Poemas sobre Dor

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Aqui estou mais uma vez
Te Olho, te absorvo
Ignorar nao é uma opção
A angustia é inevitavel

Choro, as lagrimas limpam
E tudo cai no esquecimento
Levanto, vivo, durmo
De manhã tudo volta

As lagrimas já não bastam
A dor nao me larga mais
a dor me traz raiva
raiva de sentir tanta dor

nao sei o que acontece
simples coisas me doem
PARE
tds dizem que não tanto
PARE
os céus não gostam
PARE
não queremos ouvir


PARE DE CHORAR AGORA

Inserida por gabiihmo

Existem momentos em que simplesmente nos decepcionamos...
O arrependimento é o predador do homem...
Sujo, feio, baixo...
Mas o único capaz de dar termino a tudo.

Inserida por IgorTomaz

Joguinho

Ah quando eu te beijar, você vai sentir tudo que passei a te esperar, cada sentimento angustiado e desesperado do tempo que perdeu ao jogar, vou te deixar louco, viciado, vidrado e com cada vez mais vontade de tocar seu corpo contra ao meu!

Inserida por alanetorres

-RESILIÊNCIA-


"Só a solidão hoje me desperta.
Me fazendo enxergar qual é minha essência;
E que errar não é a fatal indecência
É apenas uma forma de voltar a antiga meta.
Deixando sempre no ar aquele alerta
Pois já foi dito que errar é humano
Sendo assim,não mais me engano
Querendo viver uma paixão ilusória.
Ficando refém do prazer de uma história,
Ao dar vazão a razão de um tirano.

E hoje olho pra trás e a saudade é latente
Me trazendo a lição que aprendi pela dor.
Recusando o suave ensino do amor.
Compreendo que o mal é amigo indigente
Despertando o sentido esquecido e dormente
Da vida e do sonho de um belo futuro.
Hoje não mais de um menino maduro
Mas sim de alguém que aprendeu com o passado
Que a vida é dom precioso e legado daqueles que almejam vencer no presente."

Inserida por AbraaoFelipe

A pessoa triste e solitária se molda para caber em estantes estreitas.
E, conforme vai se moldando, retira massa, até não restar nada.
A pessoa triste e solitária vira nada no final.

Inserida por ignis

Eu preciso soltar
Eu preciso desabafar
Eu TENHO que respirar
Por que nada sai da minha cabeça?
Por que todas palavras ficam presas na minha garganta?
Parece que engoli espinhos todos esses anos e que eles vem impedindo que meus pedidos de socorro se libertassem
Parece que é tudo tão futil, não, não parece, eu sei que é
Porra, eu sei que é fútil
Mas por que dói tanto?

Inserida por Visk

Ontem foi o dia mais difícil sem você
O dia mais ambivalente
O dia em que a vida me fez lembrar que você não ficou aqui
para que eu pudesse te tocar
Você não ficou para que eu pudesse te olhar assim
e nem para que eu fosse olhada de volta com olhinhos curiosos
Não deu tempo de sentir seu cheiro
Olhar suas mãozinhas mexendo
Sentir você crescer aqui dentro
Não deu tempo de escutar seu coração batendo,
Nem por um segundo
Nada disso aconteceu
E tudo isso não passa, não sai, não vai
Só dói, só me faz sentir assim, vazia
Vazia de um amor que não se concretizou como eu sonhei
De uma saudade de coisas que eu nunca vivi
Eu não estava pronta para perder você

Inserida por BrendaOliveira

A morte não é, e nunca será a maior perda de nossas vidas, a maior perda de nossas vidas é o que morre dentro de nós enquanto estamos vivos.

A morte ainda é um dos maiores mistérios da vida. É inevitável nos questionarmos o porquê de termos que nos despedir de alguém que amamos, ou mesmo temer o nosso próprio fim.

Há, no entanto, milhões de possibilidades de lidarmos e refletirmos a morte não apenas como um momento unicamente de dor, mas como parte incontornável da vida. Quem sabe, pensando e aprendendo sobre esse implacável acontecimento, podemos encará-lo de forma mais corajosa.

Felizes seremos e sábio teremos sido se a morte, quando vier, não nos puder tirar senão a tão valiosa vida.

Inserida por marcos_kito

COM VOCÊ

⁠Abaixo de zero
Esperar-te-ei
Em polos Sul
Pra baixo sem tu
Estarei

Derreterei ao ver-te
Entrarei em ebulição
Quando lábios seus
Tocarem-me

Sentirei o gelo
Sem queimar
Ao tocarmos
Pele com pele

Acima de zero
Adimirar-te-ei
Em polos Norte
Pra baixo com tu
Nunca estarei

Inserida por Laura-Przybysz

Confuso
Isso é o que você é
Eu estava em paz e aí você apareceu que nem um fantasma
Você me levou a lugares incríveis só com um olhar
Para depois você sumir do mesmo jeito que apareceu
Me diz, você era real?

Inserida por ChaoticMind

Oi felicidade,
Que tal sorrir novamente para mim!? ⁠

Oi Sofrimento,
Vai embora, seu tempo já deu por aqui.

Felicidade vem me abraçar !

