Poema Carolina

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Uns não possuem FÉ;
Outros não sabem o que é ESPERANÇA;
Como encontrar solução pra isso?
O nosso CORAÇÃO prioriza DEMAIS.

Inserida por anacarolinarsa

Tudo muda com o tempo,
Esperança é o que temos!
Procuramos aqui e não além.

Inserida por anacarolinarsa

No espelho para nos contagiar;
Promessas falsas que fazem muito mal;
Talvez SONHAR seja mais fácil pra chegar;
Mas só JESUS pode nos ajudar.

Inserida por anacarolinarsa

POEMA PARA CAROL
Carol, nome que em suavidade se desenha,
Uma melodia que faz com que o coração amanheça,
Mulher de um sorriso brilhante como o sol,
Em versos e encantos, a ti, presto meu farol.
Nos olhos de Carol, o mundo encontra cor, Na dança da existência, és o vento que sopra amor,
Mulher livre, enfrentas os ventos da vida,
Determinada, persistente, és pura, Carolina .
No sorriso dela, a alegria se manifesta,
E em seus gestos, a euforia nunca cessa,
É luz, é fala, é energia que contagia,
Ca, Caca, Carol e Carolzinha
Que nome! Sonoridade suave em cada vogal,
É um nome versátil, universal, especial,
Rompe barreiras, constrói caminhos,
Arrasa corações, gosta de carinhos.
És inspiração e pureza,
Na tua essência, encontramos a beleza,
Neste poema, colorido como girassóis
Homenageio todas as Caróis.
(FELIPE REIS)
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Inserida por felipereis_fr

⁠Você suporta e porta toda uma essência
Você debita de minha conta toda ausência
Me sinto rico por sentir sua presença
E a cobrança passa longe de nossa intenção, intenção, intenção...

Inserida por CLIPAGEM

"⁠Mesmo que sejam importantes as semelhanças
E a rotina passa longe de nossa atenção, atenção, atenção, atenção"



CAROLINA

Inserida por CLIPAGEM

"Vai ser mil por cento amor....
Você renova, renova a esperança
Você domina, predomina a lembrança
O nosso amor tem um trejeito de criança
E a saudade passa longe do meu coração, coração, coração, coração"


CAROLINA

Inserida por CLIPAGEM

A alma de uma mulher é antiga, infinita e cheia de segredos. Sorva-a aos poucos, como o vinho. E não queira decifrá-la toda, em todos os seus gostos e sensações. Deixe um pouco para amanhã. E surpreenda-se, sempre.

A amizade é como uma flor que, quando plantada com carinho, crescerá e virará uma linda flor.

Eu classifico São Paulo assim: O Palácio é a sala de visita. A Prefeitura é a sala de jantar e a cidade é o jardim. E a favela é o quintal onde jogam os lixos.

Em 1948, quando começaram a demolir as casas térreas para construir os edifícios, nós, os pobres que residíamos nas habitações coletivas, fomos despejados e ficamos residindo debaixo das pontes. É por isso que eu denomino que a favela é o quarto de despejo de uma cidade. Nós, os pobres, somos os trastes velhos.

As crianças ricas brincam nos jardins com seus brinquedos prediletos. E as crianças pobres acompanham as mães a pedirem esmolas pelas ruas. Que desigualdades tragicas e que brincadeira do destino.

Um homem não há de gostar de uma mulher que não pode passar sem ler. E que levanta para escrever. E que deita com lápis e papel debaixo do travesseiro. Por isso é que eu prefiro viver só para o meu ideal.

Carolina Maria de Jesus
Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 2014.

Quando eu vou na cidade tenho a impressão de que estou no paraíso. Acho sublime ver aquelas mulheres e crianças tão bem vestidas. Tão diferentes da favela. As casas com seus vasos de flores e cores variadas. Aquelas paisagens há de encantar os visitantes de São Paulo, que ignoram que a cidade mais afamada da América do Sul está enferma. Com as suas úlceras. As favelas.

Se amor e importante amizade e muito mais, por gerar esse amor.
Você não conhece Justin Bieber mais ele toca seu coração com uma simples palavra como: Eu.

Às vezes você precisa saber diferenciar amigos de pessoas falsas. Os amigos não são aqueles que passam a mão na sua cabeça e são todos melosos, não, eles são o oposto disso.

Não importa quantas “metamorfoses ambulantes” minha vida sofra, minha alma será sempre a mesma. Essa é a maior dádiva: deixar-se renovar sem perder a raiz, aquilo que você realmente é.

Esquentei o arroz e os peixes e dei para os filhos. Depois fui catar lenha. Parece que vim ao mundo predestinada a catar. Só não cato felicidade.

Eu escrevia peças e apresentava aos diretores de circos. Eles respondiam-me: – É pena você ser preta.

Eu cato papel, mas não gosto. Então eu penso: Faz de conta que eu estou sonhando.