa chama
ao ardente total amplexo.

Em pleno jardim
dos amores eternos
Tocando com os dedos
outros universos,
Arquitetando juntos
os nossos doces
enredos nos prevejo
sem nenhum receio:
te guardo em segredo.

Por você me entrego
como um exército
em plena rendição
diante desta paixão
inesperada que não
será preciso dizer nada,
Algo me diz que tens
a certeza que
sou a tua amada,
e que o nosso encontro
só requer o tempo certo.

Porque os meus olhos
irão falar por nós
e tu há de ser o meu
único intérprete,
E a Lua cor de laranja
a testemunha
de quem já se ama
sem nunca ter se
visto neste Ano Novo
que será o amanhã
deste mundo que
dizem que para viver
um amor em paz
não há mais esperança.

Ouço no final do corredor
Você a me chamar,
colocaste Moon River
para tocar sob a luz
do mais lindo luar.

Quem é capaz de ir
até a Lua para a paz
para o mundo pedir,
é porque pelo bem
da Terra não se cansa
e dela quer cuidar.

Sempre dizem que o fim
do mundo está próximo,
prefiro os meus ouvidos
para o absurdo fechar
seja na serra ou no mar.

Quem é bem capaz
de sentir com arte
é muito mais poesia
do que pode pensar:
não é pela metade,
é enamorado da vida.

Sempre dizem que o fim
de tudo é o recomeço,
ignoro o julgamento:
estou a rodopiar
dançando com você.

Quem é capaz de se
entregar por inteiro,
não vive sem amor
por completo e sem
apreciar um vaga-lume:
é feito do que é verdade.

Porque poetas, músicos
e artistas são eternos
mesmo que você
em nós ninguém creia,
o clima se encarrega
de crescer a cerejeira.

O vento balançou
de leve o velho
e tranquilo salgueiro,
e o luar de prata
devagar iluminou
a floresta verdejante
na bela montanha.

Em busca de alguém
há quem ainda cante
a esperança de início,
e também de reinício.

É fato que vivemos
num mundo dançando
em pleno precipício,
O importante é
nunca parar de sonhar.

Em busca do mundo
ideal há quem ainda
persista na esperança
de que ninguém desista.

O luar de prata balançou
de leve o vento
iluminou o salgueiro,
e a floresta de esmeralda
ficou mais radiante
na imponente montanha.

Em busca do giro
perfeito que dance
o Universo inteiro
e que ele de mim
não te faça esquecer,
porque para nós há tempo
e o destino me traga até você.

Na noite que antecede
esta Superlua de Neve,
a minh'alma se atreve
a dizer que já és meu.

É por causa desta alvura
tão linda que inspira
a nunca desistir:
já saberemos onde ir.

Só basta você querer,
que não farei resistência,
em busca assim estou
é de malemolência.

É com esse entusiasmo
que me preparo
para receber este amor
em total desembaraço.

⁠Buscando pelo amor que virá
ao caminhar nesta travessia
como fogo, paixão e ventania,
abro caminhos e traço rotas,
porque não sei quem o amor
de fato primeiro encontrará.

Renascendo com as auroras,
meus discretos motins estão
se espalhando como sementes,
e como versos nômades não
descansaram com os poentes,
eles já estão por todo o lugar.

Aceitando os sinais do destino,
certa como a Lua romântica
em noite de céu estrelado,
me encontro como música
inabalável no coração do povo
que jamais hão de me apagar.

Devolvendo o amanhecer
no teu insigne e gentil peito
estão todos os meus sinais,
e todas as minhas estações
porque o amor sem nunca
ter te visto arou as emoções.

⁠Os meus saborosos sentidos,
os meus pensamentos românticos
e os meus sonhos já te pertencem.

⁠Você se comportou como Júpiter
pegando a Lua pela mão
trazendo-me de volta para o Divino,
O amor quando é verdadeiro
não é feio e nem bonito;
ele está acima do Bem e do Mal,
e se entrega sempre ao infinito.

Você acha que o amor se
preocupa com o quê é físico,
O amor luta é para estar perto
e se nutre de tudo o quê é eterno,...

