Poema de Amor e Saudade
MUNDÃO DE AMOR
Se eu tiver que chorar
Que seja de saudade
Se eu tiver que sofrer
Que seja por amor
Se eu tiver que plantar
Que seja uma flor
Eu quero é explodir
Esse mundão de amor.
Estou chorando por ela
Estou sofrendo por ela
Estou morrendo por ela
Mas ela não me quer.
Se eu já fiz de tudo
Por essa paixão
Ela não tá nem aí
Com o meu coração.
Saudade x Amor
A saudade é a maior adversária de quem ama, ela ganha vitórias secretamente, ela chega silenciosamente através da nossa máquina do tempo e cresce sem demora quando reviramos o passado. A saudade, agride, machuca, revolta, nos faz chorar e as vezes derruba o coração sem deixar testemunhas. Quando o amor da espaço, se afasta ou vai embora, ele permite que a saudade entre e tome conta das nossas lembranças e das nossas vontades de revivermos os momentos mágicos que marcaram as nossas vidas.
Se sinto saudades é porque já senti ou sinto ainda, muito amor.
Ainda que o amor prevaleça
Quando só...
O vazio se transforma em saudade e solidão.
E o amor, ilusão...
Adeus
Se quando eu me for
Alguma saudade lhe deixar,
Lamento se se queixar
Que não lhe dei amor...
Embora pareça covarde,
Mesmo que não lhe revelasse,
Ainda que dúvida te rodeasse,
Por ti o coração me arde!
Se por acaso pensou além,
Acredite que eu também.
É que arma eu não tinha...
Só lhe pude dizer adeus
Levando os sonhos meus
E nada por culpa minha!
UM GRANDE AMOR
Selma Cardoso e Edson Nelson Soares Botelho
De repente a saudade do primeiro amor
Nunca é tarde demais para reconquistar
Um grande amor perdido no tempo
Mesmo correndo o risco
De não ser mais lembrado
Mas a vontade de reconquistar é grande
Tem de correr atrás do prejuízo
Recuperar o tempo que ficou afastado
Arquitetando o plano de conquista
Mesmo sabendo que o grande amor
Perdeu a beleza física da primavera
Só restou o inverno frio
E a lembrança dos dezoito anos de idade
Mas a certeza de reascender a velha paixão
AMOR COM AMOR
Amor que tanto amei, amor que sofre tanto
Saudade no sentir, sentir de suspiro amoroso
A quem lacrimejas, a quem? O pranto choroso!
Um cheiro extraviado? Um perdido encanto?
Ó herege ilusão, que o fado toma de espanto
Cobiçais a sofrência e dor no que já foi gozo?
Deixando a solidão em um delirar tenebroso
Onde o haver tornou-se um algum portanto
Amor, seja qual for este tal juízo profundo
Das pérolas do desengano, pesado rosário
Pois, tudo passa, e tudo passa no segundo
Então, erguei a alma num doce santuário
De emoção, na aurora do sonhado mundo
Fruir amor com amor no ditoso itinerário
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17/11/2020, 09’44” – Triângulo Mineiro
Até agora
"Saudade" descreve a mistura dos sentimentos de perda, falta, distância e amor.
Sinto saudade do ontem de um breve momento de riso que não há como replicar.
Saudade faz parte da gente é quando a gente sente antes de acabar.
Saudade é coisa maluca quando em breve momento vem na cuca pra aquele amigo ligar.
Saudade é pequena comparada ao remorso do tempo não separado de dizer antes do fim que ama.
Saudade são coisas que fiz como mero aprendiz ao prestar atenção no Mestre.
Não quero ser lembrado com saudade da falta, perda, distância e até amor.
Prefiro ser lembrado com felicidade de um cara errou muito, mas finalmente até nos erros acertou.
A solidão e a saudade.
Alô...!
Alôooo...!
Oi sou eu...
Me chamo Amor...
Estou te ligando com algumaa dores não muito comum...
Elas estão aqui comigo...
A solidão e a saudade...
Estou ligando aí pra você...
Nem sei com quem estou falando...
Não quero saber quem tu és...
Ah alguns anos passados...
