Poema com Soneto sobre o meio Ambiente
PRIMEIRA INFÂNCIA: AURORA
Aurora que encantas, também emerge a escuridão,
Em meio a bênção da chuva,
A tempestiva tempestade
Um ninho e sete irmãos,
No cantar do galo
No apagar das luzes,
Na hora da divina misericórdia,
A última gota
No caiu no chão
Criança
Que na primeira infância,
Sorriu
Com os seios flácidos da mãe,
O cheiro do café
O povo de muita fé,
Roga Deus
A primavera,
Seus brotos PANCs
Que a fome atenua,
O pingo de gente
A sua primeira infância sobreviveu,
O fruto frutificou
Eis a metamorfose,
O pingo não é mais gota
Viva a transmutação,
Sem rima e sem métrica
Em seus versos transcreve
Um homem escritor,
Erudita pensador
O prosador poeta.
281225II
O amor jamais poderá ser visto como fim, ou como meio. Nada mais é, ...além do puro e verdadeiro amor. Só o amor!
130626
Escolhido no Meio da Rejeição
Helaine Machado
Fui rejeitado no abraço que não veio,
no olhar que desviou,
no silêncio pesado
de quem deveria chamar de filho…
e não chamou.
Fui rejeitado no amor que prometia ficar,
mas partiu sem olhar para trás,
levando pedaços de mim
que nunca mais voltaram.
Carreguei no peito perguntas sem respostas,
feridas abertas
e um vazio que ecoava:
“Por que não fui suficiente?”
Entre pais que não entenderam,
entre amores que não permaneceram,
aprendi cedo
o gosto amargo da ausência.
Mas foi no meio do abandono
que algo mudou.
Quando todos disseram “não”,
uma voz suave me chamou pelo nome.
Quando me senti esquecido,
Ele me encontrou.
Jesus Cristo me escolheu
não pelas minhas faltas,
mas pelo que Ele via em mim.
Enquanto o mundo me rejeitava,
Ele me acolhia.
Enquanto eu me sentia perdido,
Ele me chamava de filho.
E foi então que entendi:
a rejeição dos homens fere,
mas a escolha de Deus cura.
Hoje ainda carrego cicatrizes,
mas também carrego a certeza
de que fui escolhido.
E entre todos os “nãos” que vivi,
o “sim” de Jesus
foi a melhor escolha
que já me encontrou.
Porque às vezes a alma precisa
parar, respirar, se refazer…
pra lembrar, no meio do caos,
que viver também é se acolher.
Helaine machado
sem verniz, sem pedir perdão —
esse teu riso meio torto
que não cabe em padrão.
Chamam de ogro o que é verdade,
o que não sabe fingir,
o que prefere ser inteiro
a se moldar pra caber ali.
Mas não endurece por inteiro,
não deixa o mundo te levar:
até pedra guarda água
se aprender a escutar.
Helaine machado
Eu tenho raiva
Vivo pela clemência no meio dos inclementes, eu peço por justiça em meio ao vendaval, tiro e coloco a roupa no varal.
Faço pipoca e vejo filme, vivo por instinto da pura sobrevivência.
Confundo a maldade e não confronto o inimigo.
Sou conselheira do amigo.
Faço do Pai Nosso meu abrigo....𓂃 ࣪˖ ִֶָ𐀔ꫂ ၴႅၴּ ֶָ֢.
Acordei com esperança, o Rio me travou.
Estou no meio do sufoco,
Nenhuma frota passou.
Para quem precisa do ônibus, a derrota começou.
Passei um perrengue danado, com o olho inflamado
Saí de uma consulta, sem saber o que fazer.
O transporte fui ver. Mas o pobre tem mistério, ninguém consegue domar.
É o desespero do prefeito, que finge nos ajudar. Faz tudo de qualquer jeito, para o coitado lamentar.
Eles vão cheios de fé, esperança está na canela. O povo aperta o passo, feito milho na panela. Vai crescendo no metrô, numa rotina nada bela. Cumprindo o compromisso, o trabalhador não tem calma. Não dá para esperar o pão, que alimenta o corpo e a alma. Se o pão não chega à mesa, a fome bate na palma.
Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.
Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.
A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.
É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!
O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.
Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.
E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.
Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.
Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.
As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.
Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.
Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.
Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.
O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.
A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.
E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.
Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.
Há silêncios que não são covardes — são cuidados.
Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.
Não há
jeitinho meio certo
nem meio errado
de fazer nada
certo.
Isso provoca porque confronta uma das principais tentações humanas: a de acreditar que pequenos desvios são aceitáveis quando o objetivo parece nobre.
Mas nada é tão nobre ao ponto de flertar com pequenas concessões.
