Poema com Soneto sobre o meio Ambiente
Nanny
Algo em você mudou,
Algo que meio é estranho,
Vejo como você esta tão diferente,
Já te vejo cansada e pensante.
Parece que eu não sou mais querido,
Sinto-me estranho, sem reação,
Tenho medo mesmo contigo,
Seria algo do coração?
Seria?
Te vejo e tento imaginar,
Será medo ou outra coisinha?
Não sei, mas estou aqui.
Você nunca estará sozinha.
Tento entender e me segurar,
Mas preciso de você agora,
Nem quero imaginar a distância,
Meu coração não suporta.
Mas entendo sua nova condição,
Esta de ter alguém em seu ventre,
Já passei por isso outras vezes,
Mas me parece ser o primeiro.
Desculpe-me, falarei sério agora,
Suas curvas e seu olhar de paz
Nunca te vi mais linda que agora,
Eu sou um sortudo a mais.
Tenho a chance de te ver,
Chances de te tocar,
Sentir teu corpo,
Incondicionalmente te amar.
Presente de DEUS a este pobre mortal,
Mulher que me deu filho e filhas,
Que me apresentou a paz,
Deu-me responsabilidade e família.
Não sei se mereço tudo o que tenho,
Mas lhe amarei, e a você me entrego,
E DEUS sabe que nisso não minto,
Serenos amantes, amigos e eternos.
Te amo.
Escolha
Quem não ama um desconto de cinco dedos, especialmente se um dos dedos for aquele do meio..? Todo mundo sabe que não se pode escolher a família, mas você pode escolher seus amigos.
Boemia.
A volta do “Falso Boemio (a) ” em meio as Festas Tão Vazias de personalidades Descreve uma paisagem escura e Fria sem Grandes Expectativas de dias Vitoriosos. Pois o seu Instrumento é Desafinado e sua Voz Rouca.
Nasceu Sua Irá mesquinha num gesto de Posse que nunca lhe pertenceu. De Nada adianta Melhorar Suas palavras se Você não é nem 10% do que escreve. Veja se no fundo do seu poço a água é limpa porque seu Orgulho mostra uma Impureza em sua alma.
Quase Todo mundo tem um pouco de Boemia. Quando for pra sua casa depois da festa pense que Você é o “verdadeiro Boemio (a)” Porque ser Falso Não ta Com nada.
Meu ser
Ao meio dia de novembro
Meu ser se desabrochou no decorrer da fé materna
Meu anelo apreciou o leite tépido e a chuva fresca
Minha mãe teve comigo um venusto relance
Minha mãe me mostrou a música
Meu ser tomou novo rumo
Um rumo de palavras cantadas
Meu mundo conheceu o grito alvoroçado
Ao meio dia de outubro
Meu ser se queimou no decorrer da febre superna
Meu morbo se eclodiu, meu ar se findou
Meu anjo clínico me deu uma nova chance
Meu anjo me mostrou o poema
Meu ser tomou outro rumo
Um rumo de palavras escritas
Meu mundo conheceu o silêncio remansado
Ao meio dia de setembro
Meu ser adquiriu a nova voz
A voz do repouso e da harmonia
Meu ser se tornou outro ser
Deus é uma correnteza de amor, fluindo pela eternidade afora. Cabe a nós, por meio da fé, da esperança e da caridade, mergulharmos nela, e fluir com Ele.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Jesus usava o microscópio do Amor para descobrir o que as pessoas tinham de bom dentro de si; e o telescópio da Razão para aplicar as verdades eternas.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Ora-se com o coração, não com a mente. A oração que mais agrada a Deus não é aquela feita com palavras, mas aquela feita por atos.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Nosso melhor sorriso é aquele que deixa transparecer todas as rugas do rosto, pois, quando a alma sorri, sincera, descerra todas as comportas de nossos sentimentos.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
A raiva é uma doença causada por vírus, transmitida principalmente por cães e gatos e para a qual, após instalada no animal, a ciência não tem cura. Pior do que isso, porém, é outra doença, própria do ser humano: o ódio, pois esta é uma doença que cabe tão somente ao próprio doente curá-la.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
A verdade pode ser – e comumente é – ocultada, mas jamais sepultada!
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
O verdadeiro e fulgente papel do juiz não é, simplesmente, o de aplicar o Direito, mas em ser o Arauto da Justiça.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Nenhum deserto é tão vasto e tão vazio que deixe de ecoar a Voz da Justiça.
