Pobreza
O mendigo é um pobre que, ávido de aventuras, abandonou a pobreza para explorar as selvas da piedade.
A pobreza é devastadora para crianças inocentes. Elas merecem infância digna, comida e educação. Fome afecta desenvolvimento físico e mental. Precisamos apoiar iniciativas para um futuro melhor.
Infelizes são aquelas pessoas
pobres, mas não aquelas que vivem
na pobreza material e sim as que vivem
na pobreza espiritual
Condicione a mente a ser feliz na riqueza ou na pobreza, na saúde ou na doença, no bom ou no mau cassmento, na juventude ou na velhice, no riso ou no pranto.
Seja feliz!
Se conquistar a felicidade da alma, ninguém poderá arrancá-la de você, não importa quão longa seja sua jornada rumo ao infinito e à eternidade.
A pobreza emocional é pior que a financeira — porque o bolso vazio se preenche com trabalho, mas o coração quebrado te faz gastar o que não tem tentando provar que ainda vale alguma coisa.
O cúmulo da burrice, é endeusar uma pessoa que manteve tanta gente abaixo da linha da pobreza por tanto tempo, para serem usados como massa de manobra em época de eleição. Mesmo assim, a pessoa, é visto por tantos pobres de espírito como um herói. Salve a santa ignorância...!
Melhor é a pobreza honesta do que todas as riquezas trazidas pelas lágrimas.
Bem ou mal,
os prazeres e as dores são apenas manifestações da mente,
assim como pobreza e riqueza não passam de construções mentais.
A felicidade e a infelicidade não são estados de paz.
A felicidade pode ser comparada à cauda de uma serpente: aparentemente inofensiva, mas perigosa ao menor contato. A infelicidade, por outro lado, é como a cabeça da serpente, cheia de veneno. Qualquer aproximação leva ao mesmo resultado: a mordida.
Esses estados alimentam o desejo, e o desejo, por sua natureza, é efêmero, instável e sem substância. Ele surge, cresce e inevitavelmente desaparece. Quando o desejo morre, a felicidade desaparece com ele e a infelicidade toma o seu lugar. É um ciclo interminável que a mente continua a repetir.
A paz, no entanto, não está em nenhum desses extremos.
Ela está no caminho do meio, onde a mente se estabiliza em seu estado natural. Essa paz é universal, acessível a todos, mas exige um esforço consciente. Negligenciar esse caminho leva à contaminação da mente e perpetua o sofrimento.
Cada pessoa deve buscar essa paz por si mesma.
Ela não está fora, mas dentro de nós, no mesmo espaço onde nasce a dor. A verdadeira paz é imperturbável, imóvel, serena. Quando a mente se agita, procurando o prazer ou fugindo da dor, perdemos essa estabilidade.
Portanto, a escolha é sua: permanecer preso no sofrimento ou cultivar a paz?
No final, pensamentos e sentimentos não são nada além de movimentos passageiros da mente, transitórios e sem uma essência permanente.
A pior pobreza não é falta de pão, a misericórdia sempre trabalha pelo faminto. A miséria da vida é não ter autoconsciência, e nem ao menos desejar ter.
Prisão sem Muros
O maior flagelo da pobreza é a limitação.
A fome restringe o crescimento físico e intelectual dos jovens discentes.
A carestia cerceia o acesso à cultura e a erudição, pois o conhecimento é artigo de luxo, a peso de ouro!
Assim, o pensamento fica pueril e ingênuo, atrofiado, com efeito, pela inacessibilidade ao requintado saber, que é dispendioso.
Sem gozar de uma situação econômica favorável, o paupérrimo fica restrito ao seu próprio bairro e à cidade natal, sem jamais conhecer outros países, povos e culturas, sendo tolido de novas experiências.
O pobre está sempre preso a uma prisão sem muros.
