Poema de Força
Não vou temer, pois creio em Ti
Nem duvidar, pois eu já vi
Em Ti está minha força, todos os dias Com Teu Amor, vem me encher
Todos verão o Teu poder
Espírito, vem sobre nós
Todos os dias, Senhor
"A vida pede força .
O espírito pede coragem.
A alma pede doçura.
E eu peço obediência!"
Haredita Angel
22.06.25
"Ela é força, flor, fibra e fé.
Ousadia bordada à poesia.
E não desiste nunca!"
Haredita Angel
12.01.25
Ela é preta de garra, de força, de raiz. Das lágrimas fez sementes, e delas nasceram motivos para sorrir. Carrega no peito a coragem de quem não se curva, e no olhar a ternura de quem sabe acolher.
Amiga, irmã, presença rara, não veio por acaso, veio como dádiva. O destino me entregou em suas mãos um presente, não embrulhado em papel, mas em afeto, não marcado por tempo, mas por eternidade.
Ela é chama que aquece, é muralha que protege, é poesia que caminha. E cada gesto seu é lembrança viva de que a vida, mesmo dura, também sabe ser generosa.
"Seja como o bambu: vergue-se diante das tempestades da vida, mas nunca se quebre. A sua força está na sua capacidade de se adaptar e voltar a se erguer."
SerLúcia Reflexões
Peça a Deus:
Força para lutar,
Sabedoria para caminhar,
Discernimento para não se perder nas encruzilhadas da vida,
E luz para não cair nas armadilhas do caminho.
“A força feminina não é uma força de imposição mas de gestação. Ela se move nas entrelinhas, gera cultura, transmite valores, cuida do invisível. Ela não destrói para vencer. Ela transforma para servir à vida.”
Trecho do livro O despertar da Deusa: as faces do Feminino Sagrado
Nas Engrenagens da Polarização movida pela força do Ódio, nada ameaça mais o Lucro do que o
Nosso Silêncio.
Uns só lhe desejam cadeia porque ignoram que as facções mais proeminentes do país nasceram nela…
Outros, a morte, porque ignoram que ela o tornaria mártir e inviabilizaria a possibilidade de conversão dos asseclas apaixonados.
Mas o fato é que nada é mais valioso que o Ruído na Economia da Atenção.
Porque, nesse mercado voraz, pouco importa a natureza do acontecimento — se justiça, vingança ou acaso — desde que ele produza barulho suficiente para alimentar as trincheiras da paixão.
O ruído não precisa esclarecer; basta inflamar.
Não precisa resolver; basta ocupar o tempo e o espírito daqueles que já decidiram antes mesmo de pensar.
Assim, as grades viram argumentos, a morte vira símbolo e o escândalo, combustível.
Tudo é rapidamente capturado, embalado no vácuo do ódio e redistribuído como narrativa — não para compreender o país, mas para manter acesas as fogueiras da devoção cega.
E enquanto os mais fervorosos se ocupam em disputar quem deve ser punido, salvo ou venerado, a engrenagem que realmente se beneficia segue trabalhando silenciosamente: a que transforma indignação em audiência, e audiência em poder.
Talvez por isso os que mais lucram com o tumulto jamais estejam verdadeiramente interessados em encerrá-lo.
No fundo, sabem que a paz produz reflexão — e reflexão quase nunca é boa para quem vive do espetáculo permanente.
No fim das contas, o verdadeiro prêmio nunca foi a justiça, a punição ou a redenção.
Sempre foi a Economia da Atenção.
Só os honestamente Cheios de Dúvidas encontram força e paciência para habitar um mundo tão abarrotado de Cheios de Certezas.
Porque duvidar, ao contrário do que muitos pensam, não é fraqueza — é coragem em estado bruto.
É admitir que o mundo é vasto demais para caber inteiro dentro de uma única convicção.
É reconhecer que a realidade não se dobra à pressa das nossas conclusões, nem à vaidade das nossas certezas fabricadas.
Os Cheios de Certezas caminham rápido…
Pisam firme, opinam sobre tudo e quase sempre acham que precisam subir o tom.
Mas, quase sempre, também carregam um peso invisível: o medo de estarem errados.
Por isso não param, não escutam, não revisitam.
A certeza, quando não examinada, vira abrigo confortável — e também prisão silenciosa.
Já os Cheios de Dúvidas seguem de outro jeito.
Observam mais do que afirmam.
Perguntam mais do que respondem.
E, ainda que pareçam morosos, avançam com mais profundidade.
Porque cada passo deles é sustentado por reflexão, não por impulso.
Habitar um mundo dominado por certezas exige, desses muito poucos, uma paciência quase teimosa.
É preciso suportar o ruído das opiniões apressadas, a arrogância dos veredictos fáceis e a solidão de quem não aceita simplificações.
Mas é justamente essa inquietação que os mantém vivos — intelectualmente e, quiçá, moralmente.
No fundo, são eles que ainda sustentam a possibilidade de diálogo, de evolução e de verdade.
Porque onde não há dúvida, não há espaço para aprender — apenas para repetir.