(Pensamentos soltos na brisa das tardes. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2013)
Nas não ditas
Desculpa se te assustei
Me perdoa se pequei
Esse é meu jeito
Um romantismo meio bobo
Acho bonito, comer pão com ovo
Sorrir pr'o povo
Rir de uma piada
Depois rir, de novo
Correr pela calçada
Descalço, feito um tolo
Sou intenso
Como dizes
Mas intensidade
Pode nos fazer felizes
Tu tens, também tenho
Muitas cicatrizes
Juntos talvez curaremos
Todas as imperfeições que podemos
Riremos do que fazemos
Nos repararemos e ampararemos
Todos os sorrisos e os choros
Compartilhados, em muitos namoros
Mas esse romantismo meio bobo
Pode ser resgatado lá do poço
Como um sedento busca água
Encontrando, vigoroso
Lembra de viver novamente
Loucamente, esplendoroso
Pensarei em te beijar
E te beijarei de novo
Bobo
Sempre bobo
Contigo sou um velho
E também sou o mais novo
Trarei em mim o teu olhar
Pra me alegrar
Tudo de novo
Manhã por manhã
Amanhecer no divã
Pra confessar o que sou todo
Todo teu como hoje e amanhã
Até o fim desse jogo
Jogo da vida
Te trago em toda despedida
Em cada esquina da minha vida
Em cada viela perdida
Em cada vida sucumbida
Em cada noite adormecida
Em minhas palavras proferidas
Mas principalmente nas não ditas
Nas sentidas.
Teu sorriso meu sorriso
Aconteceu hoje no meio do sorriso
teu sorriso eu e ja me perdi
tentei sem sucesso coloca em palavras
gostei do efeito, meu sorriso sorriu
Onde eu vivo
tem uma árvore especial
e ela fica no meio do meu
quintal.
Apesar de nem sempre
os frutos poderem dar
ela está sempre ali para
encantar
Com suas folhas e galhos
que ficam a balaçar
Alguns dias até parece que vai
falar
As vezes....no meio da noite....noites...
Sem sono.....sinto uma grande saudade.....
E fico a pensar em ti....
Quero ser para ti, como as flores...
Muitas flores molhadas.....pela chuva fresca....
Pétalas...da tua paixão...do teu amor....
Molha-me....como o sol e a chuva de verão....
Conta-me e fala-me de amor ardente....
Verbo amar.....verbo navegar....verbo fugir...
Forte e resistente......que tudo enfrenta...
Tudo supera...tudo alcança....tudo assiste..
Não fica triste.....não desiste......tudo dá....
Não lamenta a felicidade......ela existe...
Dá ao amor....sem pedir nada em troca.....
Sem nada esperar.....
Sorria... não se esconda atrás da dor...
Faça sempre um sorriso...
Mostre aquilo que tu és, sem medo......
Afinal......viver não passa de uma tentativa...
De ver o mundo...
Ame.......ame a tudo..... e a todos.....
Não ignore a fome....a morte....
As pessoas ao seu redor....
Faça sempre delas a sua razão de viver.....
Olhe sempre à sua volta......
E veja quantos amigos.......têm...
Somos todos iguais...todos diferentes.....
Já fez alguém feliz hoje?
....se não fez......então faça.....
Não corra..... para quê tanta pressa?
Sonhe...viva...
Não prejudique ninguém .....
Chore.....lute....
Faça da vida aquilo que mais gosta......
Aquilo que mais ama....
Sinta o que há dentro de ti ....e vá à luta ......
Seja feliz ...com a felicidade dos outros.....
Faça dos seus obstáculos...... os seus degraus......
Daqueles que não conseguem....ou não querem...
Subir a escada da vida....da felicidade....
Descubra tudo aquilo que há de bom dentro de ti.
E agradeça Deus todos os dias......
Ás vezes....no meio da noite....noites...
Sem sono.....sinto uma grande saudade.....
E fico a pensar em ti....meu amor.!.
Sintomas
Ando meio chateada com tudo e com todos
Não acho meu lugar
Me sinto numa selva do lute pelo seu
Queria caminhar, queria sorrir, queria ser leve
Mas eu me sinto triste, perdida e sem rumo
Ouço músicas e sinto dor
Vejo pessoas e quero fugir
O cheiro de perfumes me faz ir pra longe
Eu busco o sabor das primaveras
As flores da manhã
O calor do café
A delícia do sorrir
E eu nada encontro
Fica um vazio em mim
Me sinto ausente de mim mesma
Não sei onde me achar
Não sei onde me procurar
Queria poder voar
Me permitir viajar no meu mundo
Queria tirar essa dor que me acomete
Essa angústia lasciva que me degenera
Essa prisão que me orbita
Eu crio meus demônios
Eles impedem minhas percepções
Eu projeto uma realidade inventada
Eu não sei mais o que é real
Eu estou sempre nos meus sonhos
E meu pião nunca para de rodar
Tudo que eu vejo é fantasia
Não há amor
Não há sabor
Não há euforia
Qual o sentido de existir?