No entanto, o caminho escolhido para alcançar um resultado diz tanto sobre quem somos quanto o próprio resultado.
Integridade não se mede apenas pelas grandes decisões, mas, sobretudo, pelas escolhas silenciosas que fazemos quando ninguém está vendo.
O chamado “jeitinho” costuma se apresentar como uma solução prática, inofensiva ou até necessária.
Mas, quando normalizamos atalhos que ferem princípios, corremos o risco de transformar exceções em hábitos e conveniências em valores.
O que hoje parece um detalhe pode, amanhã, comprometer a confiança, a credibilidade e o caráter.
Fazer o certo exige coragem, paciência e, muitas vezes, renúncia.
Nem sempre é o caminho mais rápido, mais fácil ou mais vantajoso.
Ainda assim, é o único que permite dormir com a consciência tranquila e construir relações baseadas na confiança.
No fim, a ética não admite meias medidas.
O certo não precisa de maquiagem, justificativas ou adaptações oportunistas.
Quando escolhemos agir corretamente, escolhemos também honrar nossos valores.
Porque não existe um jeito “quase certo” de fazer o que é certo: ou se faz com integridade, ou se abre mão dela.
No meio polarizado, é preciso ponderar que ambos os extremos são capazes de comportamentos ardilosos
em prol das agendas.
Talvez o maior engano do nosso tempo seja acreditar que a distorção da realidade pertença apenas ao lado oposto.
Como se a manipulação fosse sempre uma ferramenta do “outro”, nunca nossa.
No entanto, quando a convicção se transforma em identidade, a verdade deixa de ser um compromisso e passa a ser um recurso — moldável, conveniente e estratégico.
Nos extremos, o objetivo raramente é compreender; é vencer.
E, para vencer, vale simplificar o complexo, omitir o inconveniente, amplificar o medo e, sobretudo, reforçar certezas.
Não se debate para construir pontes, mas para erguer muros mais altos.
Cada argumento vira munição, cada dúvida é tratada como fraqueza, cada concessão como traição.
O problema não está apenas na existência de opiniões divergentes — isso é saudável —, mas na disposição de distorcer a realidade para sustentá-las.
Quando a narrativa importa mais do que os fatos, qualquer meio parece justificável.
E é aí que o ardil se instala: na edição seletiva da verdade, na escolha calculada do que mostrar e do que esconder.
No fim, o que se perde não é apenas o diálogo, mas a própria capacidade de reconhecer quando estamos sendo conduzidos — ou quando somos nós que estamos conduzindo os outros por caminhos tortuosos.
Porque admitir isso exige um exercício muito raro: desconfiar não só do que vem de fora, mas também do que pode nascer ou florescer em nós.
Talvez o verdadeiro equilíbrio não esteja em escolher um lado, mas em preservar a honestidade intelectual mesmo quando ela contraria até as nossas próprias convicções.
Afinal, em um cenário onde todos querem convencer, a integridade de pensar por conta própria se torna, paradoxalmente, um ato de profunda resistência.
Tô meio perdida, desnorteada, sem rumo pra seguir, sem aquelas regrinhas basicas da vida.
Só consigo olhar pro que passou e ver que deixei passar alguém que costumava me completar.
Deixei ir a outra metade do meu coração, o sorriso que eu queria sempre ver, a felicidade que eu tanto desejei ter.
Sei que todos aqueles meus sonhos idiotas só se tornariam realidade enquanto eu estivesse com você
E que as coisas talvez piorassem com essa falta de amor, sobra de tempo, sobra de lembrança, de saudade.
Isso tudo deve ser porque eu me neguei a dizer que era amor no primeiro instante, e só te contei depois de uma semana.
Vai fazer 1 ano já que esse pobre coração que eu ouço bater é teu, e o teu não é meu.
É das meninas da escola, das mulheres do trabalho, dos jogos de computador, das músicas de drogado.
É de todo mundo, menos meu.
Eu ando meio distante
Mas não é sua culpa
Sinto-me insignificante
Me desculpa
Não vou mais te machucar
Melhor é se distanciar
As coisas que se foram
Irei brindar
Antes que meus sonhos morram
Irei tentar realizar.
No meio de toda minha tristeza fico feliz ao perceber que posso contar com verdadeiros amigos
Às vezes suponho possibilidades, e me pergunto quem realmente estaria do meu lado, segurando a minha mão num que Deus me livre câncer, ou doença mais dolorosa, fico imaginando coisa, geralmente ruins, internalizando desgraças.
Tenho amigos, poucos amigos e minha pequena família que sei que posso contar.
Minha voz prende, embarga, o coração fica apertado, palpitante. Mas nesse tormento de pensamentos tristonhos e infelizes me sinto amada pelos meus amigos mais queridos, “Os 10 Mais” como ouso chamá-los.
