Pleonasmo
Presencia - se um certo pleonasmo, isso mesmo, acaba sendo uma redundância que une fatores que no final não tem seu final, da pra entender? Aquilo que gruda na gente e não sai, uma espécie de turbulência; luta se pra não sentir mas... Tentamos fazer virar frívolo, é impossível, grudamento insano de dois que torna um que depois vira um só em dois, e fica metade. Entre reles palavras, apenas digo que amor nada mais é que uma certa fase, e fases tem seu final, o tempo que dura é bom o bastante pra ficar e não mais sair. Sim, é eminente, cai sobre você, hora uma hora outra hora.
Ainda assim... quero demais.
Assim...
Pode ser um pleonasmo
por não o ser e ter que ser
mesmo assim...
por demais.
PLEONASMO DO POEMA-POESIA
O Poema é uma centelha
Concomitantemente
Conclamada e errática.
O Poema é a equação
Que habita o cérebro
Da nossa dualidade:
Pavimenta a alameda da emoção e da racionalidade.
O Poema é uma enigmática areia movediça:
Rebenta prenhe ou órfão de um intento
E trilha vias do alcácer das viroses dos abstratos, concretos tormentos
(sejam os frívolos dissabores, seja a dantesca
luminescência da bruma do quase aniquilamento),
Antes de se transmudar em monumento
Á Lógica, ao tornado dos vulcânicos sentimentos
Ou ao maremoto dos libertários devaneios.
O Poema é a aquarela
De um premeditado
Ou inesperado Estalo:
Nasce no córtex,
Navegando pelo
Oceano de teias e correntes da mente
Para, em seguida, desaguar sobre
O espaço vazio como palavra:
Quer Verso insalubre, amarelo, hospitalar, alegria flagelada;
Quer jucunda ventania, Poesia em estado de Graça!
JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
A vida é como um pleonasmo subsequente do senso comum e dos padrões de vida: Deixamos de viver nossa vida para não mais viver
"Crítica construtiva" é um pleonasmo, pois a crítica sempre constrói algo, seja de forma positiva ou negativa.
E naquele momento eu vi com os meus próprios olhos o quanto havia de pleonasmo na vida em que vivia.
Pleonasmo
- Menino, entra pra dentro agora! Gritou minha mãe dona-do-lar.
Mal entro em casa e a redundância continua:
- Mozin, vô subir lá em cima, quando a janta tiver pronta, cê me chama; palavras do pai.
E nesse ciclo vicioso, só me resta parar inerte a rir meu riso.
O amor é uma antítese... um pleonasmo repetitivo... uma onomatopeia representada por batimentos acelerados... uma inversão como no roque do xadrez... uma ironia a tristeza... um clímax inexplicável misturado com um sentimento nostálgico o tempo todo... uma sinestesia a vida toda... Literalmente falando o amor é uma mistura de figuras de pensamento, de som, de construção... uma figura de linguagem sem nome, resumida em um verbo forte... Sentir ...
Dizer que és linda é pleonasmo ou redundância, pois, assim todos a acham! Eu diria que, tu moves e removes os corações de todos os amigos e amigas que te adoram! Muitos beijinhos doces.