Não tão distante desse dia...
Fiz um programa de rádio...
Eu era um locutor....
Naqueles sólidos dias...
Tive alegrias e tristezas....
Alegrias por apresentar um programa de rádio....
E uma baita tristeza invadiu o meu ser....
Caro amigo....
Uma ouvinte da época...
Ligou para a para pedir uma música...
Daí em diante...
Nunca mais fui quem eu era...
Suportar eu sei que é preciso...
Mas não padecer é impossível....
Quando eu desligar esse telefone...
Não sei o que será de mim...
Por enquanto estou assim...
Na solidão e na saudade...
Nem posso prosseguir....
Pois nem seu nome ela me disse...
Disse que era apenas uma admiradora do meu trabalho...
A música que ela me pediu foi ao ar....
Mas a voz daquela mulher...
Marcou...
E uma cratera se abriu...
Desculpas por desabafar...
Chorar agora é minha sina...
Mas que culpa tenho eu...
Eu era um locutor de fama...
E agora não sou nada...
Amigo....
Felizes são aqueles que tem uma história dessas pra contar...
E infelizes são àqueles...
Cujo a marca é a solidão...
E o desprezo que a saudade nós dá....
Sem ao menos dizer de quem é....
Na vaga lembrança minha...
Se eu não me engano a música se chamava assim...
Amor...amor.... E mais amor...
Alô....
Alôoooo....
Poxa...
Ele desligou e não deixou eu terminar...
Ou a ligação caiu...
É...
Quando se fala em solidão e saudade...
Só sente quem tem na alma...
A fome do amor...
E esquece a vaidade...
Para viver á realidade....
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Há saudade?
Então ainda há vestígios de amor...
Lutar pra quê? Renda-se! Volte a sonhar!
Ame e viva sem se importar!
Que a saudade te convença
Que ficar longe não compensa
Que meu amor te faça esquecer
Da dureza que é viver.
Você foi meu primeiro amor de anos atrás
Hoje, de fato, não é mais
Se transformou numa saudade boa
E guardei numa gaveta do meu coração
E pra uma boa saudade
A lembrança de um beijo basta
E se o amor é só um
Alguém aí errou a matemática
E eu vou te levando assim
Na gaveta do primeiro amor que fez bem pra mim
Instinto
Saudade...
Maldade!
Verdade...
Sinceridade!
Simples paixão?
Amor de verão?
Não!
Vontade do coração.
Essa é a razão
e não minto,
Falo o que sinto,
e apenas sigo o meu instinto.
E, Por Falar de Amor
Hoje acordei com o coração aos espinhos
De uma saudade
Sem os teus carinhos
Imensidade
Esta solidão
Que poeta pela metade
Versos de emoção...
Pelas lágrimas um aroma rijo
Do árido sertão
Um esconderijo
D’Alma na contramão
Do teu olhar...
Me agarrei no timão
E a navegar
No mar de suspiros
Pus-me a chorar!
Hoje acordei com o dia empanado
Escuro
Você não estava ao meu lado
Tudo era vazio, impuro
Coalhado
Duro
Propalado...
Desconjuro!
Eu só queria ser carregado
Dali
Pelo desejo imaculado
Que sempre tive de ti
E não essa dor
Que hoje senti
Ao falar de amor
Aqui!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Cerrado goiano, 10 de dezembro, 2019
Eu sinto saudade sim
Não de você, mas de mim
Daquele que deixou de existir
Por promessas de amor sem fim.
Sinto falta daquele cara
Que sorria de tudo que você
Não via graça, isso já era um sinal
Se não sorri no começo, todos os dias serão o final.
Eu sinto falta da minha essência
Da minha falta de amor próprio
Da vida que perdi de viver
Porquê você me queria sóbrio.
Pra paixão,
Discussão
Foi a solução.
Verdades,
Geram realidades,
Mais com amor se deu como saudade.
Será curiosidade?
— Onde cabe a dor também cabe saudade?
Onde cabe amor?
Aqui dentro cabe?
O que mais cabe?
— Cabe nós dois na dor.
Nós dois num só amor cabe.
Cabe até saudade,
é o que mais cabe!
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