Poema com Soneto sobre o meio Ambiente

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⁠Entre aromas e histórias,
sou essência,
um abraço que aquece,
uma alma que pensa,
um poema que cresce.

Inserida por Zuccarato

⁠Meu último poema:

Nas asas do tempo, um adeus se esvai,
No eco do silêncio, a saudade cai.
Palavras não ditas ficam a pairar,
No espaço entre nós, a emoção a vibrar.

No abraço apertado, sentimentos se entrelaçam,
E nas lágrimas contidas, os corações se abraçam.
É uma forte despedida, mas também um novo começo,
Um ciclo que se encerra, mas deixa seu apreço.

A estrada se estende, rumos diferentes a trilhar,
Mas o que foi vivido sempre irá perdurar.
No peito a saudade, no olhar a lembrança,
Uma despedida marcante, que o tempo não cansa.

Que o vento leve os suspiros da separação,
E traga de volta a doce sensação.
Que mesmo no adeus haja um brilho de esperança,
Pois a vida é feita de despedidas e bonanças.

Assim, seguimos adiante.
Uma história escrita com carinho e calor,
Na jornada da vida, o adeus é apenas um ponto de amor.

Bye Vander Hacher

Inserida por Moena

⁠⁠O poema Mi Kamocha (Recife-PE, 1646):

De acordo com o American Jewish Historical Society, a prece-poema Mi Kamocha, redigida pelo Rabino Aboab da Fonseca, durante o cerco das forças luso-brasileiras em 1646 retratando a fome e o desespero dos habitantes do Recife, é o texto em hebraico mais antigo das Américas.

Inserida por kamorra

#Este #é #um #poema #de #amor...
Que te ofereço em forma de flor...
Talvez tu possas entender...
Todo o meu bem querer...

Já está declarado e estampado...
Para ti todo o meu cuidado...

Vim para te amar neste mundo...
Tecer flores sobre o próprio coração...
Meu espírito é sol neste dia...
Te quero bem...com alegria...
Me dê sua mão...

Peço perdão por te amar de repente...
Mas quero que saibas...
Enquanto os céus existirem...
Amarei eternamente...

Por tudo o que me deste...
Um pouco de ternura...
Me apaixonei por um olhar...
A vida passa num instante...
E um instante é muito pouco para te amar...

Nada é pequeno no amor...
E para você...
Inteiro me dou...

Sandro Paschoal Nogueira

⁠Poema

Oh! aquele menininho que dizia
“Fessora, eu posso ir lá fora?”
Mas apenas ficava um momento
Bebendo o vento azul...
Agora não preciso pedir licença a ninguém.
Mesmo porque não existe paisagem lá fora:
Somente cimento.
O vento não mais me fareja a face como um cão amigo...
Mas o azul irreversível persiste em meus olhos.

Mario Quintana
Antologia poética. Rio de Janeiro: Objetiva, 2015.
Inserida por pensador

⁠Era uma vez, um dia que amanheceu
Simples, puro e singelo
E que nos trouxe uma poesia
Um poema que versava sobre o dia que nasceu
Onde o sol brilhou pra mim e pra vocês
Como uma folha em branco
Um tecido de linho
Um pássaro num ovo em casca
Uma garrafa ainda cheia de vinho
Uma lasca de madeira que queimava
Pra acender a fogueira do longo da vida
E que logo se espalhava
Pelo dia, pela vida toda; inteira
Era uma vez uma manhã
Que não era como outra qualquer
Era a primeira
Tão pura, a ponto de desconhecer
Que de fato nem sempre a primeira
Chega a ser a mais importante
Apesar da primazia
Com o tempo ele tornou-se
Apenas um outro qualquer
Só mais um dia
Os sinais do mundo
Espalhados pelo caminho
Assim como o branco do linho, de vinho entornado
Um pássaro que alçava voo
E o galgou pra distante do ninho
O poder sutil do tempo
Uma tarde se setembro
A flor que se abriu
O olhar que se foi
Existe uma parte na vida
Que se chama nunca mais
Tempestade em tempestade fez o rio
O leito, a corredeira
Que correu do seu jeito a vida inteira
E que um dia secava
Porque nada é pra sempre
Além do nascer dos dias
No seu ciclo eternamente interminável
Onde a ausência de regras
Era a única que se seguia
Amanhece pra que pássaros acordem
Que se entreguem a formidáveis canções
Em poemas que versassem
Sobre cada dia que corresse
E que fossem ímpares aos pares
À espera de nada, nem de olhares.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Poema de infância.