Inserida por SuzaneSalles

⁠Quando a esperança se esconde do amanhã
Quando as flores param de desabrochar e o sol se recusa a brilhar
Quando as águas não querem mais correr
E o dia não vê mais porque nascer
Se é necessário tecer
Se nos cabe esperançar
Do contrário, tudo fica no mesmo lugar
Mudar, se ressignificar
Buscar vida na dor
Se escorar no amor sem pudor

Inserida por umloucoqualquer_

Íntimo Dado (A Senha)

Cada vez que gritam: pobre!
me assusto. Recuo ao canto
mais perto do rés do chão.

Negro, fico sem cor.
Fúria, fico sem fala.

Pois sei que as balas dos patrões,
que as balas dos políticos, da polícia
correm atrás de mim sem-terra,
correm atrás de mim sem-teto,
correm atrás das minhas razões
por esses labirintos finitos
enredados de justiça e democracia,
só para eu sair nos jornais,
morto na foto,
sangue vazando pelos ouvidos.

Toda vez que eles gritam: pobre!
é a tortura, é o estampido, é a vala.
É a nossa dor que tranquiliza os ricos.
Alô rapaziada... tem de antenar o dia:
o vento que venta lá, venta cá.

Inserida por pensador

⁠SOLIDÃO INQUIETA

Inquieto no peito os soluços e os gritos
Do silêncio que rege uma tal despedida
Há choro, lamento, e tarares contritos
Para, infeliz, galgar o prosseguir da vida

Teu cheiro, nos meus dias viraram ritos
O meu capricho está sempre de partida
E os meus ineditismos estão proscritos
Sem tu, o coração é uma imensa ferida

Mas tua alma ficou, tatuada na poesia
E assim os sonhos confidencias pra lua
Das noites de devaneios, amor e magia

E nas trovas de solidão inquieta e nua
O poetar é de dor em forma de agonia
De quem vagueia despovoado pela rua

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
07 de junho de 2020, Triângulo Mineiro
Sertão da Farinha Podre
Olavobilaquiando

Inserida por LucianoSpagnol

⁠Oh, menina bela!
Onde é que eu me meti?

O destino enlouqueceu
Ou eu enlouqueci?
Por pensar que um caminho
Foi criado para mim
E para ti!

Assim que te vi,
Com certeza
Enlouqueci

Diria eu com grande paixão
O quão bela tu és
De vestes largas, invulgar
Qualquer ser é capaz
De t'amar...

Amor tão largo,
Que dói!
Não te poder falar
Chorar por t'amar
Dói

Assim que te vi,
Com certeza
Enlouqueci

Oh, menina bela!
Onde é que eu me meti?

Por ti, não por mim
Apunhalei um coração
Que doía por t'amar
Que chorava por te querer
Nos meus braços

Oh, doce mulher
O que fiz eu pra t'amar?
Amarga seja esta coita
Que só me faz chorar

Inserida por marisa_pires

Você me consome,
Me devora sem mesmo saber meu nome.
E o meu ser está preso em amarras,
Ansiando para que sejam Liberadas.
Me perco em tu,
Infinito.

Inserida por rogerasg53

⁠"Tudo me fala e entendo : escuto as rosas
e os girassóis destes jardins, que um dia
foram terras e areias dolorosas
por onde o passo da ambição rugia;
por onde se arrastava esquartejado,
o mártir sem direito de agonia"

Inserida por dia_marti

⁠Dores das Primaveras.

Quando criança, há risos.
De doer a barriga, pois há tanta alegria inocente.
Ao crescer, há gargalhadas vazias.
Piadas hilariantes que os armagurados se agarram.
Se agarram tentando ser crianças novamente.
Pois dói.
Não a barriga.
E não de alegria.
Com certeza não mais inocente.
De doer a cabeça, pois há preocupações.
De doer os olhos, pois há lágrimas.
De doer o coração, pois já está cansado de ser magoado, ser quebrado,
ser entregue e devolvido.
Os risos eram dados com prazer
e ouvidos com deleite.
As gargalhadas são dadas com desespero
e ouvidas com terror.
Dói não ser criança.
Quero rir de novo.

Inserida por TrizFreitas

⁠Uma covardia com a poesia
Eu acho.
Sou eu.
Faço uso desse enredo.
Me arranjo nesse relampejo.
Usar a poesia.
Para fantasia.
Despejar as aflições.
Desabafo.
Despir as frustrações.
Como sou covarde.
Poderia falar de amores.
Paixões.
Romances.
Flores.
Sensibilidade.
Porém.
Coloco as palavras no trem.
Descarrilando sob trilhos.
De vagão a vagão.
Faço um arranjo de turbilhão.
Descarrego a dor.
Menosprezo a cruz.
Entendimento débil.
Essa angústia que me conduz.

Oh ser covarde.
Desfaz a harmonia.
Da vida a tristeza.
Maltrata a poesia.
Tá bom.
Parei.
Que venha o sono da dor.
Giovane Silva Santos

Inserida por giovanesilvasantos1

⁠Você sempre será uma ferida mal curada.
Uma cicatriz sensível,
Na qual dói ao tocar.
Uma cicatriz dolorida em que carregarei por anos,
E que mesmo apesar dos danos,
Nem o tempo pôde apagar.

Inserida por JuliaNeris04