Quem tem amor só se ocupa do que
engrandece o espírito,
e prevê simplesmente o infinito;

Quando nos conhecemos o amor
por nós foi adotado como idioma,
Dizer nenhuma palavra nunca é
preciso para o amor ser compreendido;

Disseste que não te entendo
em fuga do teu indomável sentimento,
Você sabe que te mantenho
abrigado em meu místico silêncio,
embora não reconheça que sei
de ti melhor do que você mesmo.

⁠Das mãos de Allah saíram
as constelações árabes
para mostrar o caminho
que me leve pelo deserto
do destino da Humanidade,
além das mil e uma noites
narradas por Sherazade.

Onde muitos tratam o amor
como um desconhecido,
tenho feito ele reconhecido
sob nossos poéticos feitos
e luzes de Leyla e Mecnun.

A inspiração leva a pluma
onde ela permite deslizar
e redigir uma nova história
que me faça te encontrar
entre o Oriente e o Ocidente.

Onde se revela sobre a duna
e a conjunção planetária
com a Lua refletida no oásis,
em mim mora o silêncio,
a oração e o mistério
que já nos faz mais unidos
e imparáveis do que nunca.

A coragem leva os passos
por onde nunca imaginei,
faz perder inteiro o medo
crescente da tempestade,
e ser rendição de verdade.

O Livro das Estrelas Fixas
orientará todos os dias
como iremos nos amar
na terra, na água ou no ar,
os quatro sentidos nos pede
Astronomia e toda a magia.

As mãos vão esticadas
na altura dos olhos,
há sombras e jogos;
Recordo o gesto da Lua,
quando decidi ser tua,
a potência dos desafios
e a audácia dos sonhos.

As nuvens insurgentes
encobrem o azul
profundo do Universo,
A brisa da noite
balançando o arvoredo
me faz sentir viva,
e esbanjo expectativa.

O silêncio companheiro
inseparável mima
a previsão com sabres
do Sol rompendo sutis
a escuridão no trajeto,
é para os teus braços
quentes que me projeto.

O barulho dos motores
dos carros na vizinhança
desconcentram o transe
e a luz ainda não voltou;
por você o meu peito agita,
és a minha história bonita
e desta orquestra a melodia.

Ah! Se eu pudesse apressar

Os ponteiros do meu relógio

- Só para te abraçar! -



Ah! Se eu pudesse correr,

Junto com o tempo

Para nunca mais te perder.



Ah! Se eu pudesse revelar

A cor dos teus lindos olhos,

E por eles me declarar...



Ah! Se eu pudesse me aproximar,

Para recuperar o tempo perdido,

- E resgatar o tempo de amar! -



Os teus olhos são tão lindos...,

Eu não vou contar como eles são,

Só sei que por eles, entreguei tudo;

Entreguei a minha vida e o coração.



Os teus lindos olhos tão íntimos,

Tão castos e repletos de cores,

Por eles morro sempre de amores;

Com direito a todos os mimos.



Ah! No pestanejar e no brilhar,

Os teus olhos me tocam inteira;

Como plumas a me acariciar...



Ah! Não conto o que sou capaz

De fazer por estes olhos;

Sim, darei a volta ao mundo,

E por eles sou capaz de ir atrás.

Estou cercada por você,

Sob o teu jugo doce,

Estou por ti dominada,

Porque as tuas curvas,

Feitas de montanhas,

Repletas de histórias,

De revoluções e glórias,

Não esmoreceu, sempre lutou;

Até o veludo entrou em revolução

Para cumprir o destino, e fazer de ti

República Eslovaca uma NAÇÃO!

A delicadeza das horas,

E o vai-vem dos oceanos.

A repletude dos perfumes,

E o abandono das madrugadas.

Assim nos completamos,

Nos compreendemos, nos amamos

Ao ponto de nos perdermos em nós;

A vida se fez como uma foz.



Lira da loucura santa,

Coisa de quem ama,

Só compreende, e se entrega,

Ao teu jeito viril,

Que semeou amor na Terra.



Sempre eu nos preciso,

Bendiga o nosso desejo,

Surgiu mesmo sem beijo

Apenas no teu olhar

O cancioneiro se fez nascido.



Ter mais amor que o amor,

Ambição dos poetas e dos amantes,

Em versos borbulhantes

Para que nada se perca,

E no poemário tudo se cometa.



