Poema de Amigo de Augusto dos Anjos
Descobri uma lei sublime, a lei da equivalência das janelas, e estabeleci que o modo de compensar uma janela fechada é abrir outra, a fim de que a moral possa arejar continuamente a consciência.
Você disse que queria ter certeza de que tudo estaria perfeito para o seu bebê. Isso significa garantir que ele vai crescer com uma mãe.
Da vida só levamos o que nos faz bem...viva,sorria e insista pois melhor vencer tentando e conquistando do que não lutar
E mesmo que tudo não ande da forma que eu gostaria,
saber que já não sou a mesma de ontem me fez perceber que valeu a pena.
Este meu ser insignificante mas pleno de significado teve no aluno mais errante o que de melhor há no aprendizado: o amor.
O mundo é um salão do qual é preciso sair educada e honestamente, isto é, cumprimentando e pagando suas dívidas de jogo.
Era o mais próximo que eu tinha estado dele desde que terminamos, e doía o tanto que eu queria que ele me tocasse.
Por que sofrer por uma mulher, se por R$ 50 reais você pode ter a mulher mais linda e gostosa do bordel?
Devemos Saber a Diferença de PREÇO e VALOR
Às Vezes Pensamos Que Uma Pessoa Tem Valor, Depois Descobrimos O Seu PREÇO.
O amor é uma gripe em que se morre logo no primeiro espirro; por isso tirei meu nariz... e deixei de ser o palhaço da vida.
Parece bobagem, mas, assim que nos olhamos, a dor do término que estava me corroendo até um minuto atrás derreteu como a neve.
O que é o amor? Sempre dar significado a algo abstrato e desconhecido. Não seria isso o amor verdadeiro?
“Mas ai você se foi, e eu acabei ficando e acabei descobrindo que não existe coisa pior do que eu ficar sem você.”
"Vivemos em um mundo hipócrita, de porcos capitalistas, onde o dinheiro sempre esta em primeiro lugar; onde alguns tem muito, e ao mesmo tempo, muitos não tem nada."
Felizmente já faz tempo. Pensei que ia contar com raiva no reviver das coisas, mas errei. Doer se gasta. E raiva também, e até ódio. Aliás também se gasta a alegria, eu já não disse?
[...], nada volta mais, nem sequer as ondas do mar voltam; a água é outra em cada onda, a água da maré alta se embebe na areia onde se filtra, e a outra onda que vem é água nova, caída das nuvens da chuva. E as folhas do ano passado amarelaram, se esfarinharam, viraram terra, e estas folhas de hoje também são novas, feitas de uma seiva nova, chupada do chão molhado por chuvas novas. E os passarinhos são outros também, filhos e netos daqueles que faziam ninho e cantavam no ano passado, e assim também os peixes e os ratos da dispensa, e os pintos... tudo. Sem falar nas moscas, grilos e mosquitos. Tudo.
E, no fim das contas, de que adiantava ficar reexaminando nossa tristeza o tempo todo? Era como cutucar uma ferida e se recusar a deixá-la sarar. Eu sabia o que tinha vivido. Sabia qual tinha sido meu papel. De que adiantava repassar isso?