Tenho amigos gentis, de educação ímpar, admirável. Gosto muito de pessoas educadas, sinceras e honestas, curto esses detalhes de caráter.
Fagocitou-me
O amor parasitou-me o coração,
Eu andava meio carente,
e isto baixou-me a imunidade;
Ele veio mansinho e derrepente...
Fagocitou-me
Degradou-me
E hoje apenas epítopo sou
Não és digno de me manteres assim junto a ti
Deixe-me partir
Ainda há, eu sei,em algum lugar
Meu encaixe perfeito;
E eu vou ser forte,
Destes fragmentos ainda posso inventar minha cura,
Eu vou ser diferente,
Eu irei crescer,
E talvez um dia eu volte,
apenas para lhe dizer que:
Tu podes até invandir minha vida.
Mas não podes mais dominar meu ser.
Ditadura
Aonde é que foi parar o país de Independência?
Onde está a ordem e processo?
Em meio a toda essa guerra já não sei para onde ir...
Simplesmente me perdi, em busca de paz e igualdade.
Queria poder ter voz para dizer, mas a violência me tornou incapaz de falar.
Aqui não há direitos, só regime militar...
As pessoas são mudas e não podem contestar,
Sobre as palavras que aqui estou tentando expressar...
Violência, guerra, desigualdade, e regime militar....
DAISY HELENA
Das estrelas do céu, num clarão...
Avistei no meio de tantas luzes,
Invisivelmente você.
Sensível, no olhar, no falar, no pensar e no calar.
Young, Imaginária é esta estrela.
Hoje no encantamento deste dia,
Encontro em você a expressão do amor.
Lendo suas poesias, trocando nossa energia,
Enlouqueci e me perdi afastando a dor.
Neste momento, descobrimos num sentimento profundo,
A beleza eterna da vida, que é o amor maior do mundo.
Pessimismo total... ou é real?
Quem é você?
No meio de tanta gente,
é alguém, ou é ninguém?
Você apenas mais um, apenas um.
Um no meio de milhões e milhões.
Insignificante isso, né?
Insignificante você entre milhões e milhões.
Insignificante ser apenas um... só mais um.
Já se perguntou que diferença faria se você não existisse?
Alguém notaria?
Sem você, apenas um faltaria... quem perceberia?
Você, certamente... mas você não existiria.
Afago Solitário
Sozinho em meio a todos...
Tanta coisa já se passou na minha vida
Amores, decepções, dores, anseios, desejos.
Tanta coisa que eu não consigo esquecer...
Outras que eu deveria, que gostaria
É duro sentir-se sozinho em meio a tanta gente
Ter tanta coisa e não ter nada.
Pregar o amor quando não se tem o próprio.
É difícil dizer para as pessoas "cuidado com a chuva"
Quando já se está ensopado dela
Tentar ensinar uma criança a andar
Quando mal consigo me manter nas pernas.
De que adianta um anjo ter asas
Belas, grandes
Se são de demônio?
Se toda vez que eu as abro,
Caio vertiginosamente
Apenas por querer ser feliz?
Ë duro agüentar que a única coisa que realmente me abraça
São minhas próprias asas.
Se o único ser que parece verdadeiramente me amar,
Sou eu mesmo?
É duro lembrar de como já fui feliz um dia
Do como eu era,
Dos sorrisos que eu dava,
Das flores e dos ursinhos que eu mandava.
De quando puxava a cadeira, de quando abria a porta.
Dos poemas que eu já fiz,
Das lágrimas que derramei
Dos prantos que chorei.
Erros, sim eu os cometi...
Mas eu nunca quis errar,
Quis ser feliz, fazer a mulher ao meu lado
Cada vez mais feliz,
Que nada faltasse.
Eu errei por isso? É errado agir assim?
Então eu sou um erro do começo ao fim...
É duro sentir-se assim...
...sozinho em meio a todos.
Caminhar entre Um Labirinto , Em Meio A Escuridão ,Ésse é o meu Sentido A Minha Cabeça .
Fleches vem como Imagens , Rasgando a teia do meu Inconsciente, Do Meu Passado. Me Mostrando o que era Amar
e o que é Odiar , Palavras De Pronuncias Falsas , Faceis.
Uma Canção, Uma Fortaleza , Um Abismo.
A Percepção Me tira Pra bem Longe daqui
Meus Pensamentos Me Levam para um lugar Deserto Dentro de Mim , Não sei ao certo como cheguei ate aqui ,mesmo assim me sinto Bem Me sinto muito Só.
Alias Não Estou Realmente Só , Agora Somos Eu e Ela A Minha Compreesiva SOLIDÃO.!!
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