Poema de Mario Quintana o Espelho
Não reclame de seu presente pois é espelho do que você plantou no seu passado, plante coisas melhores no seu presente para poder colher bons frutos no seu futuro.
Seja você mesma a pessoa que você gostaria de conhecer. Aquela que você olha no espelho e sente orgulho do que vê.
Chegue na frente do espelho e diga para si mesma o que você merece ouvir, o que você espera escutar de outras pessoas. Isso não é loucura, é lucidez e são as declarações de amor mais sinceras e verdadeiras.
Se olhe no espelho sem julgamentos, sem opressões e sem fingimentos.
Errar, recomeçar, se levantar e continuar nos fala de RECONSTRUÇÃO.
Olhe para dentro de você, inclusive no espelho, com os seus próprios olhos e não com as lentes que o marketing, que inventa e idolatra a perfeição, instala nas suas retinas
Não julgue o reflexo do espelho.
O espelho apenas espalha as nuances da alma, refletindo verdades internas e histórias silenciosas que anseiam por serem reconhecidas. Cada imagem refletida é um fragmento de autodescoberta, uma jornada para desvendar a complexidade oculta, revelando as camadas profundas que compõem nossa identidade. Apenas reflita sua alma.
Viver um amor em espelho é descobrir que não existe convenções, somente a indescritível experiência da expansão da própria consciência.
A reencarnação é o espelho da Justiça Divina, visto que não há uma só vida material para o encarnado, mas várias delas; em cada uma, experimenta-se uma diversidade de obstáculos, tudo para o aprimoramento espiritual. Nada acontece por acaso.
Reflita sobre isso: A batalha com os reflexos do espelho ressalta a profundidade de nossa consciência, lembrando-nos que nem sempre o excesso de flexão é o único caminho para fortalecer quem somos. Assim como um reflexo distorcido pode ser um indício de uma superfície embaçada, a busca interior também exige clareza e flexibilidade para reconhecer nosso verdadeiro potencial.
O narcisista não consegue ver ninguém ao seu redor, porque vive fixado no espelho admirando a si mesmo, a ponto de esquecer do que lhe é essencial - a vida.
"Essas repetições me deixou cheio de dedos... Ainda que falte espelho nesse local, reconheço o perjúrio... Prometi a não ter pena de ninguem... Porém... Acabei sentindo pena de mim e me permiti a cólera ao notar que você fez eco... Eu te falo vai embora sem fé..."
