Poema com Soneto sobre o meio Ambiente
O SABOR MAIS DOCE
Criador: Edson Cerqueira Felix
Época/Ocasião: 18-12-2018 | 14:04
Região: Paraíba do Sul - RJ, Brasil
Abalroamento: O amor escorrendo do favo
Proporcionamento: À todos(as) os(as) leitores(as)
Sugestão: Para todas as idades
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Uma abelhinha veio e me disse,
"Um touro selvagem correndo, atingiu nossa colméia
E agora o mel está escorrendo do favo
E nada agora podemos fazer
Venha e coma o mel que escorre do favo
Que tem o sabor mais doce, com a melhor qualidade de mel
Nossa espécie é única, venha e prove o nosso mel"
Eu fui e realmente o mel escorria do favo
E era puro, doce, saboroso, como um mel único em qualidade
Não era enjoativo, era algo que eu podia comer o dia todo
E eu fiquei abaixo, bebendo o mel que "jorrava"
E o mel jorrava como que de uma fonte
E caiu um pedaço do favo em minhas mãos
Eu ò comi e foi um delírio o seu sabor
BOCA-BOCA
Criador: Edson Cerqueira Felix
Época/Ocasião: 20-12-2018 | 15:30
Região: Paraíba do Sul - RJ, Brasil
Abalroamento: O beijo da vida
Proporcionamento: À todos(as) os(as) leitores(as)
Sugestão: Para todas as idades
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Eu fui nadar e pegar umas ondas, é claro, no litoral
Praia movimentada, fim de semana, vários surfistas
E a sensação de adrenalina é mais pelo fato de surfar perto dos recifes
Isso mesmo, eu disse recifes (de coral)
Peguei a primeira onda, segunda, terceira e quarta, e assim por diante
Tudo bem, sem problema. Tudo okay
Até o momento que eu distraído pensando na última onda...
Tomei um caixote, indo contra o recife onde bati a cabeça
A água ficou vermelha, era o sangue da minha cabeça ferida
Perdi os sentidos, lembro de beber um pouco da água [...]
Tive a sensação de ver tudo escurecer
Na areia da praia, começo a ver uma luz clareando minha mente
Era o sol, e devagar meus olhos se abriram
Uma salva vidas que parecia uma deusa me fazia, boca-boca
Falsas ladainhas saem sem rastilho,
outras lengalengas são sinais de fumo,
aos que neste mundo são sempre um codilho,
ou um fruto amargo, um limão sem sumo.
Ocultam na rama dúbias calhandrices,
que entre as pernadas deitam carapetos,
com picos maduros entre as pastelices,
germinando a seiva que sai dos carretos.
Depois, nos engaços do sumo perdido,
há ainda os bagos feitos por capricho,
e um coral sem nome, no mesmo sentido,
produzido a manha para cada bicho.
Mexem-se aranhóis, soltam-se as formigas,
pelo acerto a prumo dessa sociedade,
convivendo à rasca pelas vãs intrigas,
que os faz ser magros desde tenra idade.
O vento batia na saia,
estremecia o estendedor,
a saia mudava de cor
na leveza da cambraia...
O vento batia na saia,
batia, batia, batia,
a saia o vento sentia,
o vento batia na saia.
Sou filho de um berço
que é feito de palha e cheira a verdura...
Sou fruto de um Maio
coberto de flores chorando a censura...
Sou eterno gaiato
que brinca nos campos a brincar com nada...
Sou força de um tempo
que um dia sorriu e se fez alvorada...
Sou sonho que emerge
por entre o restolho e se esvai no pousio...
Sou conto sem fadas
que avança no tempo que não se contou...
Sou grito da alma
que brada no céu e cai no vazio...
Sou poeta que avança
por entre o destino, sem saber quem Sou.
Que eu não seja indiferente.
Perante este mundo que nos deixa descontente.
Guerras levam os inocentes.
Fome assola os sobreviventes.
De amor o povo tá carente.
Nadando contra a corrente.
Nas infindas águas transparentes.
Que deixa transparecer a dor da gente.
Sou covarde por não ser capaz de ver de frente.
A realidade dos nossos entes.
Uma crueldade deprimente.
Espero que eu não morra descontente.
Por ter sido tão indiferente.
Medo e Fantasia, Uma Perigosa combinação
O medo faz das pessoas, presa fácil de manipuladores.
O medo faz com que acreditem em fantasias sem sentido.
O medo se torna ódio e violência.
O medo é uma arma poderosa.
O medo é uma das melhores ferramentas, que boçais utilizam para alienar a população.
O medo é uma forma de controle.
Fica esperto, ou você será o próximo a ser enganado!
-Sheila Tinfel
E o ano assim termina,
outra vez, afoito, que a vida promove.
É o tempo em sua sina.
Que seja então, e do bem se prove...
O novo floresce, o velho declina.
Vai-se 2018, vem-se 2019!
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Cerrado goiano
28 de dezembro, 2018
Talvez
Talvez eu viva por muito tempo
ou vá amanhã.
Talvez eu seja o artista da minha própria vida
ou fique só na plateia.
Talvez ela gosta de mim
ou apenas me admira sem me amar.