A minha poesia faz a teia,

Faço graça ao teu olhar,

Despeço-me ansiosa:

Carregando uma vontade ímpar

Que incendeia, e que não vai passar.

Não me distraio

Do nosso jardim.

Teço mil enredos,

Sublimes, enfim.

Não me culpo:

O desejo brotou

Bem imponente

Como um lírio.

Talvez seja delírio

Ou, apenas poesia.

Não me importo,

Registro em letras

Para que me leves,

E nunca me deixes.



Camponesa de alma,

E também de corpo,

Você é meu solo,

E eu a tua segurança,

Tenho a esperança

- da semente do amor

Que não desiste

De brotar sereno,

E crescer contente.



Não me distraio de nós,

Jamais!...

Semeio letras puras,

Versos incandescentes

Em busca dos beijos

- intermitentes -

Como um riacho em turbilhão

A tomar conta das pedras

Para amansar o teu coração.

Desvende-me em teu olhar,

Eis-me aqui para te contar:

Nos teus olhos celestes

Resolvi uma estrela buscar.



Surpresa doce e íntima,

Com o tom de revolução,

Por ti vivo a sorrir...,

Viraste a minha doce canção.



Entregue-se ao meu tocar,

Eis-me aqui para te amar:

Os nossos corações solares

Um dia hão de se reencontrar!...



Talvez no alto da montanha,

Ou na beira do mar;

Talvez, talvez, talvez...,

Quando a gente não planejar.



Agarre-se a nossa glória,

De escrever entre os beijos

A nossa história...,

Indizivelmente nossa.



Em salto e altura,

Não haverá queda livre,

Porque sinto-me tua;

Contigo estou segura.



Não vim parar à toa,

Surpreendendo-te

No céu de (Bruges),

Em queda livre,

Libertando-te,

Pairando leve,

Envolvendo-te

Para que o teu coração

Nos faça (entregues).



Amar o amor faz parte

Da honra, da vida,

Da poesia e da arte;

Da nossa ida

Pensando na volta;

O amor abriu a porta...

Toco o céu com a mão

Com tanta inspiração...,

E tão puro contentamento

Vou ao sabor do vento

Em busca de alento...



Alma forte como [ventania,

Assim é a alma austríaca.

Alma leve que rodopia...,

Ao som da valsa é [alegria.



Artesã da palavra poética,

Filósofa do tempo poema,

Amante de vida em expansão,

Escrevendo a poesia própria,

Cheia de paixão e sentimento.



Alma forte tão [alpina,

Assim é a alma austríaca,

Alma doce que fascina...,

De um acorde que [harmoniza.



Sabe ser feliz ao seu jeito,

Como poesia que [valsa

Talvez não tão perfeito,

Mas amor não faz [falta].

Os teus lábios sedutores

Por eles morro de amores

Tão lindos e doces lábios

De todos os lábios que ousei

Tão meus e róseos lábios

Os lábios que por eles pequei.



Ah!... esses lábios róseos

Tão lindos e repletos de sol

Por eles esqueço do mundo

Vejo no céu os tons mais flóreos

Todos por esses lábios de sol

Dourados e etéreos lábios...



Os meus lábios pecadores

Pelos teus lábios morrem de amores

Tão ternos e repletos lábios de calor

Se eu ficar com os teus lábios

Juro, que eu sou capaz de viver

Somente de amor - e nada mais!...

Como a espada que corta

Este verso maldizente quer:

Que o mal que você fez

Contra um animal de rua

Volte em triplo simplesmente,

Para que o quê você fez seja

- lembrado eternamente -

Como o escudo que protege

Este verso de maldição

Vai colocar juízo na sua cabeça

E também no seu coração!



O poeta é o protetor da Humanidade,

Que tem na poesia a sua artilharia

E nas letras a mais nobre infantaria.



O poeta é o som do violão,

Que toca na tua mão

E no teu pobre coração.



O poeta é o agricultor da espiritualidade,

Que vive de plantar o amor

Na estrada da Humanidade...



Como a porta que se abre para a luz,

Permita-se a claridade!

Lembrem-se muito bem lembradinho:

Que maltrato à animais de rua

Ou qualquer um animal

Vai muito além do crime...,

É expressão escandalosa de crueldade!!!