Poema de pensamento

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A vida não é ruim, o ser humano é que traz a maldade dentro de si!

Inserida por CrisCovalsky

Eu ando onde você anda. Cadê você que não anda onde eu ando?

Inserida por xxdads

Devemos usar o tempo que o tempo não nos deu.

Inserida por xxdads

Seja contra a guerra
não contra o amor.

Inserida por xxdads

Covarde é quem tem fé e não luta por aquilo que quer.

Inserida por xxdads

PAPOS

Numa conversa animada sobre a natureza
Cada qual queria ser um bicho
Alguns violentos
Outros bem dóceis
Eu?
Eu só queria ser uma nuvem
Me deixar levar pelo vento
Ora ser tempestade
Em outro chuva bem fina

Ter a forma que eu quiser.

Elis Barroso

Inserida por elis_barroso

Nada pode ser mais devastador para um poeta que imaginar uma vida pautada apenas no palpável.

Inserida por ednafrigato

Levemente púrpura, era a poesia que silibada outrora pelos anjos ganhou o contorno do teu rosto no silêncio dos meus olhos, antes que, como uma esfinge pálida se imortalizasse em meu peito.

Inserida por ednafrigato

Pensei que chorar fosse coisa de gente fraca, mas acabei percebendo que chorar é um modo de defesa, de liberar toda a dor que te consome pouco a pouco...

Inserida por CrisCovalsky

Não sei se estou vivendo ou apenas seguindo. Acho que no fim, tanto faz...

Inserida por CrisCovalsky

e fica o dito
pelo não dito
sou só um maldito poeta
queria ser
um poeta maldito

Inserida por mix_ativa

uso a língua
como me convier
a crase é minha
e eu coloco
onde quiser

Inserida por mix_ativa

Paciência somente para o que der paz e ciência. (Vanessa Brunt – Livro Depois Daquilo)

Inserida por poeticos

O LOUCO

Louco que louco
Que sabedes das suas demências
Talvez não seja louco
Ou talvez seja

Mas o louco que louco
Que se presume sapiente
Tende mesmo a ser louco
Puro demente!

Inserida por DSorroco

FINGE

Fascínio libertino
De querenças e prazeres
Amasso e lambança
Tons desatinados de amores
Que amor que loucura
Que desejo que frescura
Finge,
Toques profundos e ardentes
Em mantos e prantos de prazeres.

Inserida por DSorroco

BANCOS e JARDINS
(D'sorroco)

Verdes de Vida
Cruas
Bisbilhotando jovenildade
Aspirando ares da urbe

Passam por min
Amors de toda a parte
Encantam-me e me enamoram
Nestes bancos solitarios sem fim

Inserida por DSorroco

MINHAS DECISÕES

Minhas decisões
Acertadas ou não
Sangraram
Rasgaram a carne
Quebraram a casca

Minhas decisões
Acertadas ou não
Fizeram-me sentir
A dor das metamorfoses
Sem elas eu não sentiria
O frescor do vento nas asas.

Inserida por elis_barroso

GAIOLAS

Abandonei as gaiolas
Para ganhar os ares
Enxergar novas paisagens
Sentir o vento

Larguei as gaiolas
E para surpresa minha
Escolhi o ninho.

Inserida por elis_barroso

RECOMEÇOS

Vou seguindo de recomeços
De todas as segundas
De tantos janeiros
Já não sei se sou pedaço
Nem sei se sou inteira

Vou seguindo desse jeito
Sou feita de recomeços.

Inserida por elis_barroso

Que dizer de alguns poemas ?
são efêmeros como bolhas de sabão,
brilham, encantam, emocionam,
depois de algum tempo
se desfazem, estouram, são frágeis,
restam apenas vestígios
pelo chão ...

Inserida por neusamarilda