Poema de Mãos
Para o nosso deleite, neste exato instante, entremos em um mundo esplêndido, criado pelo foco incessante de satisfazer o nosso desejo mútuo e muito fervoroso, esta noite é a nossa anfitriã, o tempo está a nosso dispor, neste momento que tanto esperamos.
Beijarei suavemente o teu ombro, seguindo até o teu pescoço, beijando e sentindo o teu perfume, enquanto afago a tua nuca com os meus dedos entrelaçados nos teus cabelos, arrancando-te alguns suspiros, saboreando vivamemte a tua boca de lábios tão lindos.
E no decorrer dos nossos beijos ardentes, com uma das mãos levantarei gentilmente o teu vestido, usufruindo da tua maciez delicada, ficando cada vez mais sedento de ti, demonstrando uma vontade ousada, que reflete com eficácia o meu sincero sentir.
Em breve, minha dádiva, estaremos totalmente despedidos, nossos corpos abrasados em movimentos contínuos e muito suor derramado, o banho de êxtase por atendermos aos nossos instintos com bastante entusiasmo e o empenho devido.
Nas decepções que se achegamos a Cristo com mais rigor.
Quando venho a tropeçar que minha fé não esmoreca, pois ele é Deus é o Cristo verdadeiro, que estende a mão a Pedro que saindo do barco afunda, por causa das violentqs ondas a bramejar, na verdade assim como o sol brilha ao amanhecer, assim deve ser nossa esperança ao correr aos braços do Rei celeste, a saber Jesus Cristo o ressuscitado, que seu sangue derramado no madeiro, venha nos purificar de toda má obra, pois ele é fiel e justo, ele é o advogado mais preparado pelos séculos dos séculos, sua defesa é sobrenatural, e seu argumento é infalível para os que Crêem em sua justiça, pois ele se firma na verdade e não na mentira, ele derrota o opositor só com o olhar e o acusador se retira de vergonha por nossa causa, o poder do verdadeiro argumento de Cristo está em suas mãos e seus pulsos, que contém a marca dos pregos, grandes, enferrujadoa e pontiagudos, ele nos libertou e nos libertará para todo sempre, ô aleluia.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
Somente o Senhor Rei Jesus Cristo, tem a primazia de meu ser, me amaste desde o começo, e eu, no princípio te rejeitei, andei errante desde o meu nascimento, apesar de me ter feito com suas próprias mãos Deus pai, não é de exagerar que o Deus de amor .
Poesias líricas ao Rei Jesus
Um aperto de mão meu ver..
A madame pega nas pontas dos dedos ..🙄
Os políticos agarram como se agarrassem um escravo😥Um amigo como se quisesse voar junto com a gente 🤗 ....Mais os pais é como se juntassem nossas mãos para nos ensinar a oração perfeita😍...
O proximo grande salto da humanidade é desdobrir que cooperar é melhor que competir. Não o mais capacitado em calcular as variáveis econômicas com alto grau de acertividade ou o autor dos mais célebres tratados envolvendo os diversos aspectos do desenvolvimento humano.
Não o maior físico, astrônomo ou geólogo.
Não o melhor médico, engenheiro ou músico.
Não o mais rico, mais poderoso ou eloquente.
Mas sim os de coração aberto, os que dão as mãos e se colocam ombro a ombro, aqueles com habilidade de unir competências em prol do bem maior sem a sombra da vaidade, cooperando com a consciência de que somos todos essencialmente interdependentes e que um mundo de Paz só se ergue com as mãos de todos envolvidas na construção, com equidade, cada um em sua especialidade.
Eis os grandes sábios, dignos líderes, seres humanos capazes de transformar os povos e conduzir a humanidade a degraus mais altos.
Poema QUINTANARES
Há tanta moça bonita
Nas ruas que não andei,
Que há até uma encantada,
Que nem em sonhos, sonhei.
Mas se a mim me permitir,
A vida em redemoinho,
Quero me ir levemente sorrindo,
Como se vão aquelas folhas outonais,
Que varrem as ruas centrais da cidade que habito.
E se não for por ventura,
Que o coração se reparta,
Quero que arda em fogo árduo,
A pungente alegria, daqueles que se embriagam,
Simplesmente enamorados na claraboia da lua.
Há tanta coisa escondida, nestas ruas que andarei,
Até mesmo a própria vida, feita uma canção atrevida,
Que quiçá, talvez um dia,
Com as próprias mãos tocarei.
Carlos Daniel Dojja
Em Homenagem a Mário Quintana
LUZ DAS ESTRELAS
Certa feita estive numa aldeia.
Lá me deparei com uma menina,
Sua fome me olhava atentamente.
Tinha o nome de luz das estrelas.
Seu pai não se sabia e sua mãe não vinha.
Perguntei-lhe se sonhava. Disse-me que não.
Mas que quando deixasse de ser miúda,
iria ser médica para cuidar das pessoas e dos que vão nascer.
Você sabe o que é poesia?
Não, não a conheço, interpelou-me rapidamente.
Poesia é feita pra gente?
Passei a visitá-la.
Numa manhã que chovia, nova indagação.
Do que você gosta? Prontamente me disse:
Gosto de comida, de escola e de brincar de casinha quando faz frio.
E vou lhe confessar algo.
