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5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Poema Carolina

Cerca de 1819 poema Carolina

⁠Instigantemente eu tive que sorrir
Eu tiver que sair por aí.
Virar e revirar qualquer rua ou lugar.
O que não dá é se limitar.

Se revoltar com a chatice da mesmice
Rodopiar em torno de qualquer lugar
Nem que seja só pra ver o que tem a oferecer.

Mas quando você perceber.
Ela é melhor do que você pode ver
A autenticidade atrai toda essa neura
De não conseguir parar de explorar...

Inserida por CarolinaCoelho1

⁠Eu estava aqui e ali
No estado de liberdade
No engodo que eu vivi
Até antes de partir
Eu desejei deixar fluir
No entanto tudo se encaixou
A gente findou e viajou
Deixou pra lá tudo que rolou.

Inserida por CarolinaCoelho1

⁠Hoje a chuva não caiu
A cor do céu se abriu
Desde que abri minha janela e reparei com cautela
Os fins de tarde mais demorados
Os sorrisos mais largos
O dia mais longo que o esperado
E eu fã desse céu pouco alaranjado
Onde a lua se destacou com toda a sua cor.

Inserida por CarolinaCoelho1

⁠Flor, luz inspiração
Sou ,sim minha melhor
Versão...
uma explosão de emoção,
vento forte
sou furacã!


Por: Carolina Goés
Brasil, 2021

Inserida por Carolgoes

⁠Sou uma eterna
musa apaixonada
que carrega no peito
muito amor...
e na palma das mãos
uma linda flor.


Por: Carolina Goés
Belém Pará , 2021

Inserida por Carolgoes

⁠Teu abraço, meu abrigo

E percebemos com o tempo
que a gente vai aprendendo ...
que o VALOR de um ABRAÇO,
não tem preço!

Por: Carolina Goés
Brasil, 2021

Inserida por Carolgoes

⁠E na vida seguimos ...
Por muitos caminhos
alguns são floridos e outros
cheios de espinhos.

Por: Carolina Goés

Inserida por Carolgoes

⁠Soberana

Ela é única
soberana
iluminada
feminina
mulher
iluminada
linda heroína
obra esculpida
és delicada...
és divina!

Carolina Goés

Inserida por Carolgoes

Eu escolhi assim
Ainda que não te tenha só pra mim
Ainda que eu precise esperar
Ainda que eu tenha que ver alguém no meu lugar
Eu escolhi assim
Mesmo vendo tu partir
Mesmo sabendo que não vai ficar pra dormir
Mesmo que eu não possa impedir
Eu escolhi assim
Estando perto e ainda tão longe
Estando ao lado mas tão distante
Estando quente mas congelante
Eu escolhi assim.

Pois a tarde, a gente fica, brinca, queima, desatina, foge o clima, perde a linha, sai da rotina.
E no fim, da o adeus, o último abraço, corta o laço...

Esperando a hora de tudo recomeçar.

Inserida por carolinafilippelli

Curitiba não tem rima;
Porto Alegre tem aquela velha história que agente costumava se lembrar na beira daquele rio que parece um mar, aquele lugar... Era só tu e aquela guria que sabia que não queria voltar para aquela cidade cinza,,, que não tem rima...

Ela sonhava com a Redenção

Inserida por carolinafilippelli

Mora no centro; apartamento antigo
Barba grande; velhos amigos
Copo cheio; cheiro de asma
Rock; calça rasgada
Sente o blues...

Inserida por carolinafilippelli

Quanta tolice...eu quero é mais.Quero poder acordar com a certeza que o dia será lindo e tudo perfeito,que aborrecimentos acontecem,mas vou saber passar por cima sem erros...
Errar ...
Besteira....
Eu quero é estar de bem,de bem comigo,contigo e conosco e convosco!

Inserida por CarolinaCabrinha

Sebe, eu bem que podia… Podia mesmo!

Mas acho melhor não, sabe como é,

eu, você, você e eu, nós dois no mesmo lugar,

é choque térmico na certa.

Você está aqui do meu lado agora, e só de pensar

em tudo que já aconteceu, fico arrepiada…

Que droga, seu beijo continua tão bom quanto antes,

só um pouco mais intenso, pelo menos esse foi, bastante.

E você nem deve imaginar que estou escrevendo sobre isso

agora, como você aqui, bem do meu lado.

As 12:35 horas da tarde, quem diria… Deixa estar, não é mesmo?

Inserida por anacarolinaoliveira

⁠Se o amor é um sentimento, em qual sentido sentimos o amor?



(Spoiler: A pergunta está invertida.)

A resposta não está na mente, mas na Fonte:
"Não sentimos Amor. Somos sentidos por Ele."
Você é um nó na Malha Divina,
onde o UNO se reconhece através de você.

Inserida por carolinaparreira

A Aranha


Não era a aranha.
Era o fio invisível
que me prendia há anos
no mesmo canto do quarto.


A aranha só apareceu
quando o cansaço já tinha nome,
quando o corpo já vivia
em modo de vigília permanente,
como se a paz fosse um boato.


