Poema de Paixão
" Penso em você de maneira tão profunda, que as vezes chego a ter a sensação que você também pensou em mim, naquele momento..."
Acho que não exite ninguém que foi julgado tantas vezes como eu. Não será meia hora de conversa, ou um currículo que irá definir suas qualidades e contribuições.
Permita-se conhecer mais às pessoas, de repente são grandes pessoas e você não sabe!
Eu sou uma combinação de todos os defeitos do mundo: estou propensa tanto ao ódio corrosivo quanto à paixão avassaladora.
Se tiver que sofrer por alguém, sofra, mas sofra tudo de uma vez, mesmo que por dias e quando seu "luto" acabar, ressurja das cinzas e siga em frente sem lamentações.
Aprendi que existem pessoas neste mundo que mesmo tendo oportunidade para o perdão e para a reconciliação nada fazem para isto, lhes falta vontade, coragem e principalmente humildade.
A vida é uma caixinha de surpresa, as vezes até a ausência de um feedback pode revelar a importância e a consideração que uma amizade tem por você. Vivendo e aprendendo sempre!
Não sou o teu amor, mas sempre serei o melhor da sua história, pois o mais gostoso de tudo isso, são os segredos íntimos que trocamos secretamente.
No palco da nossa vida existem dois tipos de pessoas, as que assistem da platéia e as que sobem no palco e dão sentido à sua história.
Felicidade me ponha perder de amor, talvez não seja pouco que eu queira, talvez não seja muito ,mas o importante é que não sei viver sem amor.
Ser “amável” não é uma questão de “valer o amor que você tem”, mas de “demonstrar aptidão para ser amado”.
A seletividade do amor pode ser explicada, mas não justificada: para aquilo que não apreciamos no amor, nos tornamos voluntariamente cegos, distorcendo a percepção até que ela silencie ou nos agrade, e esta aposta na melhora espontânea do desencanto parece ser uma das maldições mais longevas de nossa espécie.
Morremos por amor, sofremos por amor, nos calamos por amor, choramos por amor, enlouquecemos por amor e nos sentimos sós porque amamos.
Amamos porque nossos desejos nos fazem acreditar que outra pessoa nos trará a felicidade – o que é um imenso equívoco.
Ao colocarmos o amor no centro de toda expressão emocional do imaginário popular, o transformamos em uma tela utópica onde estamos sempre projetando nossas querelas sentimentais e construindo dramas vívidos, sufocantes e muitas vezes inúteis que chamamos de “romance”.
Intimidade é convidar o outro para conhecer um pouco do seu “eu” mais interior, tornando-o uma mistura de consultório médico e confessionário.