- Também brinco de agarrar nuvens com as mãos
Carlos Daniel Dojja
Para Luz das Estrelas, em Angola.
"...Poucas coisas me pertencem.
Os olhos que me deixaste na sombra.
Aquele beijo soprado no eclipse.
O dia em que te bordei em meu peito.
Poucas coisas me seguem.
A estrada em que teus pés me nasceram.
Tua voz chamando quando eu amanheço,
Com a memória acessa de tuas mãos..."
Carlos Daniel Dojja
In Fragmento Poema Inventário
TRADUÇÃO
"...Teu afeto agregou-se.
Extingui superfícies.
Ancorei-me de cumplicidades.
Mudei-me.
Aprendi a ver com as mãos,
E a tocar com os olhos..."
OUSADIA
No meu intimo, uma desnecessidade se aguça.
Creio descomplexa, de não ter nada a desdizer.
Já me levo inteiro de indagações a juntar atalhos,
De quem bem sabe o quanto custa o desviver.
Mas não existo o bastante para deixar de aspirar.
Espio manhãs. Não graduo conjuras.
Apraz-me compreender que uma reta contém variáveis.
Meus poros se aguçam de humana estatura.
Minhas inquietações desfiam-se visíveis.
Confesso-me indisciplinado com as formalidades do risco.
Em quase tudo me arde, o que suponho merecer.
E se não o sentir, não me impele o florescer.
Tenho dificuldades com prognósticos do viver pré-definido.
Não uso decifrador de tempo, para embeber-me do instante.
Declaro-me avesso em não desfrutar o que o momento instaura.
E quando me chega, pousa em minhas mãos, como se vindo da alma.
Carlos Daniel Dojja
...Te amo,
desde quando teus olhos,
como mãos encravadas a terra do meu afeto,
se fizeram raízes.
Quando o dia trouxe teu perfume
E me nasci no teu corpo,
E juntei tua face a minha andança...
Carlos Daniel Dojja
Quando te fores
Se te fores,
Antes que a noite,
Celebre tua estada,
Não leve os teus olhos.
Deixa-os,
Abrindo-se em minha face,
Que tocou tua boca,
E peregrinou em tua ausência.
Não leve aquele entardecer,
Em que esculpi teu nome,
Quando o pássaro azul, na terra ressequida,
Erguia sua morada.
Não leves mais nada,
Tão só,
Minhas mãos,
Costuradas em teu afeto.
Carlos Daniel Dojja
DESPERTAR
Quando escurece o mundo,
Abro teus olhos pulsantes,
Para colher-te descoberta em minhas mãos.
Tenho vontade de me morrer em ti,
Se é que me posso nascer de amar,
Para me despertar em tua eternidade.
Carlos Daniel Dojja
" Apanhamos a noite entre as mãos,
E nela bordamos estrelas.
Num céu tecido,
Por nossos olhos alumbrados".
TUA LUZ AUSÊNCIA
Quando tua luz,
sobre meu peito,
for ausência.
Eu semearei teu olhar,
em minhas mãos:
Assim ficarás em mim,
como o princípio,
do que só sei,
quando em mim, te revelo.
Ventre do Sentir
Não fiquei a colher a flor,
desnuda entrega de tua voz.
Adentrei-me, avesso ao passageiro.
Desejei-me morada em tua raiz.
Quis ser lamparina,
respiro brotado por entre tuas mãos
no pulsar candente de tuas veias:
- Eis-me: Habitado pelo ventre do teu sentir
Teus Detalhes
A lúnula dança em seus dedos,
uma lua mínima que esconde
o controle das próprias marés,
branca de silêncio e segredos,
como se as mãos fossem ninhos,
guardando sonhos que dormem
nas linhas de sua palma.
Em seu coração, quatro cavidades ressoam;
os átrios recolhem memórias,
enquanto os ventrículos sopram sonhos.
A aorta, em silêncio, germina,
levando o amor e o sangue às extremidades.
E, nesse compasso oculto,
cada batida floresce.
Nos seus olhos,
a luz se desenha sob as escleras,
em lemniscatas, um caminho sem princípio ou fim,
um infinito que repousa entre o tempo,
que envolve sem pesar,
um laço suave de ternura
que flui entre a glabela e a pele.
É tão leve, tão profunda,
como flor que se abre na espera,
desabrocha em silêncio e cresce no cuidado.
Sua beleza é quieta,
uma prece que o coração faz
sem saber que está rezando.
Santo
Seus passos eram lindos, por entre a multidão,
seus olhos brilhavam de fogo e luz, e mansidão,
Sua voz era amiga, nas palavras que dizia a todos.
Aos outros só abençoava, e curava a todos.
Chorou por Lázaro e por outros como humano,
por onde ia só fazia o bem, por ser só amor.
Cansou-se como os homens e teve dor,
sofreu perseguição com ódio tamanho,
Foi zombado como um enganador e maltratado.
Lhe disseram: Tens demónio tu és maldade.
Mas ele não teve nenhum do homem engano.
Estas mãos santas que só o bem fizeram
cravejadas numa cruz elas, por nós foram.
Morreu e ressuscitou. Mas é Santo! Santo!
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"Ao plantar, plante algo que floresça!
Mas para que tal aconteça;
examina bem o terreno,
para que não fiques com o vazio nas mãos
e o deserto no olhar."
☆Haredita Angel ══════♥