Ela não ameaçava —
eu é que já estava ferida.
Ela não atacava —
eu é que vinha lutando sem armas,
no escuro,
há tempo demais.


A aranha virou símbolo:
do medo que não dorme,
do pensamento que insiste,
do dia que apaga o pouco de luz
que tentou nascer.


Eu não queria o fim.
Eu queria descanso.
Queria um lugar onde o peito
não precisasse se defender o tempo todo.
Queria existir
sem estar sempre aguentando.


E alguém gritou “levanta”,
como se levantar fosse simples,
como se coragem curasse exaustão,
como se a dor tivesse botão de desligar.


Mas ali, naquele instante,
o que me salvou
não foi a vassoura,
nem a força,
nem a razão.


Foi o fio mais frágil de todos:
ser vista.
Ser ouvida.
Permanecer.


A aranha ficou.
O medo também.
Mas eu fiquei mais um pouco —
e, por enquanto,
isso basta.

Inserida por madcarolina

Eu quero fugir
Das idéias
Eu quero ir pra longe dos pensamentos
Que me cercam de certezas obscuras


Eu não quero mais entender
Alguém me leve de volta, quando eu podia escolher um lado
Meu lado agora é sob os escombros morais
que antecedem a ruína material


Me sinto doente em saber, e em não saber
Estou rouca de tanto gritar no silêncio, e não ser ouvida
Me sinto doente em saber
que existe uma conveniência em tudo isso
e que isso me torna doente e o mundo são


Me assusta o diagnóstico certo, da doença que me assola a alma
Mas sinto que se eu me curar, eu estaria mais doente ainda
A idéia de aceitar ou conviver com essa realidade
transforma a minha loucura na sobriedade mais avassaladora que eu já senti


Escrevo na esperança de não me engasgar com as palavras
um engasgo mental, quase fatal
De tudo que me assola e me atormenta
Escrevo, no fundo, para que eu nunca deixe a loucura perdida
e me torne alguém saudável
nesse mundo doente

Inserida por madcarolina

Eu tentei ser compreendida
Tentei me encaixar
Mas as pessoas não conseguiam me enxergar E nem me escutar
Eu tentei mudar o tom
Troquei as roupas
Fiz o que pude, e o que não pude
Para ser compreendida e aceita
Mas nada foi o suficiente.
E eu entendi, que não existe demérito em não ser compreendido, o demérito é não compreender.

Inserida por madcarolina

⁠As portas que a dor me deu

Trago no peito um chaveiro antigo,
onde penduro as dores que ousei sentir.
Não as neguei, nem as adormeci —
dei-lhes nome, corpo e tempo.
E por cada uma, uma porta se abriu.

Oh, quantas vezes desejei não saber de mim!
Mas bastava que uma lágrima caísse inteira,
sem vergonha, sem pressa,
e o som de uma fechadura cedia —
como quem rende o coração a um amor impossível.

Há portas que me levaram a desertos,
onde o vento me arrancou as certezas;
outras, me devolveram o riso antigo
que eu pensava morto.

Nenhuma delas seria minha
se eu tivesse virado o rosto à dor.
Porque é no instante em que ela me atravessa,
que eu a torno caminho,
e o sangue, mapa.

Sim... cada dor que me rasgou,
destrancou um tempo, uma face, um lugar.
E hoje sou feita disso:
de cem portas escancaradas
por onde caminham os dias melhores
que antes,
eu apenas ousei sonhar.

Inserida por madcarolina

⁠O rato na batedeira

Todos os dias ele entra
Todos os dias ele adentra pelas noites, como ladrão
E ele rouba não só a dispensa
Ele rouba a minha paz, e a minha sanidade
Ele me lembra dos meus traumas e da minha solidão
Pra muitos ele não representa nada
Mas pra mim ele é como um mau agouro ou uma lembrança ruim

Todos os dias ele adentra pelas noites, como um ladrão
E ele rouba não só a dispensa,
Ele me rouba de mim, me arrasta pelo esgoto, me humilha e me expõe de uma forma que ninguém deveria ser exposto

Ele curiosamente conhece meus horários, e observa minha rotina

Ele rouba a minha paz, e a minha sanidade

Eu me opus por um período, tentei me impor, gritei, xinguei, usei a violência... mas eu fui vencida pelo medo da solidão

Ele agora entra a todo momento
Me desafia
Me mostra a minha pequeneza, literalmente, menor que um rato!
Agora mesmo eu fui a cozinha, e ele tá lá na batedeira.

Inserida por madcarolina

⁠Mais 7 anos de azar

Quebrei mais um espelho
Mais um ciclo de ma sorte pq eu não sei como me acalmar
e são sempre neles que eu desconto a minha raiva
Mesmo sendo supersticiosa, é sempre um espelho que eu quebro quando alguem me machuca muito e eu não sei como me proteger disso
Eu acho que em 7 anos eu quebrei 3 espelhos
São 21 anos de azar em um único ciclo de 7
Por que quando alguém quebra meu coração, é a minha imagem que eu agrido
é a mim mesma que eu puno, enquanto os outros saem impunes de toda dor que me causaram
E mais 7 anos de azar

Inserida por madcarolina