Poema de Mario Quintana o Espelho
O poema pode revelar alguma loucura em uma máscara estranha, mas a verdade está diante do próprio ser.
“Ingrid Cristina, minha filha presente de Deus na minha vida, tua existência é um poema que o Senhor escreveu com amor; és bênção divina, flor plantada com ternura no jardim da minha alma.”
O ruim de fazer poema sobre mãe é que sempre tem-se a impressão de que falta algo a ser dito; mãe é uma coisa tão imensa, tão incabível que tenho a impressão de que temos que inventar outras palavras pra definir com exatidão. Acho que mãe é Deus perto da gente...
Nasceu um poema no topo da árvore e, até que o outono chegue, será poesia a encantar o mundo, depois se revelará no chão, perfumando algum caminho...
“Nunca me deram um lápis, meu primeiro poema foi escrito com um lápis emprestado, devolvi ao terminá-lo, mas quando comprei meu lápis, nunca encontrei quem o emprestou.”
Que este poema seja um lembrete de que a pior prisão é aquela que aceitamos dentro de nós. Mas em Cristo, há liberdade plena.
É com alegria angelical, Alegria poema, Que a vida prova, E minh'alma reverbera que amar ainda vale a pena.
A poesia digital também é poesia. Acho de um cinismo crasso, a transcrição entre aspas de um poema inteiro sem mencionar o autor. Transcrição de trecho ainda vai, mas transcrição na íntegra, não acho correto. Respeitem os autores da modernidade.
Os versos na cadência dos teus carinhos, Delineiam o nosso poema-canção sussurrado ao pé do ouvido, Delicadeza poética que também é abrigo.
Sou o teu poema em flor, Anoitecido em verso, Amanhecido em prosa, Um poema verdadeiramente de amor...
A escola dá uma noção do que é um poema, mas é a vida e toda a nossa bagagem cultural é que nos torna poetas.
A poesia é um risco para o papel em branco, mas é o que move essa inquietude humana de se expressar.