Uma folha de papel
Creio eu que era de pão
Nem chegava a ser folha inteira
Acho que meia folha não era
Creio eu que era quase meia
Era infância ainda
Talvez fosse um dia de verão
Creio eu que era primavera
Só me lembro que fazia uma tarde linda
Creio eu que depois choveu
Faz muito tempo aquele dia
E, se é que choveu
A chuva foi mais linda ainda
Era um tempo de paz, talvez
Não existe certeza de mais nada
Hoje eu penso que paz nunca houve
Então eu desenhei um peixe no papel
Me deixem chamá-lo assim, de peixe
Pode ser que fosse um golfinho
Pois não caberia uma baleia
Numa folha tão pequena, diminuta
Que não chegava nem a ser meia
Daquelas que, na alegria da infância
Se cata na ventania
E guarda pra sempre na alma
Com a calma dos anos passados
Mas agora eu compreendo
Que momentos bobos assim
São os que vão ficar eternizados
Uma tarde chuvosa
Num papel amassado
O mesmo sol, que hoje arde no céu
Mas compreenda
Que há tardes em que brilha diferente
O Sol, o céu, o golfinho, a felicidade
Na verdade essas coisas existem
Muito menos neste mundo em que vivemos
E muito mais
Aqui, no coração da gente.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Meu Poema pra Lua

Lua pequena
Brilha lá no céu, tão só
Sozinha, deserta
Traz a tua luz pra minha
chega um bocadinho aqui
Pra perto
Alumia de furar telhado
Alumia meu também deserto
Pássaro noturno
Pia o seu piar incerto
Fez seu ninho no coturno abandonado
De um soldado que lutou
Nalguma guerra boba
Lua solitária, esconde
Onde foi que a loba abandonou filhotes
Onde foi que tanta gente viu
Nessa derrota inglória, a vida
Com o passar do tempo, a noite a esqueceria
E se transformaria numa espécie de vitória
Lua guardiã da Terra, irmã
Cuida de cada semente que germina
E continua triste, infértil e em silêncio
Observa, calada, a tanta incoerência
Toda vez que mês se vai
A cada geração, que aqui termina
Sempre elas terminam
Lua só, perene
Perante a eternidade que desfila
E trilha teu caminho em teu silêncio
Daqui nós a temos, linda!
Como um sorriso de filha, que nunca envelhece
Lindo, de amor verdadeiro
Profundeza da existência
Tendo a escuridão ao fundo
Fria é a ciência do mundo
No seu triste olhar distante
Admira a beleza sem brilho da tua presença
Depois que o Sol nasceu
E os poetas, cujas almas bem trajadas
Na calma de quem traz o coração em trapos
e os grilos, os pássaros noturnos, os sapos e as lobas
E cada sentinela vigilante
Ao longo das eras, ao longo dos turnos
A cada povo a sua vez
Porque sempre existirão coturnos
E farão novo
Meu Deus, que gente boba!
Dirão poesias
Algumas bonitas, profundas
Apesar das poucas linhas
Outras, exibidas por pessoas diplomadas
Extensas, em seus rapapés e rococós
Com frases intensas, rotundas, longas, rebuscadas
Que, se a amiga Lua as lesse
Pensaria que não dizem nada.

Edson Ricardo Paiva.

Inserida por edsonricardopaiva

⁠Com o quê você
tem condições
de ter em mãos
você faz a sua arte
e o seu poema,
A sua bagagem
de vida é a poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Se alguém está na tua
frente e você quer passar
porque não pode esperar,
Se existe até um poema
e você pede licença
poética para se inspirar.
Se alguém está falando
e você quer interromper
por alguma razão porque
não pode esperar,
Pedir com licença é uma
expressão de respeito
para quem deseja se adiantar
sem o outro desrespeitar,
porque ninguém é melhor
do que ninguém e quem quer
respeito é o primeiro que tem
que aprender e mostrar
com exemplo o quê é respeitar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠⁠O Sanguanel da lenda
só existe nela e no poema,
Cuide das suas crianças
porque o mel quem
nos dá são as abelhas,
O mundo não oferece
para a vida doces esquemas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando faltam respostas,
eu olhos para as estrelas,
Quando sobra a indiferença,
eu escrevo poemas,
Nenhum silêncio é sentença,
o quê mais vale nesta vida
é ouvir a percussão do Camboatá tocado solenemente pela ventania.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Saborear os teus lábios
com Guabiju e delicadeza,
Há de ser nesta vida
melhor do que um poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Cajarana para cativar
o paladar e a paixão,
Poema de amor bonito
para te amar de coração.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Dançam as flores
da Espinheira-Santa,
Ser como o vento
que tudo balança,
Ser o poema de amor
que te alcança,
Assim se sagra
a bonita esperança.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Você trouxe uma
muda de Guatambu,
Em troca escrevi
um poema de amor
e de volta ganhei
o seu beijo e o seu calor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O verdejante Juvevê
acena como um poema
acariciado pelo vento,
Eu tenho pensado
em nós a todo momento.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O meu poema Grimpeirinho
se alimenta de um único
fruto que é o seu amor divino,
E nasceu feito para dar asas
e voar com a sua imaginação.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Você não acredita na lenda
do Lobo do Cemitério,
Você não acredita no poema
e tudo aquilo que é capaz de fazer,
Depois não venha se surpreender.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não é pedir
muito querer
fugir do mundo,
Encontrar a paz
na Toca do Cabo:
Poema de amor
legionário ao teu lado.

Inserida por anna_flavia_schmitt