E talvez seja esse o paradoxo mais incômodo: em um mundo cheio de respostas fáceis, são justamente aqueles que ainda se atrevem a perguntar que o mantêm em verdadeiro movimento.
O que ameaça o status quo dos opressores não é a força bruta, mas sim a emancipação intelectual e a agência política dos oprimidos.
Os opressores muito raramente temem punhos cerrados; o que verdadeiramente os inquieta são mentes despertas.
A força bruta é previsível e quase sempre pode ser reprimida, rotulada e até esmagada.
Já a emancipação intelectual não se deixa algemar com facilidade: ela questiona, desmonta narrativas, expõe privilégios travestidos de ordem natural.
Quando os oprimidos passam a compreender as engrenagens que os nivelam por baixo, o status quo começa a ruir por dentro.
A consciência crítica retira do opressor o monopólio da verdade e devolve ao oprimido algo que sempre lhe foi negado: a capacidade de nomear a própria dor, de decidir e pavimentar o próprio caminho.
A agência política nasce desse despertar.
Não é grito vazio, é escolha; não é caos, é organização.
Por isso assusta tanto.
Um povo que pensa com a própria cabeça não aceita migalhas como destino nem silêncio como virtude.
Ele passa a participar da história, em vez de apenas sofrê-la.
No fim, não é a violência que ameaça os opressores, mas a lucidez — especialmente a coletiva.
Porque ideias libertas não pedem permissão para existir — e, uma vez semeadas, impossibilitam fingir que opressão é ordem e injustiça é destino.
Ser mulher
é ser a força
em forma de doçura.
É ser a garra
nos momentos difíceis.
É ser alegria
que contagia a vida.
Ser mulher
é ser anjo
é ser leoa
é ser mãe
é ser amiga
é ser filha
é ser namorada
é ser esposa.
Ser mulher é divino.
Tua força...
Olhar tuas fotos me causa emoções,
Te ver ao vivo é um impacto que atravessa as artérias,
Te desejar me causa uma sensação de embriagues descontrolada,
Te possuir é um deleite, é andar com liberdade mas sem direção e sem interesse de saber aonde vai dá.
Gire com força a roda do destino,
Vire a página com determinação,
Segue com coragem e valentia,
Admire o horizonte e a paisagem;
Torna o teu peito mansa paragem.
Cuide bem do teu coração,
Ele nasceu doce e perfeito...,
O outro amor não teve jeito,
O novo virá sem nenhum freio.
Dizer que amor menor existe:
- É uma enorme (covardia)!
Sorria se o amor se deu por findado,
Nenhum amor é (errado),
Só porque não foi correspondido;
Ele te deu é uma nova chance
Para que venha o amor infinito.
Trace um trajeto para o amor,
Ele precisa conhecer o teu candor.
Tire o passado do teu peito,
Assim o novo amor ganhará jeito.
A tua força é magnetizadora
O teu amor me escolheu
Quero ser bem sedutora
Para fazer-te todo meu
Carrego o nosso
amor sacrossanto
Só para você escrevo
Só por você eu canto
No embalo da espera
Não tenho o quê reclamar
Os pés estão bem na terra
Sonho em te completar
Estou aqui a sonhar
Que o meu corpo seja teu
E o meu coração o teu altar
Quero ser um oásis a te saciar
Família
"O Ano Novo não os transforma; apenas os força a usar, por algumas horas, a máscara de humanidade que guardam para ocasiões especiais. A tragédia é saber que a máscara existe, está disponível, e ainda assim preferem mostrar o rosto nu da própria amargura."
A verdadeira alegria é perseverante e confiante
em Deus, porque sabe que Dele vem a força
para vencer em todas às circunstâncias!
Tem momentos em que insistir deixa de ser força
e começa a virar desgaste.
A gente fixa o olhar em algo como se ali estivesse tudo
como se, alcançando aquilo,
o resto finalmente se organizasse por dentro.
Mas nem tudo que chama
é feito para permanecer.
E há um limite silencioso
entre persistir
e se perder de si tentando.Às vezes, o que falta não é mais tentativa.
É direção.
É entender que nem todo desejo precisa ser sustentado
até o esgotamento.
Que nem tudo que não veio
precisa ser esperado até cansar.
Existe um tipo de sabedoria
que não está em segurar,
mas em soltar o foco
antes que ele nos prenda.
Redirecionar também é escolha.
Também é cuidado.
Porque enquanto a gente insiste no que não responde,
outras possibilidades passam
discretas, vivas, possíveis.
E a vida não pede que a gente queira menos,
mas que a gente queira melhor.
Que a gente aprenda a mover o olhar,
a ajustar o caminho,
a trocar de direção sem sentir que falhou.
Às vezes, não é sobre abrir mão.
É sobre se devolver.
"O algoz teria dito: 'Se a guilhotina falhar, não tente a força... Tente a forca.' Algoz cruel, como muitos ou todos eles são (ou eram)!"
Frase Minha 0107, Criada em 2007
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Geopoliticamente falando, não basta ser inteligente. Precisa também ter força e recursos!"
Frase Minha 0562, Criada no Ano 2012
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
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