Talvez hoje chova ou dê sol.
Talvez eu veja o lado bom em tudo
ou fique mais na bad.
Talvez eu faça aquela viagem dos sonhos
ou fique só mesmo nos pensamentos.
Talvez meu dia seja bom ou ruim.
Talvez eu te veja em breve ou daqui a anos.
Talvez eu goste mais de mim
ou entregue todo meu amor pra alguém.
Talvez seja cedo ou tarde demais.
Mas o único talvez que nunca podemos dizer
é que somos eternos na vida corporal.
Eu exalto este Deus
E aprecio sua inteligência
Por dar a morte ao homem
Logo após a adolescência
Imagina viver pra sempre
Este ser sem consciência
Que rouba o seu semelhante
E não demonstra clemência.
Que a poesia,
ou outra forma de confissão escrita qualquer
- seja a forma ideal de dizer
aquilo que de outra maneira não diríamos...
Não há comunicação proveitosa no silêncio,
enganam-se os que calam-se
e ainda assim acreditam dizer alguma coisa
que mereça atenção.
Só o verbo pode se transformar em vida...
em carne,
em sangue,
em doce e sal!
Eu vi um moribondo,
O gato bebe água,
As plantas chorando,
E uma alma sofrendo
O cristal da água suavizando.
Meu choro não existe além das minhas lágrimas,
Pois elas só escorrem no meu próprio rosto.
O buraco da ferida só curva quem o leva
Triste ando, pensando em mim me vejo
Pois nesse caso sou o dono do buraco,
Me deixa inconsciente ao tempo que penso
Sera que penso certo sobre oque penso
Ou cada decisão vinda é um tiro pela culatra?
Chove chuva, chove por mim, chuva
Derrama em mim teus pêsames
Prol do vácuo em meu peito
Frustrado demais para não chorar
Mas ainda assim no mesmo tempo
Cansado demais para fazê-lo.
Chove chuva, chove por mim, chuva
Conceda a mim um arco-íris
Amparo dos acontecimentos
Metas de outro tempo perdido
insolente demais para mudar
Insolúvel demais pra aguentar.
Chove chuva, chove por mim, chuva
Tarde abraça-me toda azul
Bálsamo do maldito momento
E que venha tu a ser um dia
O suor do futuro agora
Não lágrimas deste mundo triste.
Não importa se a porta
esteja aberta ou fechada
o que importa é que estejamos do mesmo lado!
09/01/2019
Chuva.
A chuva rima,
fria,
caiu e perdeu,
escorreu.
Salvou o dia,
do eremita que,
escrevia.
Lia,
o poema que,
tentava rimar.
Caiu e se perdeu,
como a rima,
que não rima.
Como a vida que não via
o poema rimar.
Rascunhos de Amor
Se vocês fossem uma flor, seriam uma rosa vermelha e um cravo branco, os mais lindos do jardim.
Se vocês fossem uma música, seriam a melhor nota, e que a melodia dos seus sorrisos, seria uma das coisas mais belas que eu já ouvi.
Se vocês fossem uma estrela, seriam o sol, a maior, a mais bela e radiante de todas.
Se vocês fossem um livro, eu rabiscaria os parágrafos, esconderia os pontos finais, e quando alguém me perguntasse por vocês, eu diria ainda não terminei de ler.
Pai Nosso
Pai Nosso, cadê o teu céu?
Por que tanta gente aqui morre de fome?
Por que que alguns vivem o luxo de um reino?
E por que de um direito eu nem tenho metade?
Cadê, Seu Pai Nosso, onde está o meu céu?
E por que, pra comer, nem um pão tive hoje?
Em qual crime me enquadro por cumprir tal sentença?
E por que estão matando os pobres já tão ofendidos?
Cadê, então, a tal libertação?
Onde busco ajuda contra o mal?
Peço ela, a quem?
Diego Muniz
08/04/2017
@diego2muniz (instagram e twitter)
facebook.com/diegomunizpoesia
A graça deste mundo,
está nas pessoas que fazem,
graça com ele.
Nosso mundo está lotado,
de intelectuais,
poetas egoístas,
leitores mal concebidos.
A única coisa que nos resta,
me refiro a mim e a você,
pobre leitor idealizado é
a graça.
Graça que mesmo que não exista,
está inteiramente ligada,
em nossa existência,
imaginária.
Entre leitor e escritor,
imaginário e concebido.
Todo dia é uma ocasião especial, a cada novo dia, a cada momento, aproveite o quanto puder.
Não sei se é poema ou poesia,
Se é amor ou paixão, mas quando eu for falar de você nada vai ser em vão.
Bendito seja as cores dos seus olhos castanhos, que me penetram a alma e assim facilmente me ganham, malditos olhos castanhos
Pacificamente calmos como as ondas do mar,
Mas que rolam sobre a sua doce pele no cair da noite, sozinha no luar
Como já dizia um bom cantor:
Eu amo o jeito que você se veste
Eu amo o jeito que tu tira o que tu veste
E um dia irei tirar seu fôlego
Assim como vou tirar o que você veste.
Esse sou eu o pecado da tentação
Caminhando sozinho a procura de um só coração...
J.Topdog
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