Pior
A confiança quebrada e a pior coisa que existe, a mentira logo descoberta e uma explosão de sentimentos.
Há pessoas que erram, magoam e machucam repetidamente, mas não reconhecem seus erros. Pior: acreditam estar certas, como se ferir o outro fosse normal. Criam justificativas, inventam razões, fogem da própria consciência. E eu me pergunto: será que essas pessoas realmente a possuem?
Errar não é o problema — somos humanos, somos falhos. O verdadeiro problema é não reconhecer o erro, não se arrepender e não se responsabilizar.
A pior das angustias do autor é o silêncio, ainda que se tenha muito a dizer, o silêncio calmo é uma das poucas horas onde o depois nasce com nova aurora.
“Coragem de Soltar”
A pior sensação é quando você não quer desistir de alguém,
mas precisa deixar ir,
pois você não é o que ela precisa
— mesmo querendo ser tudo o que ela precisa sentir.
É como segurar areia nas mãos cansadas,
quanto mais aperto, mais escapa.
É como pedir ao vento que fique,
quando ele nasceu para ser estrada.
Meu coração insiste em ficar,
minha razão aprende a partir.
Entre o querer e o dever,
há um abismo difícil de medir.
Eu quis ser abrigo,
mas talvez eu fosse tempestade.
Quis ser porto seguro,
mas era só metade.
E dói —
dói como silêncio depois da despedida,
como casa vazia
que ainda guarda vida.
Não é falta de amor,
é excesso de verdade.
Amar também é reconhecer
quando a presença vira saudade.
Então eu solto, mesmo tremendo,
mesmo querendo insistir.
Porque às vezes amar alguém
é ter coragem de deixar ir.
O pior momento para você ensinar alguém a nadar, é no momento que ela está se afogando, porque, quem está se afogando não precisa de aulas ou lições, precisa sim de ajuda, de resgate.
Não há nada pior que um Estado possa fazer do que punir um inocente.
Só depende de você se transformar em algo melhor do que é, ou se transformar em algo pior do que foi.
O pior do luto é quando a vida continua, mas uma parte de você fica parada no tempo.
Não é só a falta da pessoa, é a falta do que você era, quando ela estava aqui.
Existem dias, em que a saudade aperta tanto, que respirar parece difícil, porque tudo lembra quem se foi: uma música, um cheiro, um momento simples que nunca mais será igual.
E então, vem aquele silêncio doloroso, a certeza de que, nenhuma lembrança abraça de volta.
O luto é aprender a viver, todos os dias, com uma ausência, que nunca deixa de doer.
E eu tenho medo. Medo de não existir um amanhã em que eu possa me refazer.
Medo de me tornar pior do que sou hoje.
Medo de que até esse amanhã, que eu tanto acredito que virá, simplesmente não venha. Um amanhã que nunca vem.
E eu me prendo à possibilidade e, talvez, esqueça de viver o hoje.
Preciso RE-NAS-CER!!!!
Fazer escolhas com certeza é difícil. Conviver com as consequências mais ainda. Mas pior e cruel, é carregar a dúvida de nunca ter feito nenhuma.
