Poema de Despedida para Pessoa Especial

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Senhor, ilumina-me. Faz-me crescer em sabedoria, a fim de que eu consiga reconciliar, não pelo abandono, exigido a uns e a outros, de qualquer desejo do seu fervor, mas mediante um rosto novo, que lhes venha a parecer o mesmo. É o que se passa com o navio, Senhor. Aqueles que, sem compreender, puxam pelo cordame do bombordo, lutam contra os que puxam a estibordo. Eles se odiariam, por ignorância. Mas, se são esclarecidos, colaboram, e quer uns quer outros servem o vento.

Gosto de coisas simples, sorrisos bobos, olhares inocentes e pessoas de coração leve com a ingenuidade de ainda acreditar na bondade como forma de transformação do mundo...

O que as pessoas não entendem, é que a roupa é um complemento de você mesmo, que te faz ficar melhor ou pior.

O tempo nos transformam, pois tem momento que nos machucam,nos marcam profundamente mas também nos ensinam.

⁠Nem sempre teremos alguém para apoiar, para dizer que vai ficar tudo bem, que vai dar tudo certo e que está com você para o que der e vier. Pelo contrário, teremos situações de pressão por todos os lados, humilhações e até ofensas. Às vezes esses momentos aparecem para gente estar mais próximo de Deus e saber que só ele que nos ama eternamente, que sabe o melhor para cada um e que é o único que nunca irá nos abandonar. Por mais que os entes queridos, amigos e outros possam nos querer bem, numa situação extrema, o único que estará conosco verdadeiramente é Deus.

"(…) É o mais bonito por enquanto… E o que me deixa mais inteira, a cada passo. E fico pensando enquanto avanço: eu amo construir a mesma estrada com você. Eu amo morar no teu abraço."

Nesse ramo dos conhecimentos humanos tudo está achado, formulado, rotulado, encaixotado; é só prover os alforjes da memória. (...) Proíbo-te que chegues a outras conclusões que não sejam as já achadas por outros. Foge a tudo que possa cheirar a reflexão, originalidade...

Machado de Assis

Nota: Trechos do conto Teoria do Medalhão.

“Não basta o que a vida ensina, pois como mestra a vida ensina mal: é demorada, insuficiente, especula com os dados de seu interesse imediato e muito se inclina a acomodar-se. Ela por si não larga segredos. O fundamental consiste em que cada um aprenda como as coisas são. Nesse aprendizado, sucessão de atos de coragem e dureza, principalmente coragem de fechar as portas ao erro que foi verdade, encontra-se a justificativa mais ilustre da existência humana”.

Espírito algum construirá a escada de ascensão sem atender às determinações do auxílio mútuo.

Há apenas duas maneiras de obter sucesso neste mundo: pelas próprias habilidades ou pela incompetência alheia.

Porque vistos de um jeito certo, os erros, eles nos preparam para nossas vitórias e conquistas futuras porque não há aprendizado na vida que não passe pelas experiências dos erros.

O mundo tem o direito de exigir de mim a dignidade da mulher; e esta ninguém melhor que o senhor sabe como a respeito. Quanto a meu amor não devo contas senão a Deus que me deu uma alma, e ao senhor a quem a entreguei.

Imagina tu, leitor, uma redução dos séculos, e um desfilar de todos eles, as raças todas, todas as paixões, o tumulto dos Impérios, a guerra dos apetites e dos ódios, a destruição recíproca dos seres e das coisas. Tal era o espetáculo, acerbo e curioso espetáculo. A história do homem e da Terra tinha assim uma intensidade que lhe não podiam dar nem a imaginação nem a ciência, porque a ciência é mais lenta e a imaginação mais vaga, enquanto que o que eu ali via era a condensação viva de todos os tempos. Para descrevê-la seria preciso fixar o relâmpago. Os séculos desfilavam num turbilhão, e, não obstante, porque os olhos do delírio são outros, eu via tudo o que passava diante de mim, – flagelos e delícias, – desde essa coisa que se chama glória até essa outra que se chama miséria, e via o amor multiplicando a miséria, e via a miséria agravando a debilidade. Aí vinham a cobiça que devora, a cólera que inflama, a inveja que baba, e a enxada e a pena, úmidas de suor, e a ambição, a fome, a vaidade, a melancolia, a riqueza, o amor, e todos agitavam o homem, como um chocalho, até destruí-lo, como um farrapo.

Machado de Assis
Memórias póstumas de Brás Cubas (1881).

Não parar, não precipitar, não retroceder. Isso é tudo. Com a advertência suplementar de que precipitar É retroceder.

O amor é como as plantas, não adianta colocar água fresca se a raiz já está morta.

"Ela disse: “Estou com tanto medo…” E eu perguntei: “Por quê?” Aí, ela respondeu: “Porque estou me sentindo profundamente feliz. E uma felicidade assim é assustadora.” Voltei a perguntar por quê, e ela prosseguiu: “Só permitem que alguém seja assim tão feliz se estão se preparando para lhe tirar algo”."

Você é o meu remédio, mas ao contrário do excesso, é a sua falta que pode me matar.

Quando alguém me pergunta se o Yoga ensina a respirar, eu respondo que na verdade, ele ensina a aproveitar melhor os momentos em que perdemos o fôlego.

O histérico não enxerga o que está diante dos seus olhos, mas o que é projetado na tela da sua imaginação pelo medo e pelo ódio.

O homem normal gradua o medo pelo tamanho do perigo. O histérico avalia o perigo pela intensidade do medo que sente.