Por que eu não consigo mais sorrir?
Vou continuar a ser um faquir?
Eu vejo o tempo na cara das pessoas
E como o tic-tac dos relógios
Ele persiste em fazer tudo agonizar
Ele sempre me cobra
E eu só consigo reparar
Me sinto agora, como uma neptunia plena ao anoitecer
Fico esperando cada manhã
Cada gota de orvalho secar
Cada sol nascer
Buscando incessantemente, algum calor que lubrifique
Mover-se entre asas.
Mover-se no ar por meio de asas ou máquinas.
Nesses balões,aviões,planadores.
Passar.
Gastar.
Gastar tempo.
Deslocar rapidamente.
Consumir-se assim.
Sem partir ao meio eu partir sem ter a outra metade, logo a tarde descansava a verdade pois não tinha a quem contar, entreguei os velhos planos ao passado e renovei o estoque sem marasmo ou preguiça que viesse acumular. Tardei em maldar a vida, submergir sobre a fantasia e a estadia da antiga forma de pensar.
Nos fones musicas sessentistas que continuam a me encantar,
tentei achar aquilo que procurava e só de raiva continuo sem encontrar, não seja assim tão difícil, as vezes acho impossível e outras tão farto que me passo em não enxergar.
Sou eu mal zelado do meu sorriso torto, cabelo por cortar, barba por fazer, roupas surradas e coração remendado, cicatrizado e um pouco mais frágil que antes. Não são os olhos, nem a boca vermelha, nem a confusão dos cabelos e o por do sol, nem a intensidade, tão pouco a sinceridade que compunha o que restou. É só lembrança boa, daquela que se conta com veemência, brilho nos olhos e experiência. Quem dera eu fosse ajuizado, talvez, todavia, entretanto fosse um pouco mais antenado e esperto administrador do acaso, fazendo com que meu fado fosse apenas câimbra na língua e mordida nos lábios.
Estrela na mão...
No meio da noite, acordei
e havia uma estrela em minha mão.
Consegui pegá-la
quando um sonho a deixou cair.
Era muito pequena,
mas seu brilho aumentou
quando eu abri a janela
e ela, olhou o céu
que estava coberto delas
clamando sua por volta.
Parecia possuir asas
e de repente, voou.
Sei que estrelas, moram longe,
mas podemos até tocá-las
e por alguns momentos,
como as crianças,
imaginá-las, buscá-las
para clarear um cantinho de nós
quando tudo escurece,
anunciando tempestade.
by/erotildes vittoria
Quem sabe um lábio em anseio
num beijo em meio à noite sem lua
acolha corpos em seu lençol.
No cetim brilho de luz...
E fim.
MELÂNCOLIA
"Hoje estou meio assim...
Naqueles dias em que a melancolia, a preguiça,
quer pegar-nos no colo, embalar-nos como crianças
e nos deitar na cama
para que adormeçamos tranquilamente"
Que meio ano!
mineira, tatuada e sem taça
o ano virou, do sul para uai e já acabou
que venha os ventos norte e o calor
tchau para quem ficou!
Achar a pessoa certa em meio a tantas já desiludidas,me faz pensar que caminho em um mundo com um precipício em cada esquina.
Por Carlos Santos Guimarães
Não gosto de tudo certo...
Não vou pela direita,
nem para a esquerda
e no caminho do meio,
tudo está perfeito,
pouco ou nada me restaria a fazer.
Então, revoluciono tudo outra vez,
misturo as soluções com os problemas
não sei viver apenas indo,
preciso adicionar mais recursos
minha mente, sempre inquieta,
não para de querer mais
e quando tudo se resolve,
ela então se envolve e cria situações
para me testar tantas vezes
e me fazer pensar e saber
que nada é melhor que instigar,
buscar e nada seria pior
que acomodar um pensamento
que deseja criar, modificar, falar,
sair para complicar.
by/erotildes vittoria
Sorria
Se buscares lembranças minhas,
Faça com carinho.
Ando meio sem rumo nestes caminhos.
Se uma lágrima surgir
Quando olhares a imensidão não ligue
Uma lágrima não vai salgar o mar.
Sorria da mesma forma que sorrimos juntos.
Desatraque os navios, olhe as baleias.
Elas seguem em busca do frio.
Episodio de hoje: Vai meio sorriso aí?
- Eita Renata, de onde essas crianças tiram tanta energia? Affff
- Da alma!
- Vixi, mas precisam gastar tudo de uma vez só? Economiza minha geeeente.
- Então se uma criança te der meio sorriso, ou meio abraço, tá bom?
(